sábado, 28 de novembro de 2015

Aplicando à França o que é imposto a Israel

Por Ezequiel Eibem (traduzido por Graça Salgueiro em Mídia Sem Máscara) via Lura do Grilo:

Se aplicarmos lei igual, deve-se tratar a França agora como os franceses e europeus tratam Israel. Isto seria:
  1. Toda esta semana nos fazermos de idiotas com os atentados. Que não saia (a notícia) em nenhum jornal. 
  2. Quando a França responder, aí começaremos a falar. Mas a falar mal da França, não do ISIS. 
  3. Organizamos uma marcha contra a embaixada francesa pela desproporcionalidade na sua resposta. Cartazes com legendas “França imperialista”, “Fora franceses da França”, são de uso obrigatório. 
  4. Exortamos Hollande a que se sente na mesa de negociações com o ISIS imediatamente para ouvir os seus pedidos. 
  5. Apoiamos o Conselho de Direitos Humanos da ONU na sua reunião de urgência após a condenável reacção francesa, quando sancionar o país europeu por não se medir. 
  6. Repetimos nos jornais e televisão uma história fraudulenta de que os muçulmanos viviam na França antes dos franceses. 
  7. Exigimos ao Estado francês que mude a sua bandeira, o hino e demais simbologias nacionais porque não são representativas de todas as culturas que há na França e ofende os muçulmanos. 
  8. Faremos documentários financiados pelo resto da Europa e Arábia Saudita sobre a pobre vida que os jovens magrebinos vivem na França, e os trataremos como “vítimas do sistema”. 
  9. Exigimos que a França seja repartida em duas: uma parte vai para os muçulmanos. “Dois Estados para dois povos”, como agrada aos europeus pró-palestinianos. 
  10. Paris deve ser divida em Paris Ocidental em Paris Oriental, esta última exclusiva para muçulmanos, e a primeira de matiz cosmopolita. 
  11. Todo o francês que viver no novo Estado, Al-França Jihadistão, deve ser assinalado como um colono invasor e transferido, até pelo próprio exército francês. Os produtos franceses neste lado devem ser etiquetados para que as pessoas saibam que estão consumindo imperialismo. 
  12. Todo o muçulmano que queira viver na França Ocidental poderá fazê-lo em igualdade de condições. 
  13. Denunciaremos a França como um regime Apartheid, por estabelecer precauções de segurança para evitar futuros atentados provenientes da Al-França Jihadistão. 
  14. Exigiremos da França a abertura total de fronteiras para o livre trânsito de muçulmanos. Exigiremos que não haja postos de controlo nas fronteiras. 
  15. Condenaremos o governo francês se ele decidir demolir as casas dos terroristas. 
  16. Pediremos boicote, desinvestimentos e sanções contra a França se os franceses construírem casas do lado muçulmano. Os muçulmanos podem construir do lado francês sem problema. 
Creio que, com isto, a França vai ser julgada correctamente, com o mesmo padrão que usam para Israel, não? Se lhes ocorrer outras, acrescentem. Não podemos permitir que a França se mova um centímetro do caminho, embora alegue auto-defesa.

2 comentários:

Ivan Baptista disse...

Hahahaha, tá bem visto :)

Sim, durante décadas e décadas, ouvimos falar sempre na má fama dos Sionistas e etc... Mas os terroristas teem toda a "legitimidade" para ter os louros !

Mesmo assim ó FireHead, olha que não é lá muito justo os palestinianos ficarem sem água, casa, saúde e educação .
Claro que depois tens os movimentos anti Israel que em vês de investir nos bens inessenciais, preferem investir tudo na intifada e no incentivo ao ódio aos infiéis e etc..

Mesmo assim, a realidade Europeia, nada teem haver com o que se passa no médio oriente .
Para mim, tanto Israel como o ISIS, são terroristas e quem sofre mais, são sempre os do costume, tanto num lado como noutro, é sempre o cidadão comum que nada teem haver com a trampa que o seu governo ou organização, faz em nome do olho por olho e dente por dente e etc..
Aliás, faz-me impressão é como a UE ( Europa) , quer integrar a Turquia na UE !
Aquele Erdogan provavelmente, é o Mafia que está por detrás do ISIS e ainda aceitamos isso ! Palhaçada, é o que é

FireHead disse...

Os verdadeiros palestinianos são os israelitas, aquilo é e sempre foi deles. Os "palestinianos" actuais, árabes e muçulmanos, são invasores que foram para lá reivindicar aquela terra como sendo deles. Maomé (Que A Merda Esteja Sobre Ele) nunca esteve em Jerusalém, mas como a seita islâmica tem a presunção de ser também abraâmica, o gajo lá teve de inventar uma ligação à Terra Santa, considerando-a a terceira cidade mais importante para a seita.

É o contrário. A Turquia é que sempre quis fazer parte da UE e já formulou o pedido de adesão há muito mais tempo que Portugal e Espanha. Mas felizmente mesmo os maçónicos ainda não estão dispostos e aceitar aquilo que seria um enorme cavalo de Tróia dentro das suas fronteiras. Ainda devem estar a cozinhar os seus planos.