domingo, 3 de janeiro de 2016

A primeira bebé de 2016 em Portugal


O primeiro bebé de 2016 em Portugal é uma menina que se chama Francisca e que nasceu precisamente à meia-noite na maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, de parto natural e com 3,680 quilos. A progenitora, Carina Ferreira, disse à SIC Notícias que o nascimento ocorreu quando se ouvia o fogo de artifício em Lisboa.
Eu estou a ver bem? A primeira pessoa a nascer em Portugal este ano é de raça branca!

8 comentários:

RICARDO DA SILVA LIMA disse...

Cuidado, Firehead, que "eles" vão falar que você é um racista :P

Cumprimentos.

FireHead disse...

Racista eu, por afirmar o óbvio?? :P

Abraço.

Anónimo disse...

BRANCA,TENHO MINHAS DUVIDAS?

Anónimo disse...

como os editores do alerta digital sabem que os primeiros bebes madrilhenhos e catalão são brancos, só pelo nome? poderia ser crianças de origem argentina,chilena,equatoriana , peruana que são povos extramamente mestiços . Messi ,por exemplo,apesar da pela clara(apesar dos rasgos faciais não brancos),tem uma mãe de origem indigena.

FireHead disse...

Anónimo da 18:40,

Tens dúvidas? Vai à Multiópticas.

FireHead disse...

Anónimo das 18:55,

Sabem porque viram as fotos deles, tal como eu.

Mestiços? Mas há alguém que seja puro? Diz-me lá quem é que é mesmo puro, mas olha, aproveita para me mostrar também a árvore genealógica para confirmação.

Ivan Baptista disse...

E as dos anos anteriores, também não eram ?
Sei que para ti é te indiferente veres brancas a parirem café com leite, talvez por seres mestiço, não sei, mas a mim , instintivamente e secalhar por eu ser mais caucasiano que outra coisa ,faz-me impressão , não sei bem porque mas é mais isso !
Secalhar porque a Natureza ou Deus fez-me racista, pois não sei, e
curiosamente, não me faz nenhuma diferença se vir um casal de homem branco e mulher negra, ou até mesmo homem asiático e mulher branca, não sei bem por quê .
E juro que isto nada teem a ver com educação, pois por hipocrisia ou não, familiares meus e instituições, desde a cresce pré-primária até á minha fase adulta, sempre me deram uma educação de aceitação e tolerância á diversidade .
E eu até gosto de mulatas e sou até capaz de gostar de negras, bonitas, ou seja, gosto daquilo que é exótico .
O que me faz mais confusão, é a aceleração com que os povos europeus se estão a fazer desaparecer do mapa, isto é , os brancos europeus estão cada vez mais a passar a ser uma espécie em vias de extinção !
Como tudo isto começou e porque é que isto começou ? Isto não é um genocídio ao homem branco ?



FireHead disse...

Ivan Baptista,

Quem é que te disse que para mim é-me indiferente?? Ser-me-ia indiferente se fossem casos pontuais. Se todas as brancas, ou a maioria das brancas, começassem a parir mestiços, eu ficaria sim muito preocupado porque eu defendo os conceitos de maioria e de minoria.

Sou mestiço de segunda geração, mas ainda assim não queiras comparar uma mistura euroasiática com uma mistura entre brancos e negros ou negros e amarelos. O KAGORVM diria logo que é uma questão hemisférica, a haver misturas teria que ser norte com norte e não norte com sul.

E, por ser mestiço de segunda geração, sou mais caucasiano que amarelo.

Acredita que eu também não tenho problemas com casais multirraciais. Mas, de novo, defendo que isso não deve ser generalizado. Porque defendo que cada país deveria ter um povo maioritariamente homogéneo. A diferença para com os ditos racialistas é que para mim um povo europeu não tem que ser 100% branco. Mas sim, pelo menos, 95%. Assim de certeza que não haveria riscos de extinção do que quer que seja.

Existem mulatas bonitas, tal como existem chinesas, japonesas, mongóis, tailandesas, indianas, americanas indígenas, mestiças, etc. bonitas. Só os racialistas é que negam isso, pois para eles só existem brancas bonitas, aliás, para eles todas as brancas são bonitas, não existem brancas feias, e mesmo as brancas que para nós são feias, para eles sempre são mais bonitas que a mais bonita das mulatas ou das amarelas.

Dizem que os portugueses globalizaram o mundo. E, nos tempos das Descobertas, por onde os portugueses passaram deixaram a sua marca. Já ouvi «nazionalistas» alegarem que os portugueses só deixaram mestiços no mundo naqueles tempos porque passavam muitos meses em abstinência, só batendo a segóvia ou então talvez comendo-se uns aos outros. Portanto, segundo este ponto de vista, foi a necessidade que levou os tugas do passado a cruzarem-se com gajas doutros povos. E eu a pensar que a miscigenação chegou mesmo a ser palavra de ordem por motivos de colonização e estou-me a lembrar, só mesmo por acaso e assim de repente, do alhandrense Afonso de Albuquerque que, juntamente com uns camaradas predominantemente transmontanos, criaram a comunidade luso-descendente dos malaqueiros que ainda hoje orgulhosamente existem e se consideram portugueses...