sábado, 2 de abril de 2016

Islão: o que os outros dizem


No programa de Sean Hannity, da Fox News, um imã e um pastor protestante discutiram acerca do islão. O primeiro diz, como já chegou a dizer outros muçulmanos conhecidos, como o primeiro-ministro turco, que não há islão radical porque ou há islão ou há radicalismo. Já o pastor frisou que não dá para encontrar no Novo Testamento nenhuma passagem que diz para matar os infiéis e que Jesus nunca matou ninguém, ao contrário do pseudo-profeta Maomé.
O vídeo foi colocado no Youtube por Robert Kraychik.

"Não retiro uma palavra", disse Laurence Rossignol à AFP
Em França, a ministra da Família, Infância e Direitos da Mulher, Laurence Rossignol, comparou as mulheres que andam de burqa - algo que é, diga-se de passagem, proibido em França mas que muita gente, sobretudo muçulmana, parece esquecer-se - a negros que apoiam a escravatura, juntando-se ao co-fundador da Yves Saint Laurent, Pierre Bergé, na crítica aos estilistas de várias marcas do mundo (H&M, Uniqlo, etc.) que estão a criar vestuário islâmico por estarem assim a participar na "escravidão das mulheres". A mulher virou, como é claro, alvo da ira do Observatório Nacional contra a Islamofobia, que acusou a ministra de estar "a ajudar os recrutadores do Daesh" (i.e. Estado Islâmico), da Liga das Mulheres Muçulmanas Francesas, que considerou as suas declarações "perigosas e irresponsáveis", e também de internautas que criaram a hashtag #RossignolDemission (#RossignolDemissão) no Twitter (notícia que pode ser lida por exemplo no Jornal de Notícias).
Uma vez mais se confunde o islão com racismo e uma vez mais os esquerdopatas comeram calados porque com o islão não se pode meter porque é sagrado...

Saja al-Dulaimi quer viver em liberdade na Europa. Porque não num país muçulmano?
A ex-mulher do líder do Estado Islâmico disse, numa entrevista à CNN, que teme pela sua filha, feita com Abu Bakr al-Baghdadi, e que quer viver na Europa (claro, porque é que não haveria de ser na Europa?). Iraquiana, Sala al-Dulaimi contou que teve um casamento com Abu Bakr al-Baghdadi em 2008 e que este era um "homem de família" e ainda não era um "terrorista sedento de sangue", mas sim uma pessoa "normal, um professor numa universidade". Em 2009, Saja fugiu de casa depois de engravidar, ela que partilhava o marido com uma outra mulher, e chegou a estar presa na Síria, em 2014.

Mulheres prontas para se sacrificar e vingar o seu povo assassinado pelos jihadistas
O Sputnik News informa que há cada vez mais mulheres a juntarem-se aos combatentes iraquianos para protegerem o seu país dos jihadistas do Estado Islâmico. Muitas delas são curdas peshmergas e também pagãs yazidis. Segundo a comandante do batalhão de mulheres persmergas, Hesibe Azade, de 34 anos, em muitas áreas os combatentes masculinos não podem revistar mulheres suspeitas. Para os jihadistas, morrer às mãos de uma mulher significa ida para o Inferno. Heibe sabe disso, daí dizer que as mulheres não receiam o Estado Islâmico: "Pelo contrário, os jihadistas têm medo das mulheres peshmergas. Têm medo de ser mortos por uma mulher porque pensam que tal morte resultará no Inferno. É por isso que têm medo de nós".

Ibrahim El Bakraoui/Miguel dos Santos. Não se vê logo que se parecia com um tuga?
De acordo com o que noticiou a TVI24, que não deve ser, digo eu, uma fonte tendenciosa qualquer, o terrorista islâmico Ibrahim El Bakraoui, que foi com os porcos juntamente com o seu irmão Khalil, ambos já com antecedentes criminiais, fazendo-se explodir em Bruxelas, usou um documento falsificado com o nome português Miguel dos Santos para arrendar um apartamento no bairro multiculturalista de Schaerbeek, em Bruxelas, onde esteve escondido durante três meses, e despistar as autoridades. "Falei com duas pessoas (que aparecem na imagem de videovigilância do aeroporto). O do meio era muito impecável a falar, com as crianças. Tinha a minha filha cá fora a brincar e ele brincava com ela. Uma pessoa muito correcta a falar. Com um sorriso, positivo. Nunca pensei que houvesse problemas", disse um membro da família portuguesa, que permanece no anonimato, que vive em Scharbeek juntamente com imensos belgas, norte-africanos e sul-americanos. "Nunca pensei na minha vida que era uma bomba que eles estavam a fabricar. Seria o primeiro a alertar a polícia de que estavam a preparar alguma coisa lá em cima".

A Bélgica colhe agora os frutos da bendita política da integração muçulmana
O TSF, entre outros meios informativos pouco ou nada tendenciosos, penso eu de que, diz que um relatório da polícia indica que pelo menos 50 pessoas, muçulmanas pois com certeza, que trabalham no aeroporto de Bruxelas simpatizam com o Estado Islâmico! "Quando fomos controlar esses funcionários fomos surpreendidos mais do que uma vez", pode ler-se na carta escrita pelos agentes, acrescentando eles que "é entre o pessoal das lojas de free shop, dos serviços de bagagem e especialmente entre os funcionários da limpeza que estão infiltrados simpatizantes do grupo terrorista". O próprio sindicato belga da Função Pública de Polícia diz que isto já era do conhecimento das autoridades e que há relatos de funcionários simpatizantes do Estado Islâmico a festejarem os atentados de Paris, de Novembro passado!
Isto é a Bélgica actual, o centro da maçónica União Europeia!


E por falar na maçónica União Europeia, que quer destruir as identidades nacionais europeias impondo o Plano Kalergi, e que na verdade está com isso a impulsionar a islamização, o vice-presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans, apelou ao genocídio dos brancos europeus dizendo que a Europa tem que ser diversificada, é isso ou então morre, porque é para aí que a humanidade caminha. Com isso Timmermans diz que é o mundo inteiro que tem que ter diversidade, mas sabemos todos muito bem que o Plano Kalergi só se aplica à Europa, ou então também aos países de maioria branca e cristã. Também o autarca de Bruxelas afinou pelo mesmo diapasão: "Nós temos de continuar a acreditar no modelo de sociedade aberta e multicultural - isto é o futuro".
O vídeo do Youtube é da cortesia do jessuatwork warior.


Podemos saber através do blogue Totalitarismo Universalista, do camarada nacionalista Afonso de Portugal, que o crítico do islão canadiano Mark Steyn concluiu que, graças ao acolhimento de "refugiados", dos quais 90% são do sexo masculino, a Suécia conseguiu a proeza de ter um desequilíbrio no rácio rapazes/raparigas na faixa etária entre os 16 e os 17 anos maior do que a China após 30 anos de política do filho único: 123 rapazes para 100 raparigas!

Os "oprimidos que fugiram da guerra da Síria" querem galinha e batatas fritas
De acordo com  o sítio informativo italiano Nuova Venezia, os "refugiados" acolhidos no hotel Al Bragosso di Sant'Anna, em Chioggia, causaram um violento protesto que obrigou a polícia a intervir. O motivo? Estavam fartos de comer pasta! Eles queriam comer galinha e batatas frias!
Estes italianos são mesmo uma vergonha! Que racistas! Islamofóbicos! São estes afinal os valores europeus de solidariedade e hospitalidade, pá?


Na Grécia, um agricultor que viu a sua quinta a ser invadida por hordas de "refugiados" vingou-se destruindo as tendas dos invasores com o seu tractor. Segundo os comentadores do Reddit, na Grécia há muitos centros de acolhimento de refugiados mas estes preferem estar acampados perto da fronteira com a Macedónia porque anseiam ir parasitar para os países mais ricos da Europa, como a Alemanha ou a Suécia. Os esquerdopatas, entretanto, já se manifestaram em Atenas exigindo que a Grécia abra as fronteiras e protestaram contra a expulsão dos refugiados para a Turquia que, por sua vez, e isso segundo a hipócrita Amnistia Internacional, manda os refugiados de volta para as suas terras, que por acaso não estão todas em guerra como a Síria.
O vídeo de cima é da RT.

2 comentários:

Afonso de Portugal disse...

Grato pela referência, camarada! :)

Quanto ao counteúdo destepostal, a notícia da França chocou-me particularmente. Parece que agora qualquer crítica que se faça ao Islão é automaticamente "apoiar o Estado Islâmico". Mesmo num país onde existe uma coisa chamada "Observatório Nacional contra a Islamofobia", tanta falsa indignação já mete nojo!

FireHead disse...

E o mais cómico é que continua-se a confundir anti-islamismo com racismo. Até agora o politicamente correcto ainda não me conseguiu, nem me há-de conseguir nunca, explicar que merda de raça é que é a merda do islão.