sábado, 16 de janeiro de 2016

Continuai a ser Charlie!

Estes são os novos cartoons da revista satírica francesa Charlie Hebdo:


Segundo o Charlie Hebdo, se o menino sírio Aylan Kurdi não tivesse morrido, ele seria um violador no futuro.




Aqui algumas reacções à liberdade de expressão do Charlie Hebdo no ano passado:




Um usuário do Twitter que tem como alcunha Brass Islam decidiu provocar ainda mais os muçulmanos e os esquerdistas que ficaram fulos com as novas caricaturas perguntando se algum muçulmano fez sexo com Aylan Kurdi depois da sua morte, citando o hadith 374 do livro 23 de Sahih Bukhari Volume 2 que diz que Maomé (QAMESE) disse a Abu Talha para fazer sexo com uma mulher morta.

Em baixo, a prova de que a Europa é cristã: os cristãos caminham sobre a água, as crianças muçulmanas afogam.


O Charlie Hedo diz que os refugiados são larvas. Nada que incomode o usuário Roland Ley, que, como Charlie que é, defendeu que a existência do Charlie Hebdo consiste em provocar e insultar. "Ainda assim, eu digo que eles têm o direito de insultar e provocar, e nós temos o direito de ignorá-los e não o comprar", acrescentou Roland Ley num outro tweet.


O Aylan Kurdi esteve perto do seu destino e um letreiro com a imagem daquele que parece ser o Ronald McDonald's diz que dois menús de criança custam o preço de um.


E viva a liberdade de expressão, né? Um amigo meu que é Charlie disse no Facebook que não há nenhuma religião que pode estar acima da liberdade de expressão. Ora, se até se pode insultar a religião e mesmo Deus sem precisar de pagar e bem caro por isso, então assim é lógico que se pode gozar com tudo.

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