domingo, 7 de agosto de 2016

Islão: o que os outros dizem

Correio da Manhã: o pugilista marroquino na categoria de médio-pesado (até 81 kg) Hassan Saada, de 22 anos, foi preso na aldeia olímpica que fica na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, por assediar sexualmente duas empregadas que lá trabalham. Segundo a impresa brasileira, Hassan terá convidado uma das funcionárias do hotel para tirar uma selfie no seu quarto e depois encostou-a à parede tentando beijá-la à força. Posteriormente, também outra empregada foi vítima dele, que ofereceu dinheiro para que esta o masturbasse, além de lhe ter apalpado as mamas.

A participação de Hassan nos Jogos Olímpicos está comprometida
Diário de Notícias: em Charleroi, na Bélgica, um muçulmano atacou duas agentes da polícia perto da esquadra central da polícia com um machete (facão), foi baleado e acabou por morrer no hospital (isso porque ainda foi levado ao hospital...). Ouviu-se o famoso Allahu Akbar antes do ataque e uma das vítimas ficou com o rosto profundamente ferido, precisando de ser submetida a uma cirurgia.

Pronto, mais um "maluquinho" que não tinha nada a ver com o islão!
Sapo 24: o polícia norte-americano Nicholas Young, de 36 anos e de Washington, foi detido e acusado de colaborar com o Estado Islâmico. No Metro Transit Police Department (MTPD) desde 2013, o seu contrato de trabalho foi imediatamente interrompido.

Será Nicholas um muçulmano ou será simplesmente mais um "maluquinho"?
World Israel News: uma delegação de activistas terroristas do grupo racista pró-negro Black Lives Matter (BLM) juntou-se aos ditos palestinianos (muçulmanos) em Israel contra... Israel. O que esses negros (e também não negros que apoiam o BLM) querem é a segregação apenas e só entre eles lá nos Estados Unidos, que lá na Terra Santa o Estado judaico não tem o direito de praticar a segregação

Escória unida contra o Ocidente
Breitbart: na vila alemã de Geldern, uma piscina para nudistas foi invadida por uns jovens muçulmanos que insultaram os banhistas em árabe, cuspiram-lhes e os ameaçaram de morte devido à "imoralidade do local". "(Disseram-nos que) nós, mulheres (alemãs) somos todas prostitutas e iriam exterminar-nos", disse uma mulher, que acrescentou que os jovens sabem alemão e que muitos já devem ser "alemães muçulmanos de segunda ou terceira geração". "O seu desprezo, este potencial para a agressão fez-me ficar realmente assustada".

O islão não pára de levar um importante contributo civilizacional para o Ocidente
Face of a dying Nation: ainda na Alemanha, cerca de 50 mil turcos apoiantes do presidente islamonazi Erdoğan reuniram-se em Colónia, epicentro de uma onda de agressões sexuais cometidas por alógenos contra mulheres nativas na noite de passagem de ano, e gritaram "Nós somos a Alemanha!"... com bandeiras turcas.

Se fossem alemães brancos e loiros, aqui d'El Rey que seriam racistas e xenófobos...

The Guardian: o corpo do refugiado sírio Muhammed Wisam Sankari, que era homossexual, foi encontrado a pouco mais de um quilómetro e meio da sua residência no bairro de Aksaray, em Istambul, na parte europeia da Turquia, decapitado e esfaqueado. A antiga Constantinopla tem sido uma espécie de porto seguro para a comunidade LGBT da e na Turquia, mas, segundo a esquerdista BBC, já se registaram lá cinco assassinatos, 32 ataques e três suicídios no último ano relacionados com a homofobia. O próprio Muhammed Wisam Sankari, que queria fugir da Turquia para um outro país da Europa, chegou a ser raptado, agredido e "violado" no início deste ano, tendo este denunciado o crime mas as autoridades nada fizeram.

E ainda diz o Jean-Claude Juncker que fechar a porta da União
Europeia à Turquia seria um "grave erro de política externa"...
Jornal i: o Partido Nacional Renovador (PNR) realizou um protesto contra a islamização da Europa e a vinda de refugiados em frente ao Palácio de Belém na sequência de mais uma vaga de atentados terroristas islâmicos no continente europeu. Mais de 50 pessoas tomaram parte de uma coreografia simbólica que retrata a verdadeira face do islão e da ameaça que ele representa.

Espectáculo, o Jornal i teve a coragem de passar uma notícia relativa ao PNR!

The Telegraph: depois de se ter ameaçado fechar as mesquitas consideradas "extremistas" e também expulsar os imãs "radicais" estrangeiros, lá em França já se está a atacar também a imposição da comida halal por parte dos muçulmanos. A autarca de Colombes, Nicole Goueta, quer que os estabelecimentos comerciais passem a vender também comida não-halal (ou haram [proibida] se preferirdes), como bebidas alcoólicas ou carne de porco como forma de "diversificar" a oferta. Isso porque os residentes locais que não são muçulmanos já se queixaram de não poderem comer aquilo que os muçulmanos não comem...

Como é isso dos não-muçulmanos em França não poderem comer comida haram?
Euronews: também em França, foi cancelada a icónica feira anual Braderie de Lille, que já vem desde o século XVII e que chega a reunir até 3 milhões de visitantes, por causa, claro, do receio da ameaça terrorista islâmica...

Merci beaucoup, islão, que tem lugar no Ocidente...

8 comentários:

Douglas Sulzbach disse...

Um esportista da Namíbia (pra variar) também acaba de ser preso no Rio acusado de tentativa de estupro, como pode, nem mesmo durante as competições essa gente deixa seu primitivismo de lado.

Afonso de Portugal disse...

Em relação à primeira notícia, parece que já houve outro pugilista esfomeado, desta feita da Namíbia. As senhoras da limpeza brasileiras devem ser todas boas... ou então os pugilismo deve mesmo provocar lesões cerebrais irreversíveis!

FireHead disse...

Douglas Sulzbach,

Ui, da Namíbia? Grande parte da população da Namíbia é cristã (cerca de metade deles são protestantes), então assim o "nosso" argumento do islão violador já não cola neste caso! Onde é que anda o direita e o KAGORVM para dizerem que é por o tipo ser preto?? XD

FireHead disse...

Afonso de Portugal,

Sabes, meu caro, eu acho que a culpa é das brasileiras! Elas é que andaram a provocar os coitadinhos. :)

Douglas Sulzbach disse...

A imprensa não deixou especificado a crença dele (não que eu lembre de ter escutado), mas também não seria nenhuma novidade se ele tivesse tentado violar acreditando que assim ele estaria agradando ao deus dele (se ele for da religião islâmica) ou seguindo algum princípio cultural, ou então vai ver são as camareiras mesmo que são de tirar o fôlego e aí alguns atletas não conseguem se controlar.
Então nesse caso o certo seria elas se cobrirem bem no corpo todo, pois segundo algumas autoridades religiosas (tipo aquelas religiões da paz), as mulheres que usam roupas mais curtas e justas estariam provocando os homens e nesse caso a violação seria até justa, logo, se os casos dos marroquinos e desse pugilista da Namíbia forem assim, teríamos de prender e castigar as camareiras e não os coitadinhos.

FireHead disse...

Bem, no caso dos violadores islâmicos, eu acho imensa piada quando vejo os seus "advogados de defesa" por aí, alegando que também há cristãos que violam e dizem, por conseguinte, que o Cristianismo também é mau como o islão e tem que ser banido do mundo. O que esses imbecis não sabem, porque não conseguem atingir tal nível de entendimento, é que o islão pede explicitamente para que os seus seguidores vejam as "infiéis" como presas legítimas, ainda por cima tratam-se de mulheres, que valem para aí metade dos homens. Ao contrário, ninguém pode relacionar o Cristianismo com as violações, pois não há nada no Novo Testamento (faço essa observação, pois também há muitos totós que não sabem a diferença entre o Antigo e o Novo Testamento) que diga que é legítimo violar.

Esse tipo da Namíbia até pode perfeitamente ser um cristão. Mas também há ateus ou irreligiosos que certamente também são violadores.

Douglas Sulzbach disse...

Na verdade pelo que compreendo do Antiga Testamento é que não há passagens que incitem a violência ou o estupro, no caso a violência que deveria ser praticada era para purificar o então pecador, no caso da mulher ser violada, a culpa seria dela, no entanto, se ela estivesse coberta e decente, o homem não teria permissão para abusar porque estaria cometendo um pecado passível de morte. Já no Novo Testamento, bem aí é outro mundo, pois há somente lições de perdão e amor ao próximo. Isso no Cristianismo.
Em outras religiões ou seitas enfim, há passagens incitando a violência, exigindo que os adeptos cometam atrocidades (como no caso de algumas seitas que realizam sacrifícios com crianças por exemplo, algumas tribos indígenas perdidas na Oceania e no Caribe) para ganharem o perdão e o "paraíso'. Essa é a principal diferença do Cristianismo para com o Islão, na Bíblia Deus é bondoso e pede que amemos o próximo como ele é, já no Islão ele é sanguinário, guerreiro e exige a matança dos infieis e de todos que não 'andarem na linha", daí existirem tantos grupos radicais que ceifam a vida de milhares todos dias ao redor do mundo.
Quanto à violação em si, independente de ser pedofilia, estupro, tentativa de estupro, pra mim configura-se em um transtorno mental grave para uma pessoa que não resiste a seus instintos, isso precisa ser observado acima da religião da pessoa, pois grande parte dos que fazem, fazem por impulso, por não conseguirem se conter. Agora quanto às violações cometidas por religiosos, aí a história é diferente, eles o fazem de forma lúcida por acreditarem que isso é certo, que assim estarão humilhando os infieis ou os pecadores, exatamente como acontece na Europa (especialmente em Malmö e agora na Alemanha) e estes são geralmente os mais defendidos, pois reprimi-los seria como discriminar a religião deles, e para a esquerda isso é mais grave que o próprio ato do estupro.
Independente da religião, cor, sexo ou nacionalidade do violador: deve haver punição.

FireHead disse...

Disseste tudo, meu caro. As violações são sempre e invariavelmente para ser condenadas. Mas uma coisa é uma pessoa saber que a violação é um crime e mesmo assim cometê-la e outra coisa é uma pessoa acreditar que a violação não só não é um crime como é legitimado por uma religião e cometê-la. É por isso que digo que há bestas que querem misturar alhos com bugalhos quando dizem que violador X ou Y é cristão e não muçulmano.

Quanto às atrocidades, o islão no fundo também é pagão, portanto é normal que cometa atrocidades "legitimadas" pelo seu deus pagão sanguinário. Alá não é muito diferente de Moloch ou Baal.