sexta-feira, 24 de julho de 2015

Esoterismo, racismo e discriminação: as origens da agenda de género

Conheça as origens obscuras da agenda de género e saiba qual a ligação dessa teoria com o Ku Klux Klan, a maior organização racista dos Estados Unidos.

Margaret Sange, em foto de 1961 (AP).
Recentemente, na sua coluna, Renzo Puccetti explicou, com riqueza de argumentos, por que é absurdo comparar a sentença do Supremo Tribunal dos Estados Unidos, que obriga os estados federados a introduzir o "matrimónio" homossexual, a decisões precedentes tomadas contra a discriminação racial, que declararam ilegítimas as limitações aos matrimónios entre americanos brancos e negros.

Gostaria de dar um passo a mais e devolver a acusação de racismo ao remetente. De facto, embora a informação tenha sido totalmente escondida e censurada, é a própria teoria do género que nasce e se desenvolve em ambientes racistas, chegando a estar relacionada com a organização racista por excelência dos Estados Unidos, o Ku Klux Klan.

Num artigo anterior, no qual respondia à falácia da moda, segundo a qual "a teoria do género não existe", trazia à luz as duas versões clássicas, às quais todos os futuros sequazes da gender theory fizeram referência. A primeira é a da filósofa francesa Simone de Beauvoir, para quem "não se nasce mulher, torna-se mulher" [1] e cada um – ainda que ela pensasse sobretudo nas mulheres – tem direito a escolher o próprio género, masculino ou feminino, independentemente do sexo biológico. Na segunda versão, teorizada por Judith Butler, o género absorve totalmente o sexo e cada um pode decidir que coisa quer ser em uma gama que já não prevê apenas duas possibilidades – homem ou mulher –, mas três, cinco, cinquenta ou infinitas.

É possível traçar ainda um outro itinerário, que a partir de Beauvoir e Butler não segue adiante, mas vai para trás. A teoria do género não teria nascido sem uma série de precursores que formularam, muitos anos antes, versões que podemos chamar de prototípicas, ainda que não fossem tão sofisticadas e radicais como as de Butler. A principal dessas proto-teóricas do género é a americana Margaret Sanger (1879-1966). Comparadas com as teorias posteriores, as ideias de Sanger parecem ser até moderadas. Mas, sem ela, não existiriam as futuras teorias do género.

As biografias oficiais de Sanger apresentam-na como uma heroína feminista que, movida por compaixão para com as mulheres que morriam de parto depois do décimo filho recorrendo a perigosos abortos clandestinos, dedicou a sua vida à propaganda dos anticoncepcionais, aceitando até a prisão e o exílio. Mas a sua verdadeira história é um pouco diferente.

Não se pode compreender Margaret Sanger prescindindo de seus interesses esotéricos. Sanger parte das ideias da Sociedade Teosófica. Em 1936, ela é convidada a falar à sede mundial dessa sociedade, em Adyar, na Índia. O seu discurso, publicado no órgão da Sociedade Teosófica, The Theosophist, explica exactamente a relação entre a sua teoria do feminismo e do género e a sua interpretação das doutrinas teosóficas.

Ainda que muito estudada hoje em dia, particularmente pela influência crucial que teve na arte moderna através de pintores do calibre de Kandinsky e Mondrian, a Sociedade Teosófica talvez deva ser brevemente apresentada aos não especialistas. Ela foi fundada em 1875, em Nova Iorque, pelo coronel e advogado americano Henry Stell Olcott e por uma das mais importantes figuras da história do esoterismo, a nobre russa Helena Petrovna Blavatsky. A sua doutrina central é que, com a ajuda dos Mestres, os quais não são espíritos, mas homens particularmente evoluídos que vivem por centenas de anos e residem em um centro misterioso entre a Índia e o Tibete, a humanidade – a qual, no seu estado actual, é o resultado de um processo cósmico de decadência com elementos claramente gnósticos – é chamada a um processo de evolução. Isso se dá através do progressivo aparecimento na Terra de sete raças-raiz, cada uma dividida em sete sub-raças. Segundo Blavatsky, no seu tempo se estava na vigília do aparecimento da sexta sub-raça da quinta raça-raiz, espiritualmente superior à precedente e que se teria manifestado nos Estados Unidos.

Esclareçamos de pronto um equívoco, difundido na literatura não especializada. A teoria das raças-raiz de Blavatsky é aberta a várias interpretações, mas a Sociedade Teosófica condenou todas as interpretações de tipo racista, afirmando que as diversas "raças" deveriam, em todo caso, colaborar harmoniosamente entre si. Todavia, as interpretações racistas existem, ainda que a Sociedade Teosófica as tenha denunciado como erróneas. Na Alemanha, desenvolveu-se no início do século XX uma corrente chamada "ariosofia", que interpreta a teoria teosófica das raças na base de um primado racista da raça ariana. Um ávido leitor das publicações "ariosóficas" na Áustria era um rapaz chamado Adolf Hitler. A própria Sanger, como se sabe da leitura dos diários de personalidades teosóficas da época, não foi particularmente bem acolhida em Adyar, ainda que a sua conferência esteja publicada na revista da Sociedade Teosófica. Tão pouco a sua interpretação da "raça nova" correspondia, de facto, àquela da direcção teosófica oficial.

Resta o facto de que, na base de especulações esotéricas, Sanger pensava que estava para surgir uma nova raça, superior às precedentes e que se manifestaria nos Estados Unidos. Que tem a ver tudo isso com o género? A própria Sanger explica. As suas ideias de tipo gnóstico levaram-na à convicção de que a diferença sexual entre homem e mulher era algo de mau, assim como o modo como as mulheres traziam os filhos ao mundo. Seriam consequências de um processo de degeneração e não existiriam na idade de ouro originária, aquela do andrógino, ou seja, de uma pessoa humana na qual coexistiriam os caracteres masculinos e femininos e formas de geração diferentes do parto. Libertar a mulher com os anticoncepcionais do seu papel de mãe seria o primeiro passo para permitir às mulheres – e consequentemente também aos homens – que escolhessem o próprio género, quem e que coisa gostariam de ser, iniciando um processo de retorno ao andrógino originário. Não se trata ainda da teoria do género como a conhecemos hoje, mas já é o seu núcleo fundamental.


A nova raça em marcha rumo à superação do sexo biológico poderia emergir, continuava Sanger, só onde a humanidade fosse intelectual e culturalmente mais avançada: na América, e entre os americanos brancos e de origem nórdica e europeia. Dos inúmeros imigrantes italianos Sanger não tinha uma boa opinião. "Os negros e os europeus do sul – escrevia – são intelectualmente inferiores aos americanos nativos": uma expressão que o movimento "nativista" utilizava para excluir do número dos "verdadeiros americanos" os imigrantes vindos da Itália. Numa famosa citação, Sanger comparava os afro-americanos a uma "erva daninha a extirpar", através de uma severa política de eugenia que deveria incluir a esterilização forçada. Quanto aos aborígenes australianos, considerava-os "apenas um grau acima dos chimpanzés". Certamente, eram muitos os defensores da teoria das raças e da eugenia, mas apenas Margaret Sanger ligava a eugenia ao género: extirpada a erva daninha, a "raça nova" poderia finalmente emergir na marcha rumo à androginia e à superação da escravatura biológica da diferenciação sexual.

Mal acolhida pela Sociedade Teosófica, Sanger encontrou terreno fértil para as suas ideias no Ku Klux Klan, a organização americana criada para perpetuar a discriminação racial contra os afro-americanos e ao mesmo tempo – o que geralmente se omite – para propagar um anticatolicismo feroz com base no mito da América "branca, anglo-saxã e protestante" (WASP, na sigla em inglês). Muitos filmes apresentam o Ku Klux Klan como uma organização masculina. Os historiadores – a partir da obra fundamental de Kathleen Blee, Women of the Klan ["Mulheres do Klan"] – têm feito notar que, no KKK "histórico", do período entre guerras, as mulheres tiveram, na verdade, um papel essencial.

Margaret Sanger colaborou com o Ku Klux Klan, aperfeiçoou as suas ideias sobre raça e género em diálogo com as mulheres do Klan e falou com frequência a um público entusiasmado de activistas da organização racista encapuzadas e aplaudentes. Algumas fotografias que podem ser encontradas na Internet representando Sanger em diálogo com o Klan são falsas, confeccionadas com Photoshop. As reuniões do Klan eram secretas e as fotografias são raras. Mas, para confirmar a ligação entre Sanger e o KKK, incluindo conferências a mulheres encapuzadas, não é preciso reportar-se aos seus críticos ou aos críticos da teoria do género. Ela mesma o conta na sua autobiografia, minimizando e justificando, certamente, mas admitindo a relação e falando de "dezenas" de convites por parte do Ku Klux Klan.

Alguém poderia objectar citando atitudes hostis aos homossexuais por parte do Ku Klux Klan. Outros poderiam replicar citando os nomes de um certo número de dirigentes do Klan e de organizações coligadas que eram homossexuais ou bissexuais. Mas é um debate que nos levaria muito longe. O tema deste artigo, de facto, é outro. Quis mostrar como a formulação arquetípica da teoria do género, a de Margaret Sanger, nasce de uma interpretação desviada – e não compartilhada pela grande maioria dos teósofos – de ideias sobre a raça da Sociedade Teosófica e nasce em diálogo com o racismo americano representado pelo Ku Klux Klan. A ideia central é que essa na qual se pode escolher se se é homem ou mulher é uma nova humanidade, uma "raça nova" que poderá nascer somente entre a elite iluminada "branca, anglo-saxã e protestante" e não entre os negros, os "europeus do sul" e os católicos, "intelectualmente inferiores" e destinados a ser extirpados como erva daninha. Desapareceram essas ideias racistas entre os defensores do género? Olhando o ar de superioridade com o qual eles atacam manifestações como a da Praça San Giovanni e a chamam de "medievais", eu não me permitiria estar tão seguro disso [2].


Por Massimo Introvigne | Tradução: Equipa CNP

Referências
1.N. do T.: O Papa Bento XVI citou a teoria do género de Simone de Beauvoir durante o tradicional discurso de Natal à Cúria Romana, em 2012.
2.N. do T.: É possível acrescentar que, olhando o ódio e o rancor com o qual eles atacaram os cristãos que foram às casas legislativas para pedir a retirada dos termos "género" e "orientação sexual" dos Planos Municipais de Educação no Brasil, a gnose e o racismo por trás dessa ideologia estão mais vivos do que nunca.


14 comentários:

Anónimo disse...

a KKK foi formada para vingar crimes de estupro, roubos e assassinatos cometidos por negros contra Sulistas brancos - que o Partido republicano de Lincoln após a Guerra Civil não fez nada para proteger . de fato os sulistas brancos eram enforcados se retaliassem a agressão dos negros, por isso foi necessário fazer justiça com as próprias mãos e usar capuzes para proteger a identidade!

Anónimo disse...

Dos 5 juizes do supremo que votaram a favor da uniao gay 4 eram judeus . Dentre a comunidade judaica americana 90% sao favoraveis a decisao.
por outro lado esses hipicritas quando israel proibem nao so a oficializacao do matrimonio gay como tambem proibem casamentos entre judeus e nao judeus etnicos.

wind disse...

Idiota mulher!

C disse...

As feministas racistas, essa é boa, daqui a pouco posta no seu blogue que a lgbt é racista, por favor não goze com quem não gosta de levar com merda e se é contra é chamado de racista e tem de levar com berros histéricos de pretos e "brancos" bolicãos ou que adoram pretos a gritar se és racista, se és racista, se és racista quando esses animais é que são os maiores racistas quando foram os pretos que expulsaram de áfrica todos os brancos sejam franceses na argélia, seja ingleses na namibia seja os portugueses em angola e em moçambique, eram tão africanos como os pretos e árabes da argélia e foram expulsos mesmo que tivessem nascido em áfrica, tendo a nacionalidade e as gerações passadas de brancos estarem à séculos em áfrica, não é racismo é o que então, não tinham o mesmo direito à nacionalidade que os pretos e no caso da argélia do que os pretos e os árabes, não nasceram em áfrica no mesmo solo que os pretos, então porque é que foram expulsos?!
Não fale do 25 de abril, esses animais só são traidores pelo fato de acabarem com uma ditadura que nem fez nada para fazer desaparecer a merda dos ciganos e os judeus de bel monte antes pelo contra era indiferente as pessoas casarem-se com judeus desde que se convertessem ou até não.
Metiam cá pretos, o eusébio, o coluna e outros jogadores de futebol são o exemplo disso, até havia mulatos como o eusébio e o coluna é porque a miscigenação era crime não era?!
O salazar estavasse a cagar para a preservação racial do povo português se é que isso existe raça portuguesa ou etnia portuguesa ou lá a merda que o politicamente correto chama por dizerem que não existem raças, o salazar estava-se a cagar se é aceitável assim se o povo português tivesse ou não mais mistura, escurecesse mais ou não, o que interessava era ser católico, desde que fosse católico todo bem, até podia ser preto, mas se fosse católico todo bem, era português logo católico e a merda das colónias em áfrica que só serviram para matar pessoas e homens portugueses e brancos e é que são mesmo brancos e tirarem-lhes a juventude que não era nenhuma ou uma merda já que aos contrário dos pretos tinham de trabalhar para sobreviverem e não havia subsídios e não havia meets nem o coitadinho se não é racismo, não havia calores humanos e ai coitadinho que é pobre se nãoo é racismo.
Tinham de trabalhar e ainda por cma levaram com uma guerra que nada tinha haver com essas pessoas ao contrário dos pretos que maioria nada faz e só parasitam e se estrabucha é racista e é triste ao que o mundo é.

C disse...

As feministas racistas, essa é boa, daqui a pouco posta no seu blogue que a lgbt é racista, por favor não goze com quem não gosta de levar com merda e se é contra é chamado de racista e tem de levar com berros histéricos de pretos e "brancos" bolicãos ou que adoram pretos a gritar se és racista, se és racista, se és racista quando esses animais é que são os maiores racistas quando foram os pretos que expulsaram de áfrica todos os brancos sejam franceses na argélia, seja ingleses na namibia seja os portugueses em angola e em moçambique, eram tão africanos como os pretos e árabes da argélia e foram expulsos mesmo que tivessem nascido em áfrica, tendo a nacionalidade e as gerações passadas de brancos estarem à séculos em áfrica, não é racismo é o que então, não tinham o mesmo direito à nacionalidade que os pretos e no caso da argélia do que os pretos e os árabes, não nasceram em áfrica no mesmo solo que os pretos, então porque é que foram expulsos?!
Não fale do 25 de abril, esses animais só são traidores pelo fato de acabarem com uma ditadura que nem fez nada para fazer desaparecer a merda dos ciganos e os judeus de bel monte antes pelo contra era indiferente as pessoas casarem-se com judeus desde que se convertessem ou até não.
Metiam cá pretos, o eusébio, o coluna e outros jogadores de futebol são o exemplo disso, até havia mulatos como o eusébio e o coluna é porque a miscigenação era crime não era?!
O salazar estavasse a cagar para a preservação racial do povo português se é que isso existe raça portuguesa ou etnia portuguesa ou lá a merda que o politicamente correto chama por dizerem que não existem raças, o salazar estava-se a cagar se é aceitável assim se o povo português tivesse ou não mais mistura, escurecesse mais ou não, o que interessava era ser católico, desde que fosse católico todo bem, até podia ser preto, mas se fosse católico todo bem, era português logo católico e a merda das colónias em áfrica que só serviram para matar pessoas e homens portugueses e brancos e é que são mesmo brancos e tirarem-lhes a juventude que não era nenhuma ou uma merda já que aos contrário dos pretos tinham de trabalhar para sobreviverem e não havia subsídios e não havia meets nem o coitadinho se não é racismo, não havia calores humanos e ai coitadinho que é pobre se nãoo é racismo.
Tinham de trabalhar e ainda por cma levaram com uma guerra que nada tinha haver com essas pessoas ao contrário dos pretos que maioria nada faz e só parasitam e se estrabucha é racista e é triste ao que o mundo é.

C disse...

O salazar estava-se a cagar para a preservação do povo português se é que isso existe para a raça portuguesa ou a etnia portuguesa como chamam os politicamente correto que as raças não existem, esses tinham de trabalhar e ainda que lutar numa guerra que não era de extermínio, mas de domínio de território, a intenção do salazar era portugal ganhar a guerra, manter os territórios ultramarinos e os pretos continuarem a existir, pouco cagando-se para a mestiçagem e possíveis revoltadas incentivadas ou não por movimentos internacionais.
A única diferença do salazar para os do politicamente correto e a merda que manda em portugal representados nos partidos e os maçons é que são mais totalitários a impor o multiculturalismo que o salazar e são pagãos ao contrário do primeiro, a diferença era na religião e nos valores, no multiculturalismo a diferença é só da proporção e grau de imposição do multiculturalismo, e isso não pode contradizer.
O único problema da merda que manda nisto não são os salazaristas como você, são no fato que podem ser mais conservadores e mais inclinados a rejeitar os valores e a merda.

C disse...

A merda que impõem é igual só que nas proporções diferentes, mas para ti está todo bem, o salazar é que era bom, no tempo dele é que "éramos grandes".
Estas vacas não são racistas e as que as seguem como você diz, apoiam a merda que faz o que quer e são usadas para destruírem a civilização ocidental pelos maçons.
Estas postas são de fontes duvidosas e tendenciosas que tem o objetivo de colar o "racismo" como o politica correto diz e a merda que mete a merda toda a feministas que nada tem haver com o "racismo" que querem colar com o feminismo e associarem uma coisa à outra para haver um mal nisso e os beatos ganharem apoio.

C disse...

A preocupação da merda que manda nisto não é os salazaristas como você, são por serem conservadores e terem mais hipóteses de não aceitarem a merda que a escumalha deixa entrar na europa do que feministas e as pessoas faladas nesse poste.
A ameaça para eles é a verdadeira extrema direita que são os nazis que hoje m dia não tem qualquer expressão significativa no mundo, os nazis são os únicos que são de extrema direita, os da verdadeira direita, os únicos capazes de matem judeus e ciganos, o salazar era apenas um ditador autoritário como tantos outros, nem os do apartheid matavam pretos, os nazis se calhar também não, mas ciganos e judeus matavam de certeza, e esses sim são de direita mesmo e não houve um governo igual na história, o apartheid só separava não matá-va pretos, eram católicos e pró israel.
O salazar era apenas um ditador não era de direita mesmo, os nazis eram sim de direita, por isso a merda que manda nisto tem medo deles.
Já salazaristas e outros como você só os assustam.
Não simpatizo nem sou do perfil, mas é verdade.

FireHead disse...

C,

Tu não sabias que há brancos com nacionalidades africanas? :O

Porquê tanto ódio contra Salazar e o regime dele? Ele estava-se a cagar para os brancos? Estava-se a cagar para os portugueses? Achas que naquela altura Portugal estava como está agora?? E o Eusébio era português sim senhor e se isso te incomoda... o problema é teu.

E claro, português logo católico, com certeza. Se antes de existir Portugal já existia a Igreja e foi graças a ela que Portugal passou a existir, é mais que óbvio que Portugal deve a sua existência à Igreja. Quanto à cor da pele é de facto irrelevante, pois ainda antes dos portugueses partirem para as descobertas, já o português era o resultado duma mixórdia étnica. Tens que estabelecer então a partir de que momento é que os portugueses passaram então ser verdadeiramente portugueses que é para poderes fazer uso desse fixismo como ponto de partida...

Beatos?? Olha outro... mas então e a outra versão, a dos cruzados? Não é referida nunca porquê? Eu não sou nenhum beato, pá... Mas compreendo que tu de tanto andares a ler a mesma ladainha dos sítios "nacionalistas" do costume tenhas ficado formatado.

Se tu tens algum problema com o salazarismo então procura resolvê-lo, pois para começar ele até já nem sequer existe. Vê lá se dás umas lições de nacionalismo ao líder do PNR, que é católico convicto e profundo admirador confesso do Salazar. Ou vais fazer como certos militantes do partido que votam no mesmo porque, ora bolas, é o único que há, portanto há que gramar com as coisas como elas são, né? Ou então como o outro, para justificar a sua paganice, diz que o PNR é laico, irreligioso e não sei o quê, como se o JPC se algum dia chegar a mandar em Portugal vai permitir frescuras às paganices...

Os nazis só são da verdadeira extrema-direita nos contos de fadas possivelmente arianas da antiga Pérsia.

Matar judeus? Isso é bem capaz de ser o teu sonho. Confessa lá aqui à malta se tu não chegaste a ser enrrabado por algum rabino. Ou por algum judeu ortodoxo, daqueles com as divertidas patilhas compridas e enroladas...

Os do Apartheid eram católicos? Quem, os brancos descendentes dos holandeses? Está bem, vou fingir que acredito...

O Salazar não era de Direita? Ah, pois não. Pode ser que se descubra que ele na verdade era do Bloco de Esquerda...

Ri-me com os teus comentários. Desculpa lá a franqueza. Mas continuas a ser bem-vindo aqui no meu blogue, é claro.

FireHead disse...

Wind,

É curioso como na outra posta chamaste atrasado mental ao outro...

FireHead disse...

«a KKK foi formada para vingar crimes de estupro, roubos e assassinatos cometidos por negros contra Sulistas brancos - que o Partido republicano de Lincoln após a Guerra Civil não fez nada para proteger . de fato os sulistas brancos eram enforcados se retaliassem a agressão dos negros, por isso foi necessário fazer justiça com as próprias mãos e usar capuzes para proteger a identidade!»

Proteger matando. Se uns fazem, outros têm de fazer igual. Está bem. São como os Black Panthers.

FireHead disse...

«Dos 5 juizes do supremo que votaram a favor da uniao gay 4 eram judeus . Dentre a comunidade judaica americana 90% sao favoraveis a decisao.
por outro lado esses hipicritas quando israel proibem nao so a oficializacao do matrimonio gay como tambem proibem casamentos entre judeus e nao judeus etnicos.»

É, Israel tem toda a vontade de destruir o resto do mundo que é para depois ser mais fácil aos judeus conquistarem-no quando já tiverem baixado as defesas. O problema é que parece que se Israel já está a ter o problema que tem contra os muçulmanos que os rodeiam, mais interessante deverá ficar o desafio quando os muçulmanos estiverem também no resto do mundo...

KVRGANIVS NOSTRATORVM disse...

QUE BOSTA SEMPRE CENSURAM POSTS MEUS POR BESTEIRA ESSE ERA SOBRE O CSA

FireHead disse...

«QUE BOSTA SEMPRE CENSURAM POSTS MEUS POR BESTEIRA ESSE ERA SOBRE O CSA»

Abusas sempre da paciência dos donos dos blogues, o que é que se há-de fazer?