quarta-feira, 4 de maio de 2016

A estratégia dos invertidos

Hollywood (e associados) é, como se sabe, o local de onde emanam muitas das maiores aberrações dos nossos dias. Ontem foi o momento de ficarmos a saber que na famosa animação Frozen pode vir a aparecer uma parelha de invertidas. A estratégia ilustra bem a falta de escrúpulos desta gente, mas também a sua capacidade sinistra de fazer o mal de forma metódica e planificada. 
Em primeiro lugar, faz-se um filme que apresenta uma nova imagem de princesa, a Elsa, destemida, forte e amoral. Atente-se na letra da canção onde, às tantas, se diz que "tanto faz o que vão dizer". Ou seja, a sociedade não conta. Os laços da tradição não contam. Tanto faz que se diga que sou ladrão ou paneleiro, o que importa é o eu, o indivíduo atomizado e desligado da comunidade. 
Após o sucesso do filme avança-se para a continuação. E dá-se o passo lógico seguinte. Nas redes sociais, uma "iniciativa espontânea" (porque será que não acreditamos nisto?) pede à Disney que dê uma namorada à princesa Elsa. Para que a próxima geração de crianças cresça sem "homofobia". Naturalmente, agora é uma questão de tempo. Se a imensa maioria der sinais de vida a coisa ficará adiada, até porque nisto os estúdios sempre colocaram o capital à frente dos princípios e, por muito que estimem os invertidos, a maioria da população ainda não o é. Se o silêncio prevalecer e os larilas e amigos forem reproduzindo a ideia é bem possível que a Disney avance mais um passo em direcção à abominação total. 
Esta proposta mostra bem até que ponto o lóbi não respeita nada nem ninguém. Em especial as crianças. Trata-se, não de levar a que estas deixem a "homofobia" de lado (de resto, como abandonar algo que não existe?), mas de marcar terreno na conquista das mentes a favor da agenda gueizista. Não repugna aos invertidos que, a acontecer esta situação, haja futuramente crianças que serão gozadas nas escolas com um "tu és a namorada da Elsa!" ou um "olha, olha, a namorada da Elsa" ou até um "não brinques com ele/ela que é a namorada da Elsa". Esta gente, muito preocupada com bullingues e discriminação e trinta por uma linha não se importa minimamente com isto, apenas com os seus interesses. Convictos de que a história é uma linha recta conduzida pelo deus progresso crêem ser a mesma ininterrupta. Não lhes ocorre que existem cortes epistemológicos, retrocessos e que aquele que hoje está em cima amanhã poderá estar em baixo. 
Não concebo um invertido (activo, digamos) católico, pois a sua prática é inconciliável com a mensagem da Igreja. Mas conviria recordar-lhes o que disse Jesus Cristo acerca dos que pecam contra as crianças, que mais valia atarem uma pedra de mó ao pescoço e lançarem-se às águas. Mas talvez nem seja necessário aguardar tanto tempo. Estas campanhas do lóbi gueizista andam a esticar a corda há décadas e não é absolutamente certo que ela, quando quebrar, não o faça para o lado deles.

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