segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Para Que Não Caia no Esquecimento

Como podem ver no vídeo acima, as pessoas de Moçambiqe viviam
na década de 60 num "terror" absoluto e arrepiante que era imposto
pelo "faxismo pavoroso" do regime do professor Salazar.

Há quarenta e um anos atrás, Moçambique - território com presença portuguesa desde 1498 - era já um Estado "independente". Da perspectiva dos lacaios do Mundialismo fanático que tomaram o poder em Portugal (ao que tudo indica com o apoio da CIA...) a 25 de Abril de 1974, isto foi a coisa correcta a fazer, pois o regime de então era segundo a sua lógica doentia, adepto de um "faxismo pavoroso" e negador do "direito à autodeterminação dos povos". 

O Partido Comunista Português, em conluio com outros grupelhos de extrema-esquerda, foi o principal responsável por tamanha canalhice e ainda hoje é de dar vómitos o sorriso do psicopata Álvaro Cunhal que dizia estar muito preocupado com o tal "direito à autodeterminação" dos povos africanos, enquanto simultaneamente defendia a opressão dos povos de Leste sob a bota cardada do Imperialismo Soviético. Este autêntico filho da puta, um sonso e hipócrita, nem por uma única vez na sua vida foi capaz de reconhecer o terror que se passou por detrás da infame Cortina de Ferro, mas mesmo assim, nunca deixou de ser e ainda é acarinhado pelos merdi@ nacionais e propagandistas do regime da laia dos Pachecos Pereiras, entre inúmeros outros estafermos aos quais só lhes teria feito bem era terem passado uma temporada num Gulag do "paraíso socialista" para verem o que era bom. 

Foi por causa das políticas de filhos da puta como Álvaro Cunhal, entre muitos outros pedaços de merda que ainda hoje somam e seguem por aí, que uma parente minha teve de fugir de Moçambique com o marido, a filha e toda a restante família, de forma a não serem mortos por esses grandes "humanistas" da FRELIMO, a quem o poder foi entregue de bandeja pelo traidor Mário Soares através dos Acordos de Lusaka de 7 de Setembro de 1974

Com Lourenço Marques em caos e os portugueses brancos que lá viviam totalmente abandonados tanto pelo governo Português em Lisboa, como pela comunidade internacional, a única opção que restou à minha parente foi a de fazer as malas com o marido e procurar refúgio urgente na África do Sul, País este que salvou muitos milhares de portugueses de uma morte certa às mãos da FRELIMO que berrava nas suas emissões de propaganda a necessidade de se matarem as "moscas brancas", ou seja, os brancos em Moçambique. 

Apesar dos mais do que claros incentivos à limpeza étnica e ao genocídio por parte da FRELIMO, até hoje nem um único dos seus dirigentes ou responsáveis foi indiciado pela comunidade internacional ou levado a julgamento no Tribunal de Haia. 

Qual foi o crime da minha parente e de muitos outros portugueses brancos como ela? Nenhum. Possuía apenas um apartamento em Lourenço Marques, cidade onde vivia e trabalhava, nunca tendo sido nenhuma "exploradora de pretos", ou "dona de escravos" como os difamadores gostam de apontar a quem passou pelo drama da descolonização. 

A verdade sobre o que se passou em Moçambique e não só, com a tal "descolonização exemplar", ainda hoje está muito convenientemente abafada e assim vai continuar até ao dia em que este maldito regime caia de podre, carcomido pela corrupção, a traição e a incompetência crónica que já o afectam de forma muito visível. Talvez nesse dia, aí sim, os portugueses venham a saber a verdade sobre tudo o que se tem passado em Portugal desde 1974. 


João José Horta Nobre
10 de Janeiro de 2016

6 comentários:

João José Horta Nobre disse...

Obrigado.

Abraço

Anónimo disse...

essa gente é assim em todo canto,só mesmo a sharia ou ditaduras ala ccuba pra sossegar o facho dessa laia.aqui no brasil nas praias cariocas acontecu casos semelhante, onde bando de favelados iam de monte pra cim de jovens mulheres para despilas e em sequencia roubar seus pertences .

FireHead disse...

João José Hora Nobre,

Não tem de que. Divulgar é preciso. ;)

Abraço.

FireHead disse...

Anónimo,

Quem te ouve falar até deve achar que o Hitler ou o Mussolini eram uns favelados.

Anónimo disse...

"Quem te ouve falar até deve achar que o Hitler ou o Mussolini eram uns favelados.
"
mas hitler não era um gay-ateu-judeu-cristaõ-anticristão-pagão-amigodosIslamicos-comunista-anticomunista-quematavagays?

FireHead disse...

mas hitler não era um gay-ateu-judeu-cristaõ-anticristão-pagão-amigodosIslamicos-comunista-anticomunista-quematavagays?

Ya. Por isso mesmo. DUH.