terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Mais consequências da crise dos refugiados (XVII)

Uma sobrevivente do Holocausto pede para que o governo britânico aceite hordas de «refugiados» que são, como todos nós já estamos mesmo fartinhos de saber, muçulmanos, ou seja, gente que vê os «infiéis», como os judeus, como cães ou macacos.

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O Japão está a ser alvo da fúria da crítica por ter recusado 99% dos pedidos de asilo. O engraçado é que mesmo assim o país nipónico já aceitou mais de 50% dos «refugiados» no ano passado do que em 2014 e ninguém diz nada em relação aos riquíssimos países do Golfo.


Na Suécia há suecos nativos sem-abrigo a passar frio nas ruas enquanto que «refugiados», como muitos provenientes de África, são instalados em apartamentos bem quentinhos, com comida e roupa oferecidas também, às custas dos contribuintes.

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Um sem-abrigo sueco na casa dos 60 anos e de nome Sture foi encontrado morto ao pé do hospital de Nynäshamn por lhe ter sido negada a entrada nesse estabelecimento, informa o Nynäshamnsposten. Sture morreu de frio devido às temperaturas negativas (entre -12º e -14º).




Ainda na Suécia, agora em Mölndal, uma jovem de 22 anos que trabalhava num centro para crianças «refugiadas» foi assassinada à facada no seu local de trabalho. Segundo o Göteborgs-Posten, houve «uma briga séria» lá com os supostos menores (já lá iremos) e a vítima acabou por pagar por isso. A Sveriges Radio relatou na passada sexta-feira que o número de casos de violência e ameaças nos centros para os «refugiados» duplicou em comparação com 2014.


O dito centro supostamente acolhe menores de 14 a 17 anos. Mas será que acolhe mesmo? É que muitos dos «refugiados» não têm documentos e, ao contrário de muitos países, a Suécia é estúpida o suficiente para não exigir testes médicos para saber a idade dos alegados menores. Tudo porque as autoridades suecas têm um medo tremendo de serem acusadas de «racismo»! Na Dinamarca, três em quatro «menores» eram adultos em 2012, na Noruega idem e na Finlândia 65% dos «menores» afinal não eram menores, chegando mesmo ao cúmulo de haver um alógeno de 29 anos envolvido...


Ah, também na Suécia os «migrantes» podem conduzir sem carta! Mas eles não vinham para a Europa sem nada? Como é que conseguem eles arranjar carros? Terão sido oferecidos pelo Estado sueco?


No País de Gales, os «refugiados» afegãos queixam-se da comida que lhes é oferecida, dizendo que não é boa, entre outras coisas...

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Agora os «refugiados» que tiverem mais do que uma mulher vão passar a receber mais benefícios no Reino Unido. Basta que a poligamia também seja trazida lá dos buracos islâmicos de onde os «refugiados» vêm, pois o Reino Unido não permite o casamento com mais de uma pessoa...


Semanas depois dos ataques sexuais em massa em Colónia na passagem de ano, várias mulheres puseram-se a oferecer rosas aos «refugiados». Um episódio que retrata perfeitamente a enorme vontade de suicídio.

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E depois como é que querem que não surjam pessoas e movimentos que se opõem ao acolhimento de «refugiados» e à islamização, que por acaso já havia ainda muito antes de se dar esta crise dos «refugiados»? Como é que querem que não surjam por aí «racistas» ou «islamofóbicos» contra a invasão e a substituição populacional?

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