quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Proíbam o álcool se não quiserem mais violações!


Na Alemanha, o grupo islâmico MuslimStern declarou, na sequência do que disse um imã de Colónia, que o país devia proibir o consumo de álcool que é para evitar casos de violência sexual e ajudar também os imigrantes norte-africanos a integrarem-se. Acusando os média de estarem a usar o que aconteceu em Colónia para promover o "racismo contra as minorias" - facto que felizmente tem servido como propaganda a favor do nacionalismo alemão (crescimento da PEGIDA e também do partido Alternativa para a Alemanha) -, o grupo que conta com mais de 20 mil seguidores insinuou que as escolas alemães esqueceram-se de ensinar um "facto biológico básico" enquanto se gasta muito tempo a ensinar as crianças sobre sexo na escola: "Algumas mulheres deveriam pensar se é prudente andarem vestidas com pouca roupa e alcoolizadas, entre hordas de homens bêbados. Em geral, as mulheres devido à sua natureza têm uma responsabilidade quando saem de casa no que respeita à indumentária. Não se pode atirar um antílope nu para a frente de um leão e esperar que o leão nada faça. É impressionante que seja ensinado nas aulas de biologia tanta coisa sobre o acasalamento e o comportamento sexual de seres vivos mas estas regras são completamente ignoradas no dia-a-dia. E porque muitos não muçulmanos enfatizam constantemente que vivemos num país cristão, dizemos-vos, neste país as mulheres deveriam vestir-se cristianamente. Maria, Mãe de Jesus, vestia-se como uma mulher cristã tem de se vestir. Portanto seria altamente recomendável para algumas mulheres que adoptassem o modelo de Maria e não o de Lady Gaga".
Com que então a culpa é do álcool... E eu aqui a pensar que os alemães sempre gostaram de beber bebidas alcoólicas e as coisas não eram assim quando não havia tantos alógenos na Alemanha. Mais do que proibir o álcool, é preciso é proibir a presença/entrada de (mais) alógenos, isso sim.

Leitura complementar: A islamização da Alemanha em 2015, por Soeren Kern.

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