quarta-feira, 27 de julho de 2016

O que os «refugiados» querem

Uma famelga de «refugiados», ou melhor, parasitas islâmicos na Escócia
Na Escócia, algumas famelgas de «refugiados» sírios foram colocadas numa ilha remota, a ilha de Bute, e apesar de terem tudo o que precisam, como casas de borla, comida halal, subsídios, tradutores e até uma igreja católica local que foi transformada num centro para as crianças «refugiadas» poderem brincar, dizem que não estão felizes porque a ilha é só cotas que vão para lá para morrer. "As pessoas tratam-me bem aqui, mesmo muito bem. Mas não há movimento aqui, não há nada. Eu já não estou mais aborrecido. Eu estou deprimido. Sinto que não tenho mais nenhuma opção aqui - é morrer aqui. É só morrer aqui, nada mais", lamentou o patriarca de uma dessas famelgas, Abd, de 42 anos. "Não esperava vir para esta ilha. Pensávamos que íamos para Londres ou Manchester. Mas sempre que dizemos algo sobre mudarmo-nos daqui, dizem-nos 'Nós tivemos de pagar muito dinheiro para vos trazer para cá'. Sinto que é uma residência obrigatória. Sinto-me humilhado. Não vim cá para alguém me controlar".


Muitos locais estão chateados com os «refugiados». Queixam-se que os seus filhos não podem aprender outras línguas na escola por causa da falta de professores e que esses «refugiados» têm direito a tradutores e explicadores de graça. Uma mãe queixou-se do comportamento de um jovem «refugiado», que foi mal educado para com ela fazendo-lhe um gesto obsceno. Uma jovem disse que uma mulher síria gritou com ela e pediu-lhe para tapar os ombros que ela tinha à mostra. Uma senhora de idade garantiu que a população da ilha de Bute não foi consultada sobre a vinda desses «refugiados».

Nem todos os «refugiados» são terroristas. Muitos querem apenas boa vida de graça
Entretanto, cerca de 150 «refugiados» do Paquistão e do Afeganistão, países que devem fazer parte do império sírio que se encontra em guerra com o Estado Islâmico ou algo assim do género, começaram a fazer uma grave de fome junto à fronteira entre a Sérvia e a Hungria, exigindo a entrada no espaço comunitário europeu, pois eles sabem bem que se conseguirem entrar na Hungria terão livre acesso a países apetitosos como a Alemanha ou a Suécia. Eles são quase todos jovens do sexo masculino em idade de cumprir serviço militar.


Cadê as mulheres e os filhos deles? Vão depois ter com eles quando a guerra na terra deles acabar, né? Ainda serão «refugiados» assim?

6 comentários:

Afonso de Portugal disse...

«Uma mãe queixou-se do comportamento de um jovem «refugiado», que foi mal educado para com ela fazendo-lhe um gesto obsceno.»

Se ela acha isso mau, o que diria disto?

http://www.express.co.uk/news/uk/693680/refugee-rape-pensioner-eritrea-germany-cemetary-Iddenbueren

FireHead disse...

Pois, que nojo...

Obrigado por trazeres até aqui esta notícia. Vou ver se não me esqueço de falar disto que é para os welcomers que para aqui vêem ler isso fiquem, das duas, uma: ou lixados comigo, fazem birra e não vêm mais para este blogue; ou convertem-se e tornam-se seres mais prudentes...

Anónimo disse...

"Pensávamos que íamos para Londres ou Manchester. Mas sempre que dizemos algo sobre mudarmo-nos daqui, dizem-nos 'Nós tivemos de pagar muito dinheiro para vos trazer para cá'. Sinto que é uma residência obrigatória. Sinto-me humilhado. Não vim cá para alguém me controlar"."

Os que estão em França possivelmente dizem que pensavam que iam para Paris, os que estão na Alemanha possivelmente dizem que pensavam que iam para Munique ou Berlim, os que estão na Suécia possivelmente dizem que pensavam que iam para Estocolmo ou Malmö e os que estaõ em Portugal possivelmente dizem que pensavam que iam para a Alemanha, a Inglaterra ou a Suécia!

FireHead disse...

Lol, bem visto! Mas sim, que se lixe, toca é abrir as fronteiras para acolher mais e mais refugiados, aliás, todos os refugiados, e até mesmo os que não são refugiados, que a Europa é para toda a gente, até para os marcianos se for preciso, até porque ninguém é ilegal e todos são seres humanos (ou marcianos) e também possuem os seus direitos inalienáveis!! África para os africanos, Ásia para os asiáticos, Europa para todos, América para todos, Oceania para todos...

Adilson disse...

A Europa virou um barril de pólvora!

FireHead disse...

Pois e depois ainda fica muita gente admirada por os extremismos estarem a crescer. O curioso é que só temem mesmo é o crescimento do populismo da extrema-direita, da extrema-esquerda, como é o comunismo, ninguém parece ter medo. A História da humanidade foi reescrita com um estrondoso sucesso pela esquerdalha.