terça-feira, 12 de abril de 2016

O menino-Michelin do Brasil


Misael Caldogno Abreu é um brasileiro de apenas cinco anos e que pesa o mesmo que muitos adultos: 80 quilos. Devido ao excesso de peso, Misael tem problemas de locomoção e sufocos constantes, sobretudo quando dorme, tendo de ser auxiliado por um aparelho. "O coração só pode estar a trabalhar sob uma grande pressão. Se ele não recebe o tratamento de que precisa é provável que morra", teme o pai da criança, Manoel Abreu. De acordo com os médicos, Misael sofre de síndrome Prader-Wili, que faz com que ele não consiga parar de comer.

12 comentários:

João José Horta Nobre disse...

Pelo aspecto banhoso da mãe, isso deve ser de família...

Isa Sá disse...

Um caso sério de obesidade...

Isabel Sá
http://brilhos-da-moda.blogspot.pt

wind disse...

Coitado isso é horrível e tem vindo em todas as notícias. Ele devia ter um tratamento adequado!

CENSURADO AGAIN disse...

CARAMBA O SUB CORTEX DELE EM CERTA ZONA NUNCA TA SATISFEITO DEVE SER TERRIVEL O DE VCS ABRAAMICOS TAMBEM É DEGRADADO

Diana Fonseca disse...

Oh, há cada doença neste mundo. Pfff.

FireHead disse...

João José Horta Nobre,

Muitos gordos são gordos porque comem... mal. O puto, pelo que me apercebi, não consegue parar de comer porque é doente.

FireHead disse...

Isa Sá,

A obesidade é uma doença, mas este puto é obeso por causa duma doença.

FireHead disse...

Wind,

Devia ter, não; tem que ter!

FireHead disse...

CENSURADO AGAIN,

O que é que isto tem a ver com ser abraâmico? Tu és um doente mental, porra. Vai-te lixar, seu degradado.

FireHead disse...

Diana Fonseca,

Pois é, parece que infelizmente há de tudo... :/

Douglas Sulzbach disse...

É cruel, uma criança mal saída das fraldas e já com esse peso. Se continuar assim ele não chega aos dez anos, quando pela lógica já vai estar perto dos 200 kg, imaginem isso!
É urgente que ele emagreça, que encontre alguma alma caridosa que o ajude no tratamento.
Vou seguir torcendo por ele!
Abraços!

FireHead disse...

Douglas Sulzbach,

Pois, a nós realmente não nos resta outra coisa que podemos fazer por ele.

Abraço.