segunda-feira, 16 de novembro de 2015

O mito da minúscula minoria radical muçulmana

Já estamos todos cansados de gente que insiste em negar o óbvio, despreza a proeza da matemática em relação à demografia, teima em viver em realidades paralelas e repete mentiras até à exaustão com o intuito de as transformar em verdades indubitáveis. Já não podemos mais com o paleio marado de que o islão é só paz, prega o amor, dá abraços e beijinhos "como qualquer religião" e que os "islamofóbicos" só estão é bem a atacar o bom nome da seita de Maomé (QAMESE), que quando alguém faz merda em nome do islão é porque é um coitadinho, stressado, deficiente mental, e quando são grupos a fazerem o mesmo é porque não representam o islão. Em comum a crença irracional de que todos esses, os terroristas islâmicos, são apenas uma minoria insignificante. Os mongas do politicamente correcto e do idiotismo útil, muitos deles nunca lerem sequer o Alcorão, persistem em classificar o islão como pacífico.

Margarida Santos Lopes, ex-redactora do
"Al-Público",escreve livros a dizer que o
islão é pacífico. É só jornalismo sério
Depois destes novos atentados em Paris, a chusma do politicamente correcto não fez uso da palavra jihad, que significa "guerra santa" para os muçulmanos. Preferiu antes usar a palavra "terror".


No vídeo que se segue, Ben Shapiro fala-nos do mito da minúscula minoria radical muçulmana:


Mas o que é que pensam os muçulmanos "comuns", ou seja, os muçulmanos que não são "fanáticos"?


Curiosas coincidências que valeria a pena analisar, se não estivéssemos, todos os não-muçulmanos, sob permanente suspeita de discriminação, islamofobia e racismo:

Os terroristas dos ataques ao Bataclan, Stade de France e outros: eram muçulmanos 
Os terroristas do ataque ao Charlie Hebdo e ao Hypercasher em Paris: eram muçulmanos 
O bombista no autocarro em Tel Aviv: era muçulmano 
O terrorista do sapato: era muçulmano 
Os decapitadores dos dois reféns japoneses: eram muçulmanos 
As atiradores do café na Austrália: eram muçulmanos 
O atirador de Fort Hood: era muçulmano 
O bombista da cueca: era muçulmano 
Os decapitadores do soldado Lee Rigby, em Londres: eram muçulmanos. 
Os bombistas dos comboios de Madrid: eram muçulmanos 
Os bombistas do metro de Londres: eram muçulmanos 
Os bombistas discoteca em Bali: eram muçulmanos 
Os atacantes do Teatro em Moscovo: eram muçulmanos 
Os bombistas do vôo 93 da Pan-Am: eram muçulmanos 
Os sequestradores do avião da Air-France: eram muçulmanos 
Os atacantes da Embaixada dos Estados Unidos em Beirute: eram muçulmanos 
Os atacantes da Embaixada dos Estados Unidos na Líbia: eram muçulmanos 
Os bombistas suicidas de Buenos Aires: eram muçulmanos 
Os assassinos dos atletas olímpicos israelitas em Munique: eram muçulmanos 
Os atacantes da Embaixada dos Estados Unidos no Quénia: eram muçulmanos 
Os atacantes das Torres Khobar, na Arábia Saudita: eram muçulmanos 
Os terroristas da escola russa de Beslan: eram muçulmanos
Os terroristas de Bombaim e Mumbai, na Índia: eram muçulmanos 
Os sequestradores do navio Achille Lauro: eram muçulmanos 
Os terroristas do 11 de Setembro de 2001: eram muçulmanos 
Os atacantes do centro comercial no Quénia: eram muçulmanos. 
Os assassinos que massacram ou massacraram povoações inteiras de "infiéis" nas Filipinas, Quénia, Sudão, Timor-Leste, Síria, Iraque, Egipto, Líbia, etc., etc.: são muçulmanos 
E muito, muito mais...

"Em breve seremos a maioria!", gritou uma muçulmana em New Jersey
"A sharia só pode ser estabelecida com armas", afirma o Estado Islâmico
Amira Abase, noiva jihadista de Inglaterra que vibrou com os ataques na Tunísia
Muçulmanos chateados na Europa. Mesmo assim não querem bazar de lá
E quem é que eles culpam, por serem infelizes nos seus países? Não o islão! Não as suas lideranças! Não a eles mesmos! Eles culpam os países onde são felizes!!! E eles querem mudar os países em que são felizes, para que se tornem como os países de onde vieram porque lá não eram felizes!

Grupos terroristas em nome da religião:


Jihad Islâmica: organização terrorista islâmica
Estado Islâmico: organização terrorista islâmica
Al-Qaeda: 
organização terrorista islâmica
Talibãs: organização terrorista islâmica
Hezbollah: organização terrorista islâmica
Al-Nusra: organização terrorista islâmica
Abu Sayyaf: organização terrorista islâmica
Al-Badr: organização terrorista islâmica
Irmandade Muçulmana: organização terrorista islâmica
Lashkar-e-Taiba: organização terrorista islâmica
Frente pela Libertação da Palestina: organização terrorista islâmica
Ansaru: organização terrorista islâmica
Jemaah Islamiyah: organização terrorista islâmica
Abudllah Azzam Brigades: organização terrorista islâmica
Etc. etc. etc. etc. etc.
Não há nenhum grupo terrorista religioso de outra religião. No islão há centenas.

É claro, é absolutamente fora de dúvida que o islão é rigorosamente pacífico, e não existe nenhuma religião melhor no planeta Terra, na lua e no próprio sistema solar. Mas esta amostra de factos incontestáveis, não merecia alguma atenção por parte de tantos sociólogos, psicólogos, e quiçá até astrólogos? O mistério é profundo!... A não ser que não seja mistério nenhum e seja CLARO COMO ÁGUA:


Nota: informações recolhidas do blogue Amigo de Israel.

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