sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Um Papa que não defende a Verdade

O Papa Francisco aparece num vídeo recente a fazer um pedido para este mês: que homens e mulheres de diferentes crenças religiosas dialoguem de forma sincera para produzirem frutos de paz e justiça porque "todos somos filhos de Deus".

video

Este Papa uma vez mais parece esquecer-se daquilo que ensina o Cristianismo e o que é que são o Judaísmo, o budismo e o islão. Se é verdade que todos nós somos filhos de Deus, também não é menos verdade que nem todos são os escolhidos porque os que não crêem em Jesus Cristo serão condenados (Mateus 16:15-16). 
Em nome da paz e da justiça, o Papa não quer saber que o budismo não acredita em Deus, que Alá não é senão um ídolo pagão de Meca e que o Judaísmo é uma religião ultrapassada. Não interessa a este Papa que Jesus Cristo tenha dito que Ele nos deixa a Sua paz, e não a paz do mundo (João 14:27). 
O Sumo Pontífice parece que despreza o facto de Cristo ter dito que ninguém vai ao Pai a não ser por Ele por ser o caminho, a verdade e a vida (João 14:6). Colocar Cristo ao lado do Buda Sakyamuni e coisas dos judeus e dos muçulmanos é retirar a devida importância a Cristo. Como Papa, ele devia saber muito bem que o ecumenismo e o sincretismo são coisas do demónio. Não foi para isso que Cristo enviou os apóstolos. Não é por isso que existem os missionários.
O movimento ecuménico foi várias vezes condenado pela Igreja Católica (Encíclica Mortalium Animos). É dogma da Igreja Católica o facto de só a Igreja salvar (IV Concílio de Latrão), e não qualquer religião. Ecuménico é o Inferno. Se todas as religiões salvam, para quê discutir qual seria a religião verdadeira? Não havendo certezas absolutas, reinam o relativismo e o indiferentismo. Se acima do credo está mesmo o amor, então qualquer crente se salva sem mesmo estar do lado de Cristo, apesar de quem não estar com Cristo estar contra Ele (Lucas 11:23).
Afinal este Papa está de que lado? Que Deus tenha piedade dele. Dele e não só.

10 comentários:

Anónimo disse...

Olá. Disseste que tiraste curso de relacoes internacionais. para que te serve e porque escolheste o curso? dá te jeito na vida profissional? Para que te serve o um curso profissional de Sistemas de Apoio à Gestão Empresarial feito no Instituto de Formação Profissional do Instituto de Emprego? esses cursos iefp nao sao um bocado manhosos, do genero novas oportunidades/ curso para desempregados? serve te para alguma coisa? o curso técnico de Energias Renováveis (energias térmica, fotovoltaica e eólica) da Master.D foi por que razao? chegaste a trabalhar em alguma das areas relacionadas com os cursos e formacoes que tiraste? ja agora esse master d nao fica ali em entre campos perto da igreja do campo grnde? se for eu andei lá ha 10 anos atras..
obrigado e boa sorte na vida.

wind disse...

Bom fim de semana:)

FireHead disse...

Anónimo,

Vivi uns 13 anos em Portugal desde que para cá vim em 1999 (estou agora ainda em Portugal de férias até dia 16). Tirei Relações Internacionais porque era o curso que eu queria tirar e também porque era a única opção na qual eu apostei no secundário.

Depois de ter terminado o curso começou o drama da procura do primeiro emprego. Como não consegui arranjar nada, inscrevi-me no centro de emprego de Vila Franca de Xira e os gajos lá chamaram-me para frequentar um curso profissional só para licenciados desempregados, que era a SAGE. Depois, para terminar o curso, o centro de emprego arranjou-me um estágio numa empresa de trabalho temporário, que era a LUSOCEDE e que mais tarde passou a chamar-se Newtime antes de fechar portas devido a falcatruas (essa notícia foi falada na comunicação social na altura quando se deu o caso). A sorte é que, depois de ter estagiado na LUSOCEDE, o pessoal de lá gostou de mim, inscrevi-me como trabalhador temporário e foi assim que eu comecei a minha vida activa remunerada. Trabalhei sempre em armazéns, mas tive ainda uma passagem bastante enriquecedora na Central de Cervejas, onde chegava a ganhar 1000 euros mensais, como auxiliar de guarda das adegas.

Antes de entrar para a SAGE eu tentei uma única vez seguir na minha área de Relações Internacionais, candidatando-me para uma vaga de adido diplomático no Ministério dos Negócios Estrangeiros quando eles abriram um concurso, meti os papéis conforme pediram, esperei, esperei, esperei... e nada. Disseram-me depois que eu só andei a perder o meu tempo porque das vagas que eles abriam mais de metade já estavam preenchidas por afilhados e amigos.

Como trabalhador temporário estive uns aninhos até entrar na secção de pós-vendas da Módis (SONAE), onde estive dois anos e meio. Só não continuei por lá porque não quiseram passar-me a efectivo. O chefe de lá era super porreiro e ainda quis colocar-me numa empresa de logística que havia na altura e que era a Totalmédia, mas como não gostei daquele ambiente, recusei.

Mais tarde meti-me no curso da Master.D. Na entrevista, o homem com quem eu falei garantiu-me que todos os que tiram esse curso de energias renováveis arranjam emprego. Ok, ele estava a vender o seu peixe e eu caí nele. Fiz o curso, consegui uma excelente média o que me deu a possibilidade de estagiar numa empresa onde eu aprendi muito em termos práticos, mas também a coisa não foi além disso. Como por cá já não via mais nada para mim, decidi voltar para a minha terra que é Macau, e agora até posso dizer que estou num sítio que tem algo a ver com o curso que eu tirei no ISCSP, pois é uma ONG de cariz portuguesa vocacionada para a área internacional de afirmação de Macau e da preservação da cultura e identidade macaenses, precisando eu de fazer uso não só do português como também do inglês e do chinês.

A Master.D agora acho que já não fica em Entre Campos. Eu na altura para ir para lá tinha que apanhar transporte até ao pé do Saldanha para ir a pé até lá.

Obrigado. Boa sorte também para ti. E bom ano.

FireHead disse...

Wind,

Bom fim-de-semana também para ti, mas antes disso uma boa sexta-feira também. ;)

Lura do Grilo disse...

Pobre Papa. Falha no essencial!

Anónimo disse...

Sim sim é o Islão e sempre será os mulçumanos . Quem te esfregar na cara o contrário Censure. ;D ☺

Anónimo disse...

central de cevejas em alverca? conheces la algum venancio que fazia distribuição de bebidas nos camioes? tenho amigos meus q trabalham/trabalharam la e eles dizem que por la rodam muito o pessoal.
sabes, o problema de portugal é a fraca indústria, é por isso que ha tanta pobreza. sem o pais verdadeiramente se industrializar nao podemos dar volta a isso. é la que a malta jovem e pessoas com baixa formacao pode encontrar emprego e sonhar com um futuro melhor e garantir estabilidade para futuramente os seus filhos ascenderem.
eu penso que ja comentei aqui precisamente sobre isso. o pessoal dos bairros mais problematicos nao é que nao queiram trabalhar, nao encontram é emprego. é na industria e nas fabricas que se podia reverter essas situações. tenho amigos brancos pretos etc que faziam muita merda quando vagueavam nas ruas, mas quando começaram a trabalhar nas fabricas viu-se a transformação no comportamento deles. la sao iguais a qualquer outra pessoa, nao importa o aspecto as qualificações. interessa que aprendas e sejam eficiente. tornaram-se mais responsaveis e valorizavam mais o bem publico. mas para isso temos que valorizar a producao nacional.

FireHead disse...

Lura do Grilo,

E como ele falha e é assim meio a roçar o fiasco, tem o apoio, a simpatia e até mesmo o amor dos católicos da treta e também dos não católicos... Sintomático...

FireHead disse...

Anónimo das 00:04,

Não sei o que é que tu quiseste dizer com o teu comentário. Será que alguém entendeu?

FireHead disse...

Anónimo das 03:47,

Não, não conheci nenhum Venâncio. Eu estive na Central de Cervejas apenas durante três ou quatro meses durante o Verão de 2007, já foi há muito tempo...

E quem é que deu cabo das indústrias?? Nos tempos do Salazar não era assim... Acabaram com os cursos de formação, com as escolas industriais, com a figura dos aprendizes...

O que tu dizes é verdadeiro em parte. Nem todos querem trabalhar, isso eu garanto-te. Muitos se puderem, e estamos a falar tanto de pretos como também de brancos, ficam é a parasitar e a receber subsídios... tantos são eles...