domingo, 3 de janeiro de 2016

Parkinson: portugueses fazem descoberta promissora


Uma equipa de investigadores portugueses do Centro de Estudos de Doenças Crónicas da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa liderados por Sandra Tenreiro e Tiago Outeiro descobriu que uma proteína até agora subvalorizada na doença de Parkinson, a proteína beta-sinucleína, semelhante a uma outra que é a alfa-sinucleína, pode desempenhar um papel-chave na doença. "Talvez possamos utilizar esta proteína como alvo terapêutico, testar estratégias capazes de interferir com a toxicidade desta proteína", afirmou Tiago Outeiro à Lusa, acrescentando que se trata de uma das metas para futuros estudos. A equipa estudou a toxicidade da proteína beta-sinucleína na levedura, célula simples, mais fácil de manipular geneticamente, mas cujo funcionamento não difere muito do da célula humana, e depois os resultados foram validados em linhas celulares humanas, linhas derivadas de células do cérebro, mas cultivadas em laboratório. Em ambos os casos, as células entraram em "stress" e morreram quando produziam "níveis mais elevados" da beta-sinucleína. "Mais do que demonstrar a toxicidade da proteína beta-sinucleína, o nosso estudo abre portas a novas perguntas e relembra-nos que há ainda muito a fazer para se compreender a base molecular destas doenças a que chamamos sinucleinopatias", como a doença de Parkinson. O investigador disse também que "o desenvolvimento de terapias eficazes passa por primeiro entender os mecanismos moleculares que estão na origem da doença" e salientou que "até agora, era sabido que a formação de aglomerados da proteína alfa-sinucleína no cérebro é um aspecto central na doença" de Parkinson. Os neurónios (células do sistema nervoso) afectados "acabam por morrer, o que dificulta a transmissão de mensagens no cérebro e o controlo do movimento, levando ao aparecimento da doença", que afecta os movimentos corporais, conduzindo a tremores, rigidez, instabilidade na postura e a alterações na marcha. A doença de Parkinson aparece quando os neurónios de uma determinada região do cérebro, chamada substância negra, morrem, sendo que, "quando surgem os primeiros sintomas, já há perda de 70 a 80 por cento destas células". Segundo o comunicado da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, em Portugal a doença de Parkinson atinge qualquer coisa como 20 mil pessoas.

2 comentários:

Anónimo disse...

Um portuga decidiu falar umas verdades sobre a America moderna e tomou varias bordoadas por conta disso.

o ponto mais hilariante da discução foi a foto em que se atribui aos avanços do projeto espacial portugues :

https://cdn.liveleak.com/80281E/ll_a_s/2015/Dec/22/LiveLeak-dot-com-460_1450761040-spaceprogram_1450761045.jpg?d5e8cc8eccfb6039332f41f6249e92b06c91b4db65f5e99818bdd2974446dcd69bb0&ec_rate=230

o comentario do portuga foi em concordancia ao comentario do usuario "USA ROCKS".
http://www.liveleak.com/view?i=96d_1450754471

DE fato hoje os EUA são uma quase que total nulidade em inovações tecnologicas de grande expressão ,mesmo os lixos inuteis dos smartphones é uma tecnologia ultrapassada que data do final da decada de 90 .a tecnologia touch já era comercializada em celulares da microsoft , a apple deu apenas uma nova cara a esses BRINQUEDOS ,foi apenas no design e propaganda que jobs se consagrou. Oque tambem tornaram esses BRINQUEDOS mais atraentes ,alem do design, foi a possibilidade de uma transmissão de dados via internet com uma maior quantidade e velocidade .

pelo andar da carruagem não esta longe o dia em que fogos de artificios serão o maximo que os americanos conseguiram lançar aos céus.

FireHead disse...

Engraçado, vi este mesmo comentário no blogue GLADIUS.