terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Papa diz que os cristãos e os muçulmanos são «irmãos»...

... e visitou também a grande mesquita de Koudoukou, em Bangui, na República Centro-Africana, durante o Advento! Tudo porque quis passar uma mensagem de paz e condenar, uma vez mais, todo o tipo de violência que se comete em nome de Deus (mas Alá não é Deus, Papa!), numa claríssima alusão aos terroristas islâmicos. "Há que dizer não ao ódio", apelou.


Antes de visitar a mesquita, o Papa foi até a um hospital pediátrico que é apoiado pelo Hospital do Menino Jesus de Roma e a foto de baixo, segundo consta, está a comover o mundo.


E assim terminou a curta estadia do Papa por terras africanas. Já em Roma, o líder da Igreja Católica (Cristianismo) visitou a basílica da Santa Maria a Maior para agradecer à Virgem Maria pela viagem.

2 comentários:

Douglas Sulzbach disse...

A foto é de comover mesmo, não é difícil encontrar fotos de pessoas completamente esqueléticas nessas regiões africanas (os presidentes e reis destes países em geral vivam na mais completa fartura e opulência), no mais, estou achando esse Papa um pouco covarde quando trata do Islã (há de ser mais severo, pois muçulmanos não respeitam mais nem a sede das Igreja Católica)!

FireHead disse...

Este Papa é um autêntico cobarde quando o assunto é o islão! Este Papa é a imagem perfeita da actual Igreja Católica apostatada e combatida tanto por fora como principalmente por dentro, uma Igreja que aposta no ecumenismo e na crença de que afinal Cristo já não é fundamental para a salvação porque todas as outras formas religiosas são igualmente válidas! A Igreja de outrora não tinha problemas em chamar os bois pelos nomes e condenar o islão por ser uma farsa demoníaca, como afirmaram muitos doutores da Igreja. Que saudades que eu tenho do Papa Bento XVI!!

Quanto à miséria humana em África, se não fosse a Igreja Católica certamente haveria muito mais miséria por lá. Ah, mas que importa isso, os mongas quando abrem a boca para falar da Igreja Católica e a sua acção em África só se lembram da proibição do preservativo e do aumento dos casos de HIV, como se todos os africanos fossem católicos e obedecessem ao Papa e como se todos os africanos fossem todos dados à boa conduta preconizada pela Igreja, como não ter comportamentos de risco, infidelidade conjugais, relacionamentos promíscuos, etc. etc.