sábado, 23 de abril de 2016

75% da população norte-coreana precisa de ajuda humanitária

A subalimentação é uma das principais causas da mortalidade de mulheres e crianças
3/4 da população da Coreia do Norte, isto é, cerca de 18 milhões de pessoas, vivem com "insuficiência alimentar" e precisam de ajuda humanitária. É a maçónica ONU que afirma isso e também que a desnutrição continua a ser um grave assunto de saúde pública no belíssimo país de ideal comunista liderado pelo grande e querido líder Kim Jong-un. Para piorar, a seca que atingiu os rendimentos das colheitas do ano passado agravou a situação de 25 milhões de norte-coreanos. Segundo o relatório da ONU entitulado "RPD Coreia 2016: Necessidades e Prioridades", o problema de desnutrição afecta mais as mulheres e as crianças com menos de cinco anos.

Rumo à glória e à prosperidade, camaradas! Há sempre a promessa dos amanhãs a cantar!!

5 comentários:

CENSURADO AGAIN disse...

FALTA ATÉ PAPEL HIGIENICO DIRÁ COMIDA ESSA ARTE SOVIETICA É TOSCA PEGA ARTE CLASSICA E DETURPA COLOCANDO UM BANDO DE ESFARRAPADOS IDIOTAS UTEIS COMO SE FOSSE ALGO EPICO DIGNO DESSA ARTE

CENSURADO AGAIN disse...

DO QUE ADIANTA SE VER NUMA ESTATUA EM ESTILO EPICO SE VIVEM NA MERDA

FireHead disse...

E a parte mais fixe é que a tua querida ideologia nazi é irmã gémea do comunismo. Bem que devias adorar a Coreia do Norte, pois por lá é tudo ultra-nacionalista, não há misturas raciais, o povo é completamente homogéneo e todos fazem a mesma coisa, comem a mesma coisa, enfim, há mesmo algo em comum: o comunismo! O ideal de qualquer nazionalista besta.

Anónimo disse...

Lembro-me do dia em que assisti um documentário em que um francês foi até esse paraíso comunista. Ao chegar lá, notou que filhos de membros da alta classe do partido tinham privilégios que os filhos comuns não tinham. A resposta foi que o socialismo lá ainda estava em fase intermediária, que eles estavam trabalhando para implementar o comunismo pleno.

Realmente. Um futuro glorioso que jamais chegará.

FireHead disse...

Por cá passou um documentário de Hong Kong sobre a experiência de um actor que esteve por lá e cuja estadia foi aceite pelo governo norte-coreano. Tudo o que ele fazia e para onde ia tinha que ser devidamente acompanhado por alguém e até chegou a conversar com uma estrangeira europeia que está lá a trabalhar e a viver. Esta, coitada, disse-lhe em inglês que tinha que ter muito cuidado com o que dizia aos outros sobretudo aos estrangeiros. E depois há muitas outras coisas maravilhosas, como o metro de Pyongyang, com passageiros que na verdade não passam de actores: as mesmas pessoas apareciam imensas vezes nos metros e nas estações. Quando o gajo era levado para algum lugar - que o regime tem todo o interesse de mostrar às pessoas - não o deixavam ver as paisagens por serem demasiado tristes e mostrarem a miséria que por lá reina. Até as pastas dentífricas e as escovas de dente, que são oferecidas regularmente à população, são da mesma marca, e casas bonitas só mesmo com o consentimento do regime e para os seus. Nas escolas, as crianças, que aprendem a falar muito bem o inglês, aprendem cantando que os EUA são o inimigo e que o capitalismo é demoníaco. Mesmo os estrangeiros estão obrigados a curvar-se perante as estátuas de Kim Jong-il e do seu pai, o avô do Kim Jong-un. O Estado é oficialmente ateu, mas na prática toda a população tem que adorar o querido líder como se fosse um deus. Enfim, são apenas algumas coisas da maravilha que é a Coreia do Norte que faz as delícias dos imbecis dos comunas tugas como o Bernardino Soares, que não há maneira de emigrar para lá, pois já se sabe que comunista feliz é comunista que não vive num país comunista...