segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

De feminista abortista a cristã

Isto é a prova de que o bem triunfa sempre sobre o mal, no caso a esquerda satânica: a brasileira Sara Fernanda Giromin, nascida em 1992, era uma feminista fanática pró-abortista e pró-lóbi gay que se converteu ao Cristianismo. 
Conhecida por Sara Winter nos seus tempos de irracionalidade, a jovem, uma das fundadoras da FEMEN Brasil, teve uma experiência dramática recentemente que a levou a mudar de vida de forma radical. "Arrependo-me de ter abortado (no passado) e hoje peço perdão", disse a rapariga no passado dia 14 de Outubro, quase um mês depois do nascimento do seu filho. "Arrependo-me muito, não quero que o mesmo se passe com vocês", acrescentou. Para abortar recorreu a um fármaco que lhe foi oferecido por outra feminista, o que lhe fez sangrar quase até morrer, tendo depois sido ajudada por "um homem que de pró-feminista não tinha nada".
"O feminismo deveria centrar-se mais em cuidar das mulheres do que pôr as suas vidas em risco" com o aborto e, depois de ter passado pelo que passou, Sara começou a atacar a ideologia do género que quer destruir a família tradicional. "Para mim, mulher é quem nasce com vagina e homem é quem nasce com pénis", afirmou, antes de, em Novembro, ter exigido às feministas brasileiras respeito pelas mulheres religiosas, o que lhe valeu inúmeras ameaças por parte das feministas. Em Dezembro, Sara publicou um livro digital intitulado "Vadia, não! Sete vezes que fui traída pelo feminismo" e baseado nas suas experiências no mundo do feminismo brasileiro, que inclui "orgias, álcool, drogas e desvio de dinheiro". O nascimento do seu filho fê-la tornar-se novamente activista, mas contra o movimento feminista e esquerdista.
As feministas, descreve ela, são "mulheres histéricas". "Não estou isento de culpa, eu também fui assim, mas graças a Deus estou curada", assegurou. Hoje a sua luta é também contra o aborto em prol da vida: "Há muitas ONGs e instituições que necessitam de uma mão amiga e voluntária para cuidar das vítimas de violência. Vamos, ajudem, façam a vossa parte. Cuidem, ajudem e amem as outras mulheres". Em relação às mulheres grávidas, Sara disse que "ser mãe é uma dádiva", sendo a maternidade "uma experiência que toda a mulher que deseja deve passar. Os bebés não têm culpa do descuido, irresponsabilidade dos adultos. Precisamos de interceder por eles".


Inspirada em Jesus Cristo, Nossa Senhora e outras personalidades como Madre Teresa de Calcutá, Sara afirmou que agora está a tentar seguir os 10 Mandamentos. Para ela, "não existe nada mais lindo na face da Terra" e sente-se feliz e acolhida pelos cristãos, que levam "a sério o perdão".
As receitas da venda do seu livro têm servido para apoiar iniciativas de ajuda às mulheres em situação de violência e contra o aborto.

Sem comentários: