sábado, 30 de abril de 2016

Jardel resolve!


Ufa, mais uma vitória justíssima e mais três importantíssimos pontos na nossa corrida ao tri e ao 35.º título de campeão nacional! Nada a dizer acerca da nossa incontestável vitória, com o único golo do jogo a ser apontado por Jardel aos 47' (e só não houve pelo menos mais um golo porque a trave do jovem guarda-redes olímpico Miguel Silva não deixou que Jiménez marcasse), e não nos interessam os comentários ressabiados dos antis como os do presidente leonino Bruno de Carvalho ou da malta da equipa derrotada (é deixá-los ganir que a gente segue em frente). Quem passou a primeira parte a fazer constantemente anti-jogo e ainda se queixa dos cartões amarelos que foram bem mostrados - desde quando é que os árbitros têm hora marcada para mostrar cartões?! - não merece sequer empatar, quanto mais ganhar. Atitude o Vitória de Guimarães teve, pois é uma boa equipa, um dos históricos do futebol português, mas só a demonstrou na segunda parte, depois de ter sofrido o golo que nós já merecíamos pelo que fizemos na primeira parte e as estatísticas não me deixam mentir. Aliás, até me intriga como é que o Vitória de Guimarães, a jogar como jogou na Luz, já vai numa série de 12 jogos consecutivos sem ganhar... É a tal história: contra nós esfarrapam-se sempre e talvez tenham ficado com um prémio por receber se nos conseguissem travar a arder...

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No final do jogo, Sérgio Conceição, que foi expulso (uma vez mais...) e que garante que não fez nada, atacou o árbitro Bruno Paixão, dizendo que se o Vitória de Guimarães pontuasse na Luz "Portugal vinha abaixo". Rui Vitória respondeu assim ao seu homólogo: "Tenho de ser educado porque o Vitória é um clube que me diz muito mas não vamos inverter os papéis. O Benfica venceu justamente, não foi uma vitória expressiva mas foi clara da equipa que mais fez para ganhar. Em 90 minutos, é natural que o adversário tenha alguns momentos de domínio mas dizer que o Vitória merecia ganhar é injusto. Não aceito que se diga isso dos meus jogadores e da minha equipa. Não sei o que falou o treinador do Vitória mas há um lance aos 30 segundos que daria logo amarelo. Isto dos amarelos e das análises não há regra: quando tem de ser, tem de ser. De que lance estamos a falar? Vamos olhar lance a lance? Se calhar, iríamos descobrir mais coisas. Acho que foi uma arbitragem equilibrada mas não estou para me preocupar em falar das arbitragens. O meu foco é o jogo". E quanto ao clássico de hoje entre o segundo e o terceiro classificado, Rui Vitória afirmou: "Não podemos ser demagogos ao ponto de dizer que queremos que o segundo ganhe".
Até me custa dizer isso, mas cá vai: força, fcp! Pelo menos um empate, ok? Podemos contar convosco, Andrades? E depois jogamos novamente na segunda-feira para a Taça CTT frente ao Sporting de Braga. Trata-se de uma competição menor, é verdade, mas sabe sempre bem vencê-la e nós que o digamos. Mesmo sem o contributo do André Almeida, que viu o cartão vermelho, e possivelmente com jogadores menos utilizados no 11, acredito que vamos ganhar! Carrega, Benfica! Rumo ao tri e ao 35.º!!

Notas soltas


A jovem treinadora de futebol Chan Yuen-ting, uma hongkongnense de 27 anos, fez história ao tornar-se na primeira mulher a vencer uma competição masculina, a Premier League de Hong Kong, ao serviço do Eastern Sports Club, clube que tem cinco títulos conquistados e que em 2012 militava no terceiro escalão. A antiga jogadora de futebol amador, que se apaixonou pelo futebol por causa de David Beckham, bateu a forte concorrência do South China e do Kitchee, já antevê os jogos de acesso à Liga dos Campeões Asiáticos e também um futuro como treinadora no Japão ou na Coreia do Sul, duas potências futebolísticas asiáticas. O facto de ser mulher nunca foi um problema para ela: "É tudo uma questão de comunicação. Sejamos sinceros, homens e mulheres não são iguais. É essencial perceber isso. Eu não fui futebolista profissional, não posso saber o que todos os homens estão a pensar. Por isso tenho de saber ouvir".


Em West Yorkshire, em Inglaterra, foram resgatados pela polícia dois gatinhos pintados, um de azul e outro de verde. Smurf (Estrumpfe) e Shrek, assim baptizados os dois felinos, foram levados para um centro que acolhe animais. "Isto é um acto terrível de crueldade!", exclamou a voluntária Katie Jane Lloyd, destacando que a tinta pode causar danos incalculáveis aos felinos.


Nos EUA, um panisga de 90 anos, Harris Wofford, um ex-senador democrata que chegou a ser conselheiro do pulha do John F. Kennedy nos anos 60 do século passado, vai-se "casar" com um homem que é 50 anos mais novo que ele, Matthew Charlton. "Fui casado durante meio século com uma mulher maravilhosa, e agora tenho a sorte de encontrar a felicidade pela segunda vez", afirmou Harris, que é pai de três filhos e que conheceu Matthew em 2001 numa praia na Flórida. "Aos 90 anos, tenho sorte de viver numa época em que o Supremo Tribunal fortaleceu o que o presidente Obama chama de 'dignidade do casamento' ao reconhecer que o matrimónio não é baseado na natureza, escolhas ou sonhos de qualquer um. É baseado no amor".


Já há mais de 27 mil pessoas à espera que o restaurante para nus The Bunyadi, em Londres, abra no próximo mês de Junho durante apenas três meses. The Bunyadi terá apenas alimentação saudável com talheres comestíveis e sem gás ou electricidade. Como não haverá tecnologia por lá, os telemóveis não serão permitidos. Segundo um dos criadores do restaurante, a ideia é oferecer às pessoas a oportunidade de não ter "impurezas", experienciando a "verdadeira libertação"...


Há agora uma nova moda na Internet, mais precisamente no Instagram, que é tirar fotos nu na natureza. A página chama-se Naked in Nature (Nu na Natureza) - #nakedinnature - e qualquer pessoa que queira aderir à moda pode participar.


Outra moda do momento é fazer sexo nas casas de banho das discotecas lisboetas, como por exemplo a Main. Se não fossem as câmaras de videovigilância, dificilmente saberíamos que nas casas de banho das discotecas acontecem cenas escaldantes entre os jovens que não sei muito bem que futuro é que têm.


Na estação de metro de Liceu, em Barcelona, um casal foi apanhado a fazer sexo num dos bancos perto da meia-noite de domingo passado. Os Transportes Metropolitanos de Barcelona estão agora a tentar identificar os protagonistas, que fizeram sexo à frente de todos os que estavam no local, para os multar.


O canadiano Alec Butler, de 57 anos, é um intersexual. Não sabeis o que é isso? É uma pessoa que não é totalmente masculina ou feminina. Segundo a BBC, quando Alec nasceu, os médicos garantiram aos seus pais que ele era uma menina mas, aos 12 anos, além de lhe ter vindo a primeira menstruação, começou também a crescer-lhe barba. "Vamos apenas amar-te como quiseres ser", disse assim Alec, que foi vítima de bullying na escola por ser diferente, sobre os pais dele. "A vida não era fácil. Sofria ameaças diariamente na rua. Atiravam-me coisas. Numa manifestação de orgulho gay, vários homens ameaçaram baixar-me as calças", contou. "Lembrei-me de coisas que a minha mãe me contou quando estava grávida de mim. Ela tomou um remédio chamado Progestin. Acho que foi isso que aconteceu comigo", acrescentou.


Em Portugal, a discreta comunidade nepalesa não pára de aumentar. Há seis anos os nepaleses não chegavam a 1000, mas agora já são 20 vezes mais. Os nepaleses que chegam a Portugal são ajudados pelos seus compatriotas desde logo a obter emprego e quando conseguem abrir negócios, retribuem ajudando outros. Segundo uma amiga minha que estudou a comunidade nepalesa em Portugal para a sua tese de doutoramento, a alverquense Inês Gião Branco, que esteve a viver temporariamente aqui em Macau onde deu aulas na Universidade de São José, "é interessante a forma como se organizam. Criam negócios e conseguem florescer economicamente". No passado dia 13 o Nepal, que sofreu trágicos abalos sísmicos no ano passado por volta desta altura, comemorou o ano novo, que já vai no ano 2063.


Uma reportagem do jornal macaense Hoje Macau diz-nos que há muitos macaenses que saem de Macau e que não pensam em regressar. Para eles, que vivem em países como Portugal, Canadá, EUA, Austrália ou Taiwan, Macau tem menos qualidade do ar e de vida, e, sobretudo depois da entrega à China, a inflação é alta, há uma grande densidade populacional, poluição, pressão no trânsito, na saúde, na educação e no ambiente, e o nível cultural das pessoas é baixo. O dinheiro, para os que trabalham no estrangeiro, não é a coisa mais importante, mas sim a possibilidade de poder aprender mais.

Marcelo Rebelo de Sousa encontrou-se com conselheiros macaenses do CCP


Isso foi no dia 23 durante a reunião do plenário do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) em Lisboa. Entre esses conselheiros estavam os do círculo da China, Macau e Hong Kong: José Pereira Coutinho, Rita Santos e Armando de Jesus, que foram recebidos no Palácio de São Bento e manifestaram o desejo de verem o presidente da república portuguesa em Macau para promover a boa imagem de Portugal no interior da China, Macau e Hong Kong. Para além de José Pereira Coutinho que é deputado na Assembleia Legislativa aqui em Macau, coisa que nós sabemos, podemos agora ficar a saber também que a Rita Santos, ex-secretária-geral adjunta do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Fórum Macau), agora é a presidente do Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Ásia e Oceania, e Armando de Jesus foi eleito para tratar das questões sócio-económicas e dos fluxos migratórios.
É um tacho atrás de outro para essa malta. E dizia a Rita Santos que queria sair do Fórum Macau para poder ter mais tempo para se dedicar ao seu neto...

Actualidade: o que os outros dizem

Os oligarcas nem percebem que jogo andam a jogar. Julgam talvez que com a farsa da “ditadura europeia” estão, muito habilmente, a externalizar as culpas. De facto, estão apenas a expor-se como irrelevantes, ao mesmo tempo que cultivam uma xenofobia que outros, um dia, mobilizarão mais eficazmente. A oligarquia nacional ainda não percebeu que o mundo está a mudar. Marine Le Pen em França, Norbert Hofer na Áustria, ou Frauke Petry na Alemanha: o isolacionismo e o proteccionismo progridem, estimulados pela reacção contra a imigração do Mediterrâneo e contra os resgates do sul da Europa. Para Hofer, “a Áustria vem primeiro”. Sim, um dia, seremos libertados desta “ditadura europeia”. Só que não será por Catarina Martins ou por Jerónimo de Sousa, mas por um Hofer ou por uma Petry qualquer (Rui Ramos, Observador).

Após a revolução, o CDS teve de fingir que era de centro e Sá Carneiro que era de esquerda, e quatro décadas depois só não tem “uma postura anti-25 de Abril” quem continuar a fingir. É certo que nem toda a gente é Vasco Lourenço, mas o seu espírito paira sobre as cabeças do PS, do Bloco, do PCP e de metade do PSD – a esquerda nunca se limita a apresentar uma alternativa política à direita; ela está sempre em processo de salvação de todo o sistema social e democrático. Ainda que isto se passe sobretudo num plano simbólico, o simbolismo conta – porque é ele que continua a infectar a direita com a falta de legitimidade política para defender as suas ideias, 42 anos após Abril (João Miguel Tavares, Público).

Como a maioria dos portugueses, não segui as cerimónias de comemoração do 25 de Abril na televisão. Não certamente por pertencer ao quinto dos portugueses que, segundo o Público da última terça-feira, têm saudades do anterior regime. Mas pelas exactas razões que expõe João Miguel Tavares num óptimo artigo (Corações ao alto: Abril regressou!) publicado no mesmo jornal, no mesmo dia. Não é agradável assistir ao espectáculo empolado da apropriação do regime por uma fatia significativa da esquerda cujos compromissos com a democracia são, em muitos casos, equívocos. A boa atitude é a de um passeante de Matosinhos que uma televisão interrogou sobre se iria comemorar efusivamente a data: “Não, a liberdade é todos os dias.” Desligarmo-nos das celebrações tem, além de tudo, a vantagem de nos livrar de ouvir o tipo de linguagem que William Saroyan chamava “festivo-fascista”, cheia daquele lirismo espúrio afectado de muita urgência que toma conta de vária gente na ocasião: “respirar Abril”, “cumprir Abril”, “dizer Abril”, “viver Abril” e coisas assim. Não é que a coisa, hoje em dia, me incomode muito, tenho mais em que pensar, mas sempre é melhor evitá-la (Paulo Tunhas, Observador).

O outrora modelo da relíquia centenária que é o PCP, o orgulho da CGTP, o tubo de ensaio da ideologia do Podemos, o parceiro de Sócrates e Dilma está em shutdown irremediável. Escassez de alimentos, escassez de medicamentos, escassez de água e energia eléctrica, escassez de justiça e escassez de segurança foi toda a abundância que o socialismo do Séc. XXI trouxe. A semelhança com todos os socialismos é de novo confirmada. Corrupção, violência sem limites, saques e descalabro económico é uma lição ainda ignorada por muitos. O caminho para o regresso à idade da pedra está aberto em permanência: há sempre alguém que vê em Cuba um paraíso na terra. Deviam ver um exemplo de como os comunistas só abandonam o poder pela inexorável lei biológica da finita duração da vida humana ou pelo crepitar da metralhadora que os Ceausescu experimentaram (Lura do Grilo, Lura do Grilo).

Passei hoje mais uma manhã no tribunal. Perdi-lhes a conta, de tantas que foram. Mas, desta vez, fui ouvido. Ou melhor, interrogado. Não é que me incomode colaborar com a justiça. Nem que me queixe das muitas horas a aguardar a minha vez de testemunhar. Nada disso. O que me aborreceu foi o tratamento. Desagradou-me ser considerado uma testemunha. Ali estavam a juíza, a advogada, o advogado, o procurador, a queixosa, o réu e eu. A testemunha. Percebo agora muito melhor as mulheres que se sentem ofendidas com aquilo do cartão do cidadão. E renego todas as piadolas que já fiz em relação à ideia do Bloco de Esquerda para alterar a sua designação. Há, também, que tornar a justiça menos sexista e encontrar uma forma não discriminatória para designar quem presta testemunho. Não arrisco uma sugestão, mas lá que me senti vexado por ser uma testemunha, isso senti (Kruzes Kanhoto, Kruzes Kanhoto).

«Não estamos aqui para fazer a vontade à troika», diz o demagogo que nos governa.


O que o PS faz mesmo é trazer a troika. E, depois, baza (Jorge Costa, O Insurgente).

Uma boa notícia. O pseudo-historiador comunista, Fernando Rosas, realizou hoje a sua última aula. Após anos de mistificação histórica, bem sucedida, diga-se, aquele que foi o historiador do regime deixa de propagar o seu veneno extremo-esquerdista junto dos alunos. Como um cancro, as mentiras do Rosas espalharam-se em jeito de metástases e moldaram a produção da história recente do país. Resta-nos a esperança que alguns alunos tenham sido imunes à mitologia esquerdista e consigam pensar pelas suas cabeças e colocar em causa as falaciosas maquinações históricas do Rosas (Vítor Luís, Facebook).

O escorpião da fábula

Uma das ideias mais simples e influentes da nossa vida política foi formulada há muitos anos pelo Dr. Mário Soares. Apesar de evidente, ela precisa de ser relembrada, pois é fácil esquecer. Depois do 25 de Abril, analisando os motivos por que todas as revoluções e regimes de esquerda tinham até então falhado em Portugal, o futuro presidente explicava que isso se devia ao facto de essas forças terem sempre atacado a Igreja e os militares. 
Por motivos ideológicos, em geral de forma gratuita e alheia às necessidades da situação concreta do momento, os governos esquerdistas sentiam-se na necessidade de criar conflitos e embates com as estruturas eclesial e castrense. Estes problemas acabavam por dominar a agenda governamental, avassalando a conjuntura política e derrubando o poder revolucionário. A lucidez da observação é facilmente confirmável, não apenas pelos desastres antigos, mas também, inversamente, pelo sucesso da revolução de 1974, que pela primeira vez quebrou a tradição histórica. Precisamente por ter tomado uma atitude moderada e conciliatória com as esferas religiosa e militar, o regime de Abril conseguiu implantar-se, alcançando solidez e permanência únicas na democracia portuguesa. 
A tese hoje parece ultrapassada na cordial convivência das últimas décadas. Mas ela traduz também a enorme dificuldade que a esquerda portuguesa sempre tem em resistir à tentação de provocar embates com a fé e as armas. Como o escorpião da fábula, que não evita picar o sapo que o leva às costas a atravessar o rio, a natureza impõe-se, mesmo que signifique a própria destruição. 
O actual governo ainda não tem seis meses, mas conseguiu já criar problemas novos e graves precisamente nesses dois campos. Pior, esses percalços são tão escusados e gratuitos, tão alheios às reais dificuldades nacionais, que têm de provir de tendências profundas. Todos sabem como a situação do país é complexa, com múltiplas questões sérias e delicadas exigindo resposta urgente. A condição minoritária do executivo é, por si só, forte motivo de dificuldade adicional. Seria de esperar prudência, equilíbrio e sensatez, evitando conflitos espúrios. Mas o instinto do escorpião fala alto. 
Demissão de um chefe do Estado-Maior do Exército constitui uma das situações mais graves que um ministro da Defesa pode enfrentar. Espera-se que isso só surja perante acontecimentos ímpares e dramáticos. Neste caso tratou-se de simples declarações do subdirector do Colégio Militar numa reportagem, que poderiam indiciar eventual clima de discriminação contra homossexuais nessa escola. Não houve queixas, vítimas, culpas, provas, nem sequer caso, tratando-se de mera situação hipotética. Sabemos que a homossexualidade é hoje um tema fundamentalista e explosivo, mas mesmo assim uma situação destas daria, quando muito, algumas conversas em blogs. Que se tenha invocado a Constituição e rompido a carreira de militares competentes é tão absurdo que só se explica por instintos ideológicos viscerais. É verdade que a questão da homossexualidade nas forças armadas é complexa e difícil. Assim ficou pior. 
O ataque à Igreja é mais subtil e destruidor. O ministro da Educação já mostrara desrespeito democrático e institucional ao mudar as regras de avaliação com o ano lectivo em andamento. Mas a forma prepotente como está a tratar os contratos de associação com as escolas privadas raia a infâmia: atropela acordos assinados, perturba o ensino das crianças, prejudica a vida das famílias pobres, gera desemprego de professores. Além de prejudicar a própria função ministerial, pois os acordos são uma das formas mais baratas, eficazes e preferidas por alunos e famílias de o Estado cumprir a sua missão educativa. Só mesmo caprichos dogmáticos e obediências abstractas podem justificar tal atropelo, com um governo que se diz inimigo da austeridade a acabar por impor aquilo que nem a troika fez à educação. A medida parece genérica, contra as escolas privadas, o que permite o cinismo de o maior ataque dos últimos anos contra a presença da Igreja Católica na sociedade fingir neutralidade. 
Estas duas atitudes são tão despropositadas, artificiais e abstrusas que se duvida da solidez intelectual dos políticos que as assumem. Portugal luta, no meio da corrente, em grande perigo de se afundar. A finalidade do governo devia ser ajudar o país a chegar à margem, não dificultar. Só que, como no escorpião que morre afogado junto com o sapo que o transporta, o instinto por vezes fala mais alto do que a racionalidade.

João César das Neves
28 de Abril de 2016

Candidato muçulmano à autarquia de Londres quer reforçar a diversidade

Ou, por outras palavras, quer reforçar a islamização na capital britânica. Durante um discurso em Brixton onde estiveram presentes bandeiras do extremismo islâmico, o trabalhista Sadiq Khan, cujo líder espiritual defende a submissão das mulheres, condena a homossexualidade e quer justiça para os terroristas da Al-Qaeda, e tem ele próprio ligações ao terrorismo, faz agora, porque tem que fazer, uso da taqiya (تقیة, dissimulação islâmica) para conseguir chegar ao poder. Sadiq Khan é filho de paquistaneses e o Paquistão é um buraco islâmico ex-hindu onde as minorias são severamente perseguidas.

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Quem como eu já esteve em Londres pode facilmente constatar que há cada vez menos brancos que já são a minoria na cidade. Mas ninguém fala da substituição demográfica que existe. Ninguém fala da islamização. Pode-se ir à vontade contra as leis internacionais se for no Ocidente.

"O islão é constitucionalmente ilegal" (Viktor Orbán)

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Capturados jihadistas que planeavam atacar o Vaticano


Foram detidas em Milão quatro pessoas que se juntaram ao Estado Islâmico e que planeavam um atentado terrorista contra o Vaticano, o coração da Cristandade. "Se consigo colocar a minha família a salvo, juro (…) que serei o primeiro a atacar a Itália cruzada, o primeiro a atacá-la, juro, juro que a ataco, no Vaticano com a vontade de Alá", afirmou um dos detidos no diálogo interceptado pelas autoridades italianas. Numa outra conversa interceptada, mencionaram o ataque à embaixada de Israel em Roma: "Eu disse que quero chegar a Israel em Roma. Sim, a embaixada". Segundo a polícia italiana, os quatro muçulmanos são marroquinos: Wafa Koraïchi; Abderrahim Moutaharrik, Salma Bencharki e Abderrahmane Khachia. "Neste momento, (Roma) é a cidade das peregrinações, portanto é o centro da Cristandade (…). Há uma demanda pelo uso de 'lobos solitários'. Há referências a outros países, referências que foram comunicadas à polícia e aos serviços de inteligência", acrescentaram as autoridades.
Informa o Daily Mail que em Dezembro passado o director da polícia italiana, Tommaso Buonanno, disse que as mensagens mais claras tinham como alvo o Papa Francisco. "Recordem, já não haverá Papa depois deste. Este é o último. Não esqueçam o que estou a dizer", disse assim um dos muçulmanos presos.
Mas porque é que os muçulmanos querem fazer mal ao Papa Francisco, logo este Papa que os adora, os acolhe e quer que toda a Europa faça o mesmo?

sexta-feira, 29 de abril de 2016

"O islão é a pior praga que a humanidade já produziu"


Depois da blogosfera dita nacionalista anticristã ter-se deliciado com o que disseram recentemente mais dois de inúmeros membros da Igreja Católica que traem a instituição de origem divina que supostamente deveriam servir - o arcebispo de Colónia, Rainer Woelki, que está preocupado que os alemães votem nos nacionalistas da AfD, e o bispo austríaco Agidius Zsifkovics, que se insurgiu contra a construção de uma barreira para não deixar entrar «refugiados» no país -, cumpre a este blogue ripostar colocando aqui (mais) um exemplo daquilo que é verdadeiramente um membro da Igreja de Cristo: o padre, teólogo e professor de filosofia Manuel Carreira, que é também um astrofísico famoso com inúmeros trabalhos realizados para a NASA - mas então a Igreja não é contra a ciência?! -, disse a verdade sobre a seita islâmica numa entrevista ao jornal El Español. "O islão é a pior peste que ocorreu à humanidade", afirmou sem pestanejar o sacerdote espanhol, ressaltando que as raízes da Europa são cristãs e que o islão nunca se adaptará ao modelo cultural europeu. Pe. Manuel Carreira defende mesmo que o islão nunca contribuiu positivamente com nada para a sociedade moderna e que não tem uma teologia própria, mas sim um modo de pensar elementar, eliminando tudo o que não entende sobre a Trindade e a encarnação de Cristo.

Suécia: alógeno muçulmano diz que violou uma rapariga porque esta lhe implorou

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A Europa será uma relíquia em 10 anos, diz controverso filósofo esloveno

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"Os não nascidos não são pessoas"


E por falar no crime horrendo que é o aborto, a alcaide de Madrid, Manuela Carmena, uma esquerdista dos sete costados que foi membro do Partido Comunista Espanhol e acérrima opositora do regime de Francisco Franco, mostrou numa entrevista ao programa El Gato al Agua, do canal Intereconomía, qual é a sua verdadeira ideologia, fazendo uma defesa radical do aborto que contradiz totalmente as numerosas evidências científicas. Esta antiga advogada, uma agnóstica de 72 anos que hoje é do partido extremoesquerdista Podemos, o irmão espanhol do Bloco de Esterco, foi capaz de chegar ao cúmulo de dizer que "ninguém mata bebés" quando aborta porque os não nascidos "não são pessoas"!!
Enfim, o que é que se espera duma esquerdista?? 

Satânicos abortistas contra-manifestaram-se em Detroit

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No dia 23, um grupo de pessoas da Pro Life Society protestava pacificamente em frente a uma clínica abortista da transnacional Planned Parenthood que trafica órgãos de bebés abortados, em Michigan, Detroit, nos EUA, quando surgiu um pequeno grupo de membros da seita pagã Templo Satânico com máscaras de bebés a fazer uma estranha representação. Entre eles estavam dois jovens vestidos de padres que pareciam imitar o que fazem os sacerdotes na liturgia. Segundo os que assistiram à triste cena, tratou-se de uma acção dos satânicos que "procurava expor a idolatria fetal" dos activistas pró-vida e como estes últimos costumam fazer "propaganda" negativa sobre os abortistas. A Pro-Life Society afirmou que "a Planned Parenthood deveria estar muito envergonhada com o facto destes tipo de pessoas defenderem a sua organização". "É bastante óbvio que os satânicos estão a favor do assassinato dos não nascidos", acrescentou.
Os abortistas são a favor da morte, mas também não se matam...

Estados Unidos, Obama, Hillary e...


No dia 20 de Janeiro de 2009, os Estados Unidos da América ficaram em êxtase por terem o primeiro Presidente Afro-Americano da sua História. Actualmente, Hillary Clinton está em Campanha Eleitoral para ser a primeira Presidente do sexo feminino. 
Sinceramente, não acho nada disso relevante e nem acho nada disso extraordinário. Se os Estados Unidos da América, conhecidos pela sua ousadia, querem ir bem mais além, sugiro que seja um Nativo-Americano a ocupar a Presidência. Sim, estou a falar de um Índio, o genuíno Norte-Americano. 
Na foto, está o Monte Rushmore conhecido por ter os bustos dos Presidentes George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln. Em destaque, os Chefes Tribais mortos na Conquista Americana pelos Europeus.

Fonte: O Ouriço

O rabino britânico Jonathan Sacks responde ao ateísmo

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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Níguez põe Atlético de Madrid em vantagem

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Um golo de Saúl Níguez aos 11' derrotou, pelo menos para já, o Bayern de Munique, que se viu aflito para nos eliminar da Liga dos Campeões, no Estádio Vicente Calderón. Os colchoneros, que na fase de grupos da competição perderam em casa connosco mas vingaram-se no Estádio da Luz, foram em largos momentos do jogo controlados pelos alemães, mas foram uns verdadeiros guerreiros e podiam até ter alargado a vantagem na eliminatória se Fernando Torres, num contra-ataque aos 75', não tivesse rematado ao poste da baliza de Manuel Neuer. "Foi um jogo emocionante, fizemos um grande esforço", disse, orgulhoso, o treinador colchonero, Diego Simeone. Do lado dos bávaros, Pep Guardiola disse que a sua equipa ainda tem 90 minutos ou mais para dar a volta a eliminatória, "na expectativa de que não se repita o que aconteceu, há dois anos, com o Real Madrid". O jogo em Munique é no dia 3 de Maio.
A propósito do Real Madrid, os merengues empataram em Manchester frente ao City a zero bolas num jogo sem Cristiano Ronaldo e em que a haver um vencedor teria que ser a equipa espanhola. Jesé cabeceou à barra aos 70', Gareth Bale fez a bola passar a centímetros da baliza de Joe Hart quatro minutos depois e Pepe falhou escandalosamente quando esteve frente a frente com o guarda-redes citizen, o herói da partida, que defendeu a bola com a barriga. No dia 4, possivelmente já com Ronaldo - que pode vir a recorrer a células estaminais para regenerar o tecido danificado na sua perna direita -, é a vez do Real receber o Manchester City.

Sara Sampaio na praia para a Vogue

A manequim portuense Sara Sampaio, de 24 anos e da Victoria's Secret, partilhou novas fotografias ousadas suas nas redes sociais, mostrando-se orgulhosa da sua participação na edição espanhola da revista Vogue. As fotografias são da autoria de David Bellemere. "Meu Deus, que sonho! Sinto-me honrada por estar na capa da Vogue ao lado destes maravilhosos anjos", escreveu Sara, que parece andar a namorar com o milionário britânico Oliver Ripley que é 10 anos mais velha que ela, na legenda da capa da revista.



Para que lado a Europa está a virar?


Uma interessante notícia da agência Sputnik: segundo dados estatísticos sobre as preferências eleitorais dos europeus entre 2014 e 2016, há um aumento significativo da popularidade dos partidos nacionalistas na Áustria, Hungria, Países Baixos, Suécia e Itália, um pequeno aumento na Alemanha, uma estagnação em França e queda no Reino Unido e na Noruega. 


O artigo nada diz em relação aos países como a Espanha e Portugal, onde o nacionalismo é praticamente inexistente muito possivelmente devido às suas recentes ditaduras de Direita, nem da Polónia, Ucrânia, Eslováquia, República Checa ou Eslovénia, países saídos da esfera soviética.

Curdo culturalmente enriquecido no Cais do Sodré

Uns quantos «jovens» queriam ser servidos num restaurante Kebab de um curdo de nome Mustafa Kartal durante a manhã de segunda-feira (25 de Abril) no Cais do Sodré, em Lisboa, depois da night e, como o curdo disse que ainda não havia nada para lhes servir àquela hora, estes decidiram fazer das suas e o dono do estabelecimento de comida halal teve que se defender com uma faca.

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Os caros leitores já imaginaram que monótona seria Lisboa se não acontecessem coisas destas como não aconteciam por exemplo nos tempos da maldita ditadura salazarenta? É para isto que serve também o multiculturalismo, né? A questão agora é saber se o curdo foi racista ou se os «jovens» foram islamofóbicos, partindo do princípio que o curdo é muçulmano... Se fossem brancos a atacar um estabelecimento de um negro, aqui d'El Rey que seria racismo, xenofobia, extremodireitismo, nacionalismo, e o SOS Racismo, a Amnistia Internacional e o Bloco de Esterco não se calariam... Agora como foi um crime que começou com uns «jovens» que estiveram a divertir-se numa discoteca contra um outro espécime das minorias oprimidas e protegidas, como é que é?

Noruega paga aos refugiados para bazarem


Vede só até que ponto chegaram as coisas na Europa acolhedora de refugiados: a Noruega está a oferecer um prémio de 10 mil coroas (cerca de 1000 euros) aos primeiros 500 requerentes de asilo que se disponham a deixar voluntariamente o país. Esta é a medida menos dispendiosa encontrada pelos Serviços de Imigração da Noruega.
Está bem, abelha, esperai sentados...

9 coisas que os alemães fazem para apaziguar os muçulmanos

A Alemanha é um país com uma grande comunidade islâmica na União Europeia e é, a par da Suécia, o país que mais tem acolhido «refugiados» muçulmanos, sendo que muitos deles não fogem de guerra nenhuma. Aber ja, sehr gut, pois afinal de contas o que é que pode correr mal??

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Paquistão: cristão morto por ter pedido uma muçulmana em casamento


O jovem cristão paquistanês Qaisar Masih, de apenas 18 anos, foi brutalmente assassinado no passado dia 21 por se ter apaixonado por uma muçulmana de nome Mehwish e por lhe ter pedido em casamento. O pai da muçulmana, Muhammad Billa Pehalwan, matou, juntamente com os seus filhos e outros familiares, Qaisar mesmo à frente da sua casa pendurando-o numa árvore. 
Ficou assim dada a lição nesse país que já foi de maioria hindu mas que, graças à invasão islâmica, já é quase completamente muçulmana: os cristãos não podem declarar-se às muçulmanas.

Aniversário de António de Oliveira Salazar


António de Oliveira Salazar nasceu hoje há 127 anos atrás.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Memorabilia

Stratovarius - A Drop In The Ocean (Elements - Part 1, 2003)

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Calçada à portuguesa no coração da China?


Vai nascer um complexo residencial em Xi'an (西安), a capital da província chinesa de Shaanxi (陕西), onde está prevista a instalação de calçada à portuguesa. O projecto da urbanização Silver Sky foi concebido pelo atelier de arquitectura Carrier Johson, liderado pelo português Élio Zorro, que venceu um concurso internacional de arquitectura promovido pela empresa responsável pela empreitada. A empresa está sediada em Xangai (上海) e arrebatou esta semana o "projecto de arquitectura sustentável" capaz de "resolver o problema da habitação" e fazer da natureza um elemento preponderante. "A China, neste momento, atravessa uma fase em que procura projectos ecossustentáveis. E esse era um pré-requisito do programa", disse Élio Zorro, de 36 anos. Mas ainda não é certo que vá mesmo haver calçada à portuguesa, pois "não existem calceteiros aqui na China".
Com cerca de 1370 milhões de habitantes, a República Popular da China (中華人民共和國 em chinês tradicional e 中华人民共和国 em chinês simplificado) conheceu nas últimas décadas um ritmo de urbanização ímpar na história da humanidade. A percentagem da população urbana subiu de 10,6% em 1949, ano da implantação da república comunista, para mais de 51% no ano passado. Pelas previsões oficiais, mais 250 milhões de cidadãos do continente deverão radicar-se nas cidades até ao final da próxima década. "Sou um privilegiado por ter presenciado este fenómeno: o que estamos a viver nesta parte do mundo é incrivelmente único", comentou Élio Zorro, que acrescentou ainda que "a velocidade do desenvolvimento na China não permite o tipo de planeamento semelhante ao que é feito nas cidades europeias" e que muitos "projectos que vemos nas urbes chinesas estão descontextualizados".
Xi’an, a antiga capital da China e o extremo oriental da histórica Rota da Seda (絲綢之路) que durante séculos ligou a China e a Europa através da Ásia Central, possui uma das mais famosas atracções turísticas da China, o chamado "Exército de Terracota" (兵馬俑), uma imensa colecção de esculturas que representa os soldados do primeiro imperador da China Qin Shi Huang (秦始皇), nome que significa literalmente o primeiro imperador da dinastia Qin.

Cão mata recém-nascido


Uma péssima notícia para os amantes dos animais: em San Diego, nos EUA, um cão da raça Staffordshire Terrier matou o bebé recém-nascido dos seus donos e acabou entregue ao departamento de animais da polícia local. A tragédia aconteceu quando a mãe do bebé de apenas três dias, que estava deitada na cama com ele, o marido e o cão, de dois anos, tossiu. O animal reagiu ao estímulo atirando-se inexplicavelmente à criança, o que a deixou com traumas fatais, vindo a morrer no hospital...

Famosa família de «refugiados perseguidos iraquianos» regressou voluntariamente ao Iraque depois de meio ano a viver na Alemanha


É isso mesmo, conforme se pode ler aqui. Laith Majid, a sua esposa Nada Abel e os seus filhos Moustafa, Ahmed, Taha e Nour chegaram à ilha grega de Kos em 2015, tornaram-se famosos graças aos mé®dia - que os elevaram à categoria de símbolo desta crise dos refugiados e da necessidade de acolher os refugiados que fogem da guerra e das perseguições -, foram para Berlim onde poderiam finalmente "viver em paz e trabalhar" mas acabaram por regressar ao Iraque sãos e salvos e estão agora a viver na cidade de Erbil. Parece que eles não gostaram da vida de refugiado na Alemanha e decidiram voltar para o buraco de onde vieram.

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Ah, cagandas refugiados!!

"Aproveitem-se das vantagens do sistema ocidental"


A vereadora muçulmana da plataforma esquerdista Guanyem Badalona En Comú (em coligação com vários partidos entre eles o Podemos), Fatima Taleb Moussaqui, disse que os muçulmanos deveriam aproveitar-se das vantagens do sistema ocidental, como as prestações e ajudas à habitação, mas mantendo-se à margem socialmente. Isto porque, acrescentou a mulher de origem marroquina, a primeira vereadora muçulmana na Catalunha, não é justo os muçulmanos renunciarem a sua cultura. Forte apoiante da independência catalã, Fatima acredita que se Catalunha se tornar independente de Espanha os muçulmanos poderão aproveitar-se disso - a Catalunha independente poderia ser um novo país europeu islâmico, quiçá? - e não é por acaso que é a favor de que os imigrantes possam exercer o direito ao voto.
Antigamente os muçulmanos tentavam islamizar através da guerra. Hoje em dia islamizam graças às abébias que os ocidentais lhes dão...

O povo sueco é racista por não querer «refugiados» junto a uma escola primária!

Soube da seguinte notícia no blogue Totalitarismo Universalista: houve uma recente reunião entre representantes do município de Estocolmo e populares por causa do alojamento de «refugiados» muçulmanos junto a uma escola primária. No vídeo que se segue podemos ver populares a fazer perguntas à mesa, que é presidida por um tipo com aspecto pouco sueco, e os «pulhíticos» a recusarem-se a responder, limitando-se, como muito bem diz o blogueiro Afonso de Portugal, a balbuciar lugares-comuns e outras evasivas.

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No vídeo de baixo vemos um jornalista que diz que já esteve noutras reuniões do género mas que nunca tinha visto gente tão zangada como desta vez. Segundo ele, os mé®dia têm sido parciais e têm escondido várias notícias que não abonam nada a favor dos «refugiados», como os casos de violação de mulheres e crianças nativas perpetrados por esses alógenos muçulmanos. E o pior é que os mé®dia já fazem isso há décadas!

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Os politiqueiros correctos, os esquerdistas e os refugees' lovers devem estar a perguntar: mas que mal é que tem haver «refugiados» muçulmanos que vêem a pedofilia como uma coisa normal segundo o islão ao pé de alunos do ensino primário? Que mal é que pode acontecer? Cambada de racistas filhos da mãe é o que eles são, esses populares extremistas apoiantes do partido nacionalista Sverigedemokraterna (Democratas Suecos)!

O que faz o islão na Holanda?

Nos Países Baixos, uns quantos jovens estavam a cantar num comboio. Um passageiro muçulmano disse-lhes para se calarem e os tipos, com aspecto de hippies e que são mais que o alógeno... calaram-se mesmo.

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Entretanto, os Serviços Secretos Holandeses afirmam que a possibilidade de haver um ataque terrorista islâmico no país é mais alta que nunca.

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Recordemos que ainda recentemente foram travados possíveis atentados terroristas islâmicos no aeroporto de Schiphol e na principal estação de comboios de Amesterdão...

Bristol é demasiado multicultural para haver celebrações do dia de São Jorge!

A cidade inglesa de Bristol não vai celebrar o dia de São Jorge, o santo padroeiro de Inglatera, por ser uma "cidade demasiado multicultural"! São faladas na cidade 91 línguas diferentes mas o maior medo dos multiculturalistas é haver na cidade uma presença significativa de muçulmanos e as suas sensibilidades poderão ficar feridas com uma celebração patriótica do género, pois inclui uma cruz de Cristo. Aliás, segundo uma tal Kalphna Woolf, a fundadora da organização 91 Ways to Build a Global City (91 Maneiras de Construir uma Cidade Global) que parece uma hindustânica, "as pessoas podem ficar assustadas com o branco e vermelho da cruz da bandeira de São Jorge"!!
E depois ainda dizem que o multiculturalismo é bom! Fez com que a Inglaterra já não fosse mais cristã! Que faz ainda a cruz na bandeira inglesa?

"Para a minha geração, mais dívida é menos liberdade"

Ainda a propósito do 25 de Abril, segue o discurso do portuense Michael Seufert sobre o 25 de Abril em 2015, na altura deputado do CDS-PP:

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Actualidade: os que os outros dizem

O que Abril nos deixou... três bancarrotas, terrorismo, atraso económico, pobreza e comunistas. Na antiga Europa de leste nem querem ouvir falar de comunistas ou partidos comunistas: nos ficámos com os dejectos da ideologia. Depois de 42 anos deparamos ainda com as trombas destas relíquias estalinistas (um deles amnistiado de terrorismo por um dos que enriqueceu com o regime) (Lura do Grilo, Lura do Grilo).

O 25 de Abril foi transformado numa espécie de Deus para ser venerado apesar de milhões de pessoas terem sido prejudicadas gravemente. Dividiram a História de Portugal em dois períodos. O antes e o após do 25 de Abril. O 25 de Abril é uma espécie de Cristo. AC e DC. A25 Abril e D25 Abril. Com o 25 de Abril veio uma coisa boa: uma evolução positiva do Direito. Mas o resto foi um desastre. Milhões de mortos, feridos, estropiados, órfãos, viúvas espalhados pelos cinco continentes. O 25 de Abril recebeu uma economia a crescer 8%, uma dívida mínima e basicamente nacional, quase mil toneladas de ouro nos cofres, uma frota de marinha mercante e de pesca, empresas industrias e comerciais de capital nacional (a quadragésima maior empresa do mundo era portuguesa) e hoje 25 de Abril de 2016 temos uma economia quase em colapso, uma dívida que em notas de 500 euros umas em cima das outras tem 12 000 km (vai daqui à China) e 300 toneladas de ouro que ninguém sabe onde está (já ouvi dizer que está em Frankfurt) as maiores empresas todas de capitais estrangeiros, o centro de Lisboa propriedade de fundos imobiliários estrangeiros e até o Banco de Portugal pertence ao BCE. Mesmo em termos de liberdade se a liberdade se medir pelo número de pessoas presas hoje temos 14 000 presos, dos quais 2300 nem sequer foram julgados quando em 1972 tínhamos 3405 dos quais 509 preventivamente. Ao progresso que houve D25A obviamente que se mantivéssemos o crescimentos que tínhamos tido nos 14 anos anteriores ao 25/4 o nosso PIB per capita hoje estaria à frente de Singapura, um país pequeno, sem recursos, estrategicamente bem colocado e com um regime muito parecido com o regime A25A. Reparem nestes números da Pordata Portugal entre 1960 e 1974 passou de 3400 euros per capita para 8100 e de 1974 até hoje passou de 8100 para 16 200. O crescimento nesses 14 anos acumulado foi de 130% e nos últimos 42 anos foi 100%. Crescemos percentualmente mais em 14 anos do que em 42 (FM, O Tradicionalista).

Se considerarmos que o 25 de Abril é a festa da democracia, um tempo em que "a direita" passou a ser "tolerada" com indisfarçada dificuldade pelos que estão acidentalmente no poder não é exactamente o tempo que mais condiz com o 25 de Abril. Mas, se virmos bem, este tempo não é inteiramente "novo". O 25 de Abril é desde há muitos anos precisamente o dia em que as extrema-esquerdas se entregam a rituais de exclusão simbólica de quem não pertence à seita, em nome do sentido "verdadeiro" da democracia e do 25 de Abril. Novo, novo nisto tudo é a chegada das seitas ao poder, a reboque da debilidade de um partido socialista que, tendo perdido as eleições, a elas teve de recorrer para formar a base de apoio parlamentar que o eleitorado lhe recusou. Não espanta que o sectarismo e a intolerância se tenham tornado na regra do calendário. Mas que isto começa ser um bocado insuportável, começa (Jorge Costa, O Insurgente).

Já que ainda é 25 de Abril, deixem-me que o diga: sou de direita e não reconheço à esquerda qualquer tipo de superioridade. Seja moral, ética, intelectual, cultural, política, menos ainda económica. Nem sequer ambiental. Nada. Até porque se assim não fosse não seria de direita. É nestes termos que faço as minhas análises políticas, seja nos jornais, na TV ou no blogue O Insurgente. Aliás, é isto que é respeitar o adversário. Não é dizer que tem razão ao mesmo tempo que se pensa e sente outra coisa. É porque respeito quem é de esquerda que lhes digo que estão errados (José Abrantes de Amaral, O Insurgente).

Há quem garanta, todos os anos, que falta cumprir Abril. Quem, sem nunca se esquecer, lamente a perda dos valores de Abril. E, este ano, quem sugira que graças à geringonça os tais valores e o tal Abril vão ser cumpridos. Pois. Deve ser, deve. Seja lá o que for que essa cantilena de velhinhos queira dizer. A mim o 25 de Abril lembra-me a reforma agrária. Se calhar se vivesse noutro local lembrar-me-ia ocupação de fábricas. Ou manifestações que acabavam em pancadaria. Ou malucos a colar cartazes e a pintar paredes. Mas não. É mais gente mal apessoada a querer pendurar pessoas nos candeeiros do Rossio entre um e outro assalto a propriedades privadas (Kruzes KanhotoKruzes Kanhoto).

Ficámos todos contentinhos porque nos deram a liberdade. Podemos dizer mal de quem nos apetecer. Óptimo! Mas, na verdade, após 42 anos, estão a reduzir-nos ao papel de idiotas úteis, palradores inconsequentes, livres sim, mas utilizados para caucionar uma democracia que, se não for mesmo falsa, é, essencialmente, hipócrita (Pedro TadeuDiário de Notícias).

A revolução de 25 de Abril de 1974 não produziu a melhor mudança para a sociedade portuguesa e foi uma das maiores catástrofes, civil, que Portugal experimentou depois da sua fundação. Desgraça total!  Eles, alguns, que por aí ainda seguem vivos pretendem imiscuir às novas gerações (que a maior parte segue por aí desempregada) que historicamente a Revolução dos Cravos foi um bem para Portugal e que livrou os portugueses da pata e da vergastada, ditatorial, de António Oliveira Salazar. Eles os "pacotilhas" que depois do 25 de Abril de 1974 tomaram conta de Portugal, passado meia dúzia de anos, já tinham estafado o "cabedal", nos cofres do Estado, que tinham herdado do Prof. Salazar. Acudiram aos "pacotilhas", em 1980, os emigrantes portugueses (sou um dos que contribuíram), para que Portugal não caísse, financeiramente, na bancarrota (José Martins, Aqui Tailândia).

O dia de ontem mostrou existir um grande incómodo entre a esquerda: pela primeira vez desde o 25 de Abril de 1974, o partido que venceu as eleições não governa o país, por força, precisamente, da esquerda. Esta verdade feriu de morte a autoridade moral de que a esquerda se tem feito valer desde a revolução. É por isso mesmo que a sua reacção tem duas frentes: por um lado quer isolar Passos Coelho, descredibilizando-o como alguém que não sabe aceitar a derrota que não teve; por outro, encosta-se a Marcelo, um presidente popular. A pior coisa que pode acontecer à esquerda, além de governar contra a vontade da maioria do eleitorado, é ter Marcelo como adversário (André Abrantes AmaralO Insurgente).

O Partido Socialista, que antes proclamava a necessidade de "virar a página da austeridade", agora decidiu ser uma espécie de macho da austeridade, propondo-se reduzir o défice a grande velocidade. Para isso, vai baixar o número de funcionários públicos (recuperando a antiga regra neoliberal do saem dois, entra só um) e congelar os seus salários. Mas o pior é que nada disto vai bastar para cumprir os défices propostos e acordados com a CE. Há-de vir por aí mais austeridade. Não vale a pena é contar com os campeões do povo para a combater (Luciano Amaral, Correio da Manhã).

Não é difícil perceber a indignação de Jerónimo de Sousa com a proposta do CDS para levar o PEC a votos na AR. Os comunistas não podem apoiar apoiar politicamente uma programa que mantém, em traços gerais, a austeridade. Mesmo garantindo a aprovação com os votos do PS, BE, PAN e da filial ecologista do PCP isso iria expor demasiado as contradições da geringonça. Por isso limitam-se a articular argumentos muito poucos convincentes, incluindo a misteriosa acusação de "chicana política”. Veremos o que sucede quando for necessário introduzir novas medidas de austeridade. Provavelmente será novamente culpa do CDS (Miguel Noronha, O Insurgente).

Há algo de fascinante nesta atitude do Bloco de Esquerda em não querer votar o PEC no parlamento. É um dos programas mais importantes do governo que apoiam, que foi aprovado por Bruxelas e marcará a governação dos próximos meses. No entanto, o BE considera que não merece sequer ir a votação no parlamento. Catarina Martins diz que não quer levar o projecto mais importante do actual governo a votação para não criar uma crise. Ou seja, aceitar apoiar o PEC, mas só às escondidas e sem registo de voto. Para daqui a uns tempos poder dizer que nunca o aprovou. A fantochada continua (Carlos Guimarães Pinto, O Insurgente).

Não é o PCP que tem lampejos de lucidez: é o Bloco de Esquerda que vive em estado de alucinação perpétua. O episódio do "cartão de cidadania", que os comunistas dissimulados queriam impor e os comunistas assumidos vetaram, é apenas um exemplo. E nem sequer um exemplo original: por todo o Ocidente e arredores há "comissões", "observatórios" e centros de ócio similares empenhados na erradicação da discriminação de género através do massacre da gramática. Os primitivos, que pronunciavam "chuva" e aguardavam o aguaceiro, acreditavam que a linguagem determinava a realidade. O BE, sem hesitações ou subtilezas, também acredita, e é preciso um partido que acredita na democracia norte-coreana para moderar-lhes a toleima (Alberto Gonçalves, Diário de Notícias).

O arcebispo de Colónia, à semelhança do chefe, glorifica o inimigo. Para este traidor o islamismo é compatível com a constituição alemã. E, já agora, com a cultura europeia, não? Pois é, neste momento, desde o Concílio, a esmagadora maioria da Igreja é constituída por traidores à mesma. Só sobreviverá se aqueles forem corridos. Nem que os verdadeiros fiéis se reduzam a uns centos, é neles que permanecerá a verdadeira Igreja (Sr. Hamsun, O Século das Nuvens).

O conservador tem respeito pela religião (ou é mesmo religioso) porque considera que a perfeição não pertence a este mundo; e por isso acredita que a perfeição (a utopia) só pode ser transcendente ao mundo. O esquerdista (porque é ateu) acredita que a perfeição é imanente ao mundo e pode ser realizada em um qualquer futuro. E como o mundo é considerado "mau", o utopista destrói as heranças intelectuais, sociais, políticas e tradicionais, oferecendo em troca apenas mais homilias acerca da beleza do sonho utópico (Orlando Braga, perspectivas).