segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Por que a Igreja Católica é o maior obstáculo à Nova Ordem Mundial


Os utópicos da Nova Ordem Mundial odeiam o Cristianismo como um todo, cujos princípios sempre serão opostos ao poder infinito do globalismo. No entanto, do ponto de vista jurídico, a Igreja Católica é o maior obstáculo ao poder globalista por pelo menos dois grandes motivos: 

1) Base espiritual: Trata-se de uma instituição milenar de carácter espiritual e portanto importante coluna do direito natural no Ocidente, factor essencialmente limitador de poder; 

2) Soberania jurídica: Tem sede no Vaticano, um Estado nacional soberano, cujos princípios influenciam o mundo de dentro para fora, mas nada o pode influenciar de fora por conta dessa soberania. 

Estratégia 

Uma das estratégias globalistas mais clássicas consiste na superexposição da Igreja e da sua organização de modo a enfatizar contradições e as tensões existentes ou não com o contexto mundial (contexto este que deve ser construído por eles), para assim gerar uma falsa necessidade de interferência do mundo nas questões internas da Igreja. 

Walter Lippman, assim como muitos outros teóricos dos média e de sociologia, chamava a atenção para a existência do que chamava de “pseudo-ambiente”, isto é, um contexto construído especialmente para servir de justificativa para acções efectivas e mudanças drásticas na estrutura do tecido social. Aqui podemos interpretar o pseudo-ambiente como a função de premissa, já que não precisa ser exactamente uma descrição contextual clara, mas manifestar-se num questionamento que passe a ideia de ser representativo da humanidade e fazer as vezes de uma questão universal e candente. É evidente que tudo o que se publica jornalisticamente sobre o Papa e a Igreja tem esse objectivo e o Vaticano sabe disso. Embora em muitos casos a Igreja acredite (estando certa ou errada) conseguir aproveitar-se dessa exposição vendo nela uma oportunidade de levar a sua mensagem ao mundo, o facto é que a premissa dessa exposição global está presente nos dois casos, ou seja, os agentes desta exposição dificilmente são os membros da Igreja, mas os média submissos ao globalismo. Já que a Igreja não detém eficientemente os meios de controlar o fluxo de exposição, tampouco o viés dos produtos mediáticos, resta a ela responder às questões levantadas pelos média utilizando-se muitas vezes de premissas fornecidas pelo agente causador da exposição. A resposta da Igreja normalmente nem precisa de ser distorcida pelos jornalistas, pois o facto da pergunta já é suficientemente um factor de subjugação da Igreja ao julgamento mundano, o que já caracteriza uma inversão profunda e imperceptível de valores no grosso da audiência. Claro que a situação se complica ainda mais quando até mesmo o próprio Papa parece raciocinar nos termos mediáticos e aparentemente apressar-se a responder e com isso reforçar uma postura de submissão avessa à verdade da fé cristã e da noção de autoridade (dependência exclusiva do Autor da vida). Isso não é uma exclusividade do Papa Francisco, mas o resultado de uma postura que a Igreja tomou há tempos, o que nos parece algo carregado de erros e de aparente ingenuidade, queremos crer. 

Por outro lado, se há outra alternativa à Igreja a não ser responder às questões levantadas, dada a situação de impotência diante do colossal poder dos grandes média globalistas, não nos caberia indicar, já que compreender o problema parece-me o primeiro passo de qualquer tentativa de resolvê-lo. Isso nos deve auxiliar principalmente no julgamento e interpretação das notícias sobre a Igreja, o que deve ser feito levando em consideração os seus efeitos e, portanto, o seu agente, conforme um simples exercício de associação baseado na pergunta: a quem isso ajuda? Se ajuda aos globalistas e o seu poder sobre os média já é atestado, claramente se trata de uma acção orquestrada para este fim. E sobre isso há bastante informação disponível que ateste a incrível capacidade das instituições e entidades globalistas de controlar os meios de comunicação. Basta ver o meu artigo sobre o Project Syndicate

Exemplos temos em demasia. O primeiro deles e mais óbvio são as acusações de pedofilia na Igreja. É sabido que casos reais existem e devem ser combatidos. No entanto, é um traço típico da mentalidade dos meros consumidores de notícias não atentar-se para o contexto em que essas denúncias surgem ou de quem elas vêm. Num mundo hiper-sexualizado, onde todas as taras sexuais, incluindo homossexualismo, pedofilia, necrofilia, zoofilia, já contam com entidades de defesa e proselitismo sexual vindo da própria ONU e UNESCO, onde a educação sexualizante para crianças tem sido empurrada goela abaixo de todos os países do mundo, parece-nos bastante estranho que os mesmos agentes promotores destas obscenidades tentem colocar a Igreja Católica no centro do problema das taras sexuais. Trata-se de uma forma ardilosa de gerar uma falsa necessidade de o mundo fiscalizar a Igreja e a sua estrutura, além, é claro, de distrair o mundo dos infindáveis escândalos de pedofilia na própria ONU que são denunciados pelo mundo afora e superam em muito os da Igreja. 

Embora este tipo de assédio jurídico-mediático ocorra com todos os Estados nacionais, o Vaticano é o alvo prioritário, por ser o repositório ocidental do que chamamos de direito natural, isto é, a base jurídica que nos permite julgar se uma lei é justa ou injusta, por carregar valores pré-jurídicos. O caso da pedofilia na Igreja esconde ainda uma agenda dupla que é a questão do celibato clerical, algo odiado e cada vez menos compreendido, mas muito mais por força de uma contextualização construída e aceite pela maioria, na qual o ponto mais alto da satisfação humana está na sexualidade e na realização dos desejos. Desejos estes que, para os fins do direito positivo da Nova Ordem Mundial, devem servir de matriz às reivindicações de mais direitos. Só assim, o que se conhece como direito pode ganhar um carácter subjectivo, um passo importante na direcção da relativização do direito e, portanto, no sepultamento dos conceitos universais. Afinal, sendo o homem escravo dos próprios desejos, toda a força dispendida à sua realização irá inevitavelmente na mesma direcção de conceder aos legisladores mais e mais poder para que garantam os seus direitos. Uma artimanha tão velha quanto letal. 

Outro exemplo muito claro é a cobertura e a atenção dada pelos média ao Sínodo dos Bispos, cujo tema foi a família. A expectativa dos grandes média coincide com agendas da ala modernista da Igreja, como a comunhão de recasados (no fundo, mirando no dogma da indissolubilidade do casamento) e a aceitação de uniões entre pessoas do mesmo sexo, o que pressupõe, de fundo, a relativização do conceito de família como algo universal e independente de convenções sociais ou culturais. O maior obstáculo a estas causas é, novamente, o direito natural que, longe de ser um simples paradigma jurídico, é a base sobre a qual se construiu a mesma noção de direito e de democracia ocidentais. 

Como vemos, não é possível julgar as notícias pelo seu conteúdo mas pela agenda que ela atende. Muito embora factos expostos tenham um fundo de verdade, a verdade maior está na malícia dos difusores da informação e não na informação em si. Informações são uma parte muito pequena de uma notícia. O seu miolo, isto é, a sua alma é a intencionalidade, seja de informar ou transformar, dada a amplitude dos efeitos que advém da difusão dos factos. Afinal, inevitavelmente a difusão de factos gera novos factos. Quem controla a difusão evidentemente detém uma parte importante do poder de interpretação sobre os novos factos gerados.


Cristian Derosa

O cartaz do BE e a matriz civilizacional ocidental

O Partido Nacional Renovador (PNR), uma espécie de pesadelo para os idiotas úteis e islamófilos incorrigíveis que não merecem a nacionalidade portuguesa - seria um favor que fariam à nação portuguesa abdicarem da nossa nacionalidade já que não suportam o direito à liberdade de expressão quando não lhes agrada -, não perdeu a oportunidade de atacar o Bloco de Esterco por insultar os cristãos:

Artigo "Overdose do Bloco". Já agora, o líder do PNR, José Pinto-Coelho, é profundamente católico
O “berloque” de peito-cheio, por estar no poder, resolveu dar um ar de sua desgraça e insultar todos os cristãos. 
Sabemos que o “berloque” é uma manta de retalhos, em que várias tendências co-habitam em torno de causas fracturantes, procurando corromper valores, procurando denegrir as instituições na procura de uma sociedade, na qual valha tudo menos tirar olhos. 
Muitos portugueses foram enganados por este partido que, usando o engodo das causas sociais, visa sobretudo fazer passar a sua agenda degradante e degradada. 
O projecto de “outdoor” para agradar a uma das suas facções, talvez a mais provocadora e mais perigosa, já que junta gente sem o mínimo de valores, a saudosistas dos tempos da LUAR e das FP25, merece o repúdio de todos os portugueses. 
Não foi um tiro-no-pé do BE, mas sim o destapar da pele de cordeiro, deixando antever o lobo escondido, pronto a todas as perseguições dos tristes tempos do PREC. 
Não acreditamos que o projecto vá para frente, já que o “berloque” tem medo de perder ainda mais votos. Mas caso insistam na provocação, desafiamos os criativos deste partido a fazer umas imagens, nas quais retratem também o islamismo. Os temas a abordar são muitíssimos, desde a pedofilia, à violência sobre as mulheres.

Eu não sou militante do PNR, como os leitores deste blogue já devem saber, porque o PNR é também uma manta de retalhos, mas aqui não podia estar mais de acordo com o partido nacionalista português. Ainda assim, o cartaz do Bloco de Esterco, partido dos neotrotskystas de Portugal, foi mais positivo do que propriamente negativo. Pessoalmente não fiquei incomodado com o cartaz porque ele foi bastante útil ao Cristianismo, não tendo percebido isso quem anda completamente a leste - ou então sofre de perturbações anticristãs muito fortes, como por exemplo ateus que até são capazes de negar factos históricos como a existência de Jesus Cristo. Desde já porque o Bloco de Esterco reconheceu a existência de Deus e por conseguinte do Cristianismo, que é apenas algo que está intimamente ligada à nossa matriz civilizacional por muito que isto doa aos citados idiotas que sofrem de perturbações anticristãs. Segundo porque a fórmula falaciosa usada pelo Bloco de Esterco não passa disso mesmo: uma falácia. Jesus teve um pai humano adoptivo, São José, e tinha um Pai espiritual - que na verdade é Ele Próprio porque Deus é uma Trindade, mas deixemos as questões teológicas de lado -, algo que a nova lei não reconhece como existente, logo um pai espiritual não pode ser atribuído às crianças, além de que Deus e São José não formavam um "casal gay". Terceiro, o caso de Jesus na verdade nem sequer pode ser aplicado à nova lei, pois Jesus teve uma família tradicional, isto é, uma família verdadeira, composta pelo pai, pela mãe e pelo(s) filho(s) - o direito a ter um pai e uma mãe é um direito que não pode ser negado às crianças. Por fim, e aproveitando a deixa do PNR, porque é que o Bloco de Esterco não aproveita também para fazer o mesmo em relação ao Maomé para incentivar, por exemplo, a chamada de atenção para outras "causas fracturantes" como a pedofilia ou a poligamia que são permitidas pelo islão? Não nos podemos esquecer que, afinal de contas, o esquerdume é responsável por hoje em dia vivermos numa época tão oportuna à diversidade e à aceitação do que é diferente em nome da vaca sagrada que é o multiculturalismo...

Esta é a bandeira de Portugal dos que negam as suas origens
Não é por já termos passado do século XV que Portugal deixou de ter sido fundado graças ao Cristianismo. Não é por já estarmos no século XXI que a História se altera. Pelo contrário, esquerdismos como o agnosticismo, o ateísmo e mesmo o paganismo são coisas alógenas àquilo que é Portugal. O quê, o grande Viriato era pagão? Pois com certeza que era, e depois? Afinal de contas, o lusitano nunca chegou a conhecer a religião revelada por Deus que é o Cristianismo, e não importa se ela é ou não de origem semita como é a deliciosa alheira porque, se quisermos ir por aí, então também todos nós, seres humanos, somos de origem africana - ou se quisermos ir ainda mais longe, de origem extraterrestre, de acordo com o fenómeno da panspermia (um excelente argumento para o criacionismo!). E os lusitanos não são portugueses, mas sim os antepassados dos portugueses. Quando a nação portuguesa foi fundada, por D. Afonso Henriques, já o povo era cristão, excepto os muçulmanos que pululavam na Península Ibérica e que ainda hoje adoram o ídolo lunar árabe de Meca Alá.

Nas suas andanças pelo mundo - a descobrir, a mercadejar, a propagar a 
fé - impôs-se sem hesitações a conclusão: português, logo católico (Salazar)
Dizei-lhe que também dos portugueses alguns traidores houve algumas vezes! 
(Luís Vaz de Camões, "Os Lusíadas" Canto IV- 33)
De um lado os verdadeiros portugueses - católicos e patriotas - e de outro lado os falsos portugueses, os traidores. Sempre foi assim.

Arábia Saudita condena ateu a 2000 chibatadas e 10 anos de prisão


Depois de em 2014 o reino saudita ter considerado todos os ateus como terroristas, um tribunal condenou a 2000 chicotadas e a 10 anos de prisão um homem de 28 anos que se declarou ateu no Twitter. Além disso, a polícia religiosa descobriu também mais de 600 tweets que negam a existência de Deus, ridicularizam o Alcorão, acusam todos os profetas de mentir e culpam o ensino islâmico de incitar à violência.
Está na hora do fantástico reino islâmico banir a Internet aos seus súbditos.

Nietzsche, admirador do islão

“O Cristianismo frustrou-nos da herança do génio antigo e frustrou-nos mais tarde da herança do islão. A maravilhosa civilização mourisca da Espanha, no fundo mais próxima dos nossos sentidos e dos nossos gostos do que Roma e a Grécia, essa civilização foi calcada aos pés (não digo por que pés) porquê?, pois se ela devia a sua origem a instintos nobres, a instintos de homens, pois se ela dizia sim à vida e para mais com as magnificências raras e refinadas da vida mourisca! Os cruzados lutaram mais tarde contra algo que teriam feito melhor em adorar prostrados por terra – uma civilização que faria parecer o nosso século XIX um século pobre e ‘tardio’. – É verdade que queriam os despojos: o Oriente era rico... Sejamos, pois, imparciais! As Cruzadas – alta pirataria e nada mais! (...) Em suma, não podia haver escolha entre o Islão e o Cristianismo, como não a podia haver entre um árabe e um judeu. A decisão está tomada; ninguém tem mais a liberdade de escolher. Ou se é, ou não se é Chandala... ‘Guerra de morte contra Roma! Paz e amizade com o Islão!’. Assim o quis esse grande espírito livre, o génio entre os imperadores alemães, Frederico II”- Nietzsche, O Anticristo, Europa-América, 1977. 

“Nietzsche não queria dizer o que disse, está a ser mal interpretado”, dirão alguns génios da hermenêutica. Pois. Fora a demonstração de ignorância perante o que foram as Cruzadas (Nietzsche nunca foi grande coisa como intérprete da História) o texto evidencia algo muito visível em Nietzsche e nos anticristãos: o ódio ao Cristianismo é de tal ordem que se sobrepõe a quaisquer considerações racionais. Tratando-se de eliminar a Cristandade e uma parte fundamental da herança Ocidental esta gente não tem pejo em aliar-se aos inimigos da Europa. Mas, naturalmente, sempre dizendo que a Igreja é o grande mal – como se estivessem, de facto, preocupados com aquilo que ela é.


Alemanha 2030

Alemanha 2030: Então, de onde vens tu?
A imagem de cima foi partilhada no Twitter pela deputada alemã Erika Steinbach, do mesmo partido que a Angela Merkel, a CDU. "A todos os negacionistas da realidade: há mais gente na Alemanha com medo que os locais se tornem numa minoria do que vocês pensam ser possível", escreveu Erika.
É de esperar que a Erika vire agora um saco de pancadas por parte da esquerdaria unida por causa deste seu imperdoável acto "racista".

Real Madrid mais longe do título


Houve clássico em Espanha no passado sábado no Santiago Bernabéu e a vitória acabou por sorrir à equipa visitante, o Atlético de Madrid. Um golo solitário do francês Antoine Griezmman foi quanto bastou para levar o treinador do Real Madrid a afirmar que a liga espanhola já está perdida, pois já são 12 pontos que separam o Real do Barcelona (que igualou o recorde do Real de estar 34 jogos seguidos sem perder). "Não esperava esta derrota, quando temos ocasiões temos que finalizar. Tínhamos de fazer mais, correr mais, meter o pé... Porque se não o fazes contra o segundo classificado, acontece isto", sublinhou o técnico francês. "Fizemos tudo o que podíamos, mas também nos faltou um pouco de tudo. Creio que a questão mental foi decisiva, não tanto pela questão física. O Atlético jogou na passada quarta-feira e vejam o jogo que fez. Foi um golpe muito duro. Perder em casa é difícil", acrescentou. A prioridade dos merengues passou agora a ser a Liga dos Campeões.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Parabéns, Sport Lisboa e Benfica!




112 anos de Benfica. O mundo nunca mais foi o mesmo.

Salazar - Tempos Difíceis

De autoria de Arnaldo Madureira e apresentado por Irene Flunser Pimentel no dia do seu lançamento, o livro "Salazar - Tempos Difíceis" faz um análise pormenorizada de um período fundamental para a afirmação do Estado Novo, desde o início de 1934 e o começo da Guerra Civil Espanhola, em 1936, primeiro pelo confronto e pelo controlo das oposições; segundo, pela implementação das primeiras políticas de fomento económico-sociais. O livro está à venda por 18 euros.

«Uma violação pode durar 30 segundos mas o racismo dura para sempre. Deixem-nos (refugiados) entrar»


O cartaz de cima, exibido online e na cidade alemã de Monaco, parece que não provocou tanta polémica, pelo menos em Portugal, como o do Bloco de Esterco. A mensagem deste cartaz é claríssima: apesar do acolhimento de «refugiados» poder acarretar consequências danosas para a segurança das mulheres, como já está mais que comprovado que acarreta mesmo, ainda assim é preciso que a Europa continue a acolher «refugiados» que é para acabar com o racismo!! O esquerdume alemão partilhou o cartaz em várias páginas do Facebook e blogues. Sintomático...
Para o esquerdume, mais vale as mulheres serem violadas por alógenos do que haver racismo. É por isso que muitos casos são constantemente silenciados, como casos que envolvem menores de idade, por medo do politicamente correcto. Também não há racismo nenhum quando são os alógenos que violam europeias brancas, né? Há quem diga que o racismo é uma espécie de construção social...

Percentagem de pessoas que vivem de ajudas sociais na Holanda


Gráfico de Novembro passado, portanto ainda muito actual: à frente dos holandeses estão os turcos, marroquinos, iranianos, afegãos, eritreus, iraquianos, sírios e somalis. E mesmo assim os holandeses que vivem de assistência no seu próprio país representam apenas 3,1% de todos os holandeses. Já os campeões na matéria, os somalis, são quase 70% de todos os somalis, que juntamente com os outros parasitas são minorias na Holanda.
A Holanda realmente ganha imenso com a imigração terceiro-mundista!

Padre ajuda desempregados de longa duração


Um padre de Paços de Ferreira, Samuel Guedes, criou em 2011 uma empresa social de nome Engenho de Paladares, Lda. que dá neste momento trabalho a 65 desempregados de longa duração. A empresa produz queijos, biscoitos, bolachas, doces, compotas e licores para todo o país e ainda serve refeições diárias nas escolas primárias, centros sociais e cantina social. "Já vendemos para todo o país, sobretudo através de lojas que apostam na nossa marca. Não queremos estar em hipermercados", disse o Pe. Samuel Guedes que explicou que a empresa social nasceu com a "necessidade de criar postos de trabalho para combater a crise económica". Os lucros da Engenho de Paladares, Lda. destinam-se, disse ainda o padre, para apoiar os mais necessitados.
Os parabéns ao Pe. Samuel Guedes por esta iniciativa!

«Jesus também tinha dois pais»

Eis aqui o cartaz da polémica em Portugal, da autoria do Bloco de Esterco e que enfureceu católicos, políticos e até mesmo a comunidade gay! A intenção, como o próprio Bloco de Esterco admitiu, "nunca foi afrontar a Igreja Católica" (não, que ideia...), pois o partido diz que "respeita todas as convicções religiosas" (jura?).


A própria líder do Bloco de Esterco, Catarina Martins, deu o aval ao cartaz polémico. Só não se sabe como é que isso - que, diga-se de passagem, não é nada de novo - abona em defesa da "igualdade" entre verdadeiros casais (heteros) e parelhas gays. Bem pelo contrário: foi um valente tiro no próprio pé do Bloco de Esterco e vamos esperar que esta atitude vá custar muito caro aos bloquistas.


Muitos católicos ficaram chateados com mais esta afronta anticristã por parte do esquerdume, e eu compreendo-os, mas também temos que ver o seguinte: Jesus Cristo teve de facto dois pais, o Pai do céu que é Deus e o pai adoptivo que era o São José. Por conseguinte, todos os cristãos também têm, cada um, dois pais, tal como Jesus Cristo, o biológico e Deus Pai - e há quem até tenha mais um pai, o adoptivo, ou padrasto -, pelo que não vejo ofensa nenhuma aí. O problema da malta do esquerdume é apenas defender o que convém: a Sagrada Família é uma família tradicional, ou seja, uma família verdadeira, e Jesus Cristo viveu a Sua infância com a Sua mãe - que foi aqui esquecida sabe-se lá porquê - e o Seu pai adoptivo. Logo, o slogan nem sequer pode ser aplicado à adopção de crianças por parte de parelhas de invertidos. 


Além disso, com esta brincadeira própria de imbecis, o Bloco de Esterco violou o artigo 251.º do Código Penal (Ultraje por motivo de crença religiosa).

O que diz Nietzsche

“Nós, os sem-pátria. – Não faltam hoje europeus que possam dizer-se sem pátria, no sentido lisonjeiro com alguma razão para o fazer; é a eles que recomendo a minha secreta sabedoria, a minha ‘gaia ciência’. A sua carga é penosa, incerta a sua esperança; é necessária uma verdadeira habilidade para lhes inventar consolações... e para quê? Filhos do futuro, como é que nos havíamos de sentir em nossa casa! Nenhum ideal nos pode agradar no seio de hoje? (...). 

Não, não gostamos da humanidade; mas, por outro lado, somos muitíssimo pouco ‘alemães’, no sentido que a palavra tomou nos nossos dias, para poder falar em favor do nacionalismo e do ódio das raças, para nos regozijarmos com esta lepra do coração, com este envenenamento do sangue, que faz com que os povos da Europa se isolem, criem barricadas, se ponham de quarentena. Somos muito imparciais para isso, maus espíritos e delicados, estamos muitíssimo bem informados, e viajamos muito (...). Nós, sem pátria, somos de origens diversas de mais, somos de raças misturadas demais para sermos ‘homens modernos’; somos, portanto, pouco tentados a ir participar nessas auto-admirações étnicas e nessas impudicidades, que se exibem na Alemanha como se fossem um emblema lealista; parecem duplamente falsas e inconvenientes na pátria do ‘sentido histórico’. Somos, numa palavra (...) bons europeus, herdeiros da Europa, seus herdeiros ricos e mimados, mas ricos também de uma superabundância de obrigações acumuladas por milhares de anos de espírito europeu”. - Nietzsche, A Gaia Ciência, Guimarães, 1987. 

Se os adoradores de ídolos e os nacionalistas pronto-a-vestir lessem as obras de Nietzsche e não apenas umas passagens perceberiam do que se trata. E trata-se de cosmopolitismo. Este parágrafo, em toda a sua extensão, é um elogio ao universalismo cosmopolita e uma profissão de fé nas suas virtudes. É uma crítica ao que o tresloucado alemão considera o ‘espírito moderno’, corporizado na afirmação das nações que ele vê como nefasta por quebrar a mestiçagem que julga encontrar em solo europeu. Não é por acaso que Hitler nunca foi apreciador de Nietzsche, ao contrário do que refere a mitologia. Percebeu bem o que havia ali de misturada e de crítica ao espírito alemão. Não o percebeu quem fez uma leitura enviesada do filho do pastor ou aprendeu o pouco que sabe em obras do género “Nietzsche em 90 minutos”.


sábado, 27 de fevereiro de 2016

Neopaganismo do multiculturalismo

Revelam as estatísticas que 81 por cento dos americanos se identificam como cristãos. Todavia, os multiculturalistas continuam a remover normas bíblicas do currículo escolar público para eliminar símbolos cristãos dos edifícios públicos suportados pelos impostos. Esforços similares não são feitos contra grupos não-cristãos ou neopagãos. De facto, alguns esforços especiais ocasionais são feitos para implementar e apoiar práticas e símbolos não-cristãos.
O preconceito em favor dos valores religiosos pagãos, em oposição aos valores e símbolos cristãos, é igualmente evidente em filmes recentes, por exemplo, no Rei Leão e Pocahontas. Ambos os filmes exortam favoravelmente crenças neopagãs. Pocahontas, apontado amplamente como um filme "multicultural", presta uma grande homenagem às crenças panteístas da tribo Pohatwan. Tem a Avó Willow (uma árvore falante) que diz à Pocahontas que os espíritos sagrados residem em plantas, pedras, vento, terra, e por aí fora. "Tudo em tua volta são espíritos, criança. Se tu os ouvires, eles guiar-te-ão", diz a Avó Willow. Assim, as crenças panteístas dos índios americanos são apoiados pelo multiculturalismo, enquanto que numerosos filmes discriminam contra o Cristianismo.
Nos seus primos anos, o Cristianismo sempre condenou o panteísmo por duas razões. Primeiro, ele falha em distinguir Deus das Suas obras criadas, e segundo, ele vê todos os elementos terrestres e criaturas como divinos. O multiculturalismo reavivou o panteísmo no Rei Leão e Pocahontas e usa também subtilmente estes filmes para infiltrar nas mentes em formação das crianças crenças contrárias ao Cristianismo. Ironicamente, o panteísmo, antigamente uma marca das sociedades incivilizadas, está hoje a ser repacotado naquilo que são hoje as crenças da Nova Era - tudo parte da agenda multiculturalista.

Alvin J. Schmidt in The Menace of Multiculturalism: Trojan Horse in America

Trump arrasa


E arrasa com ideias muito simples: as fronteiras não são por onde a esquerda as deseja, a imigração pode ser boa se for feita ordenadamente, as pessoas gostam de viver em liberdade e sem medo dentro das suas fronteiras, pessoas violentas e intolerantes devem ser impedidas de entrar num qualquer país. 
E Trump ganhou com 45% entre os hispânicos! Os negros também votam nele sem qualquer temor. Qual a razão? Apenas uma: Trump é o único que os pode defender. 
O caso mexicano é um exemplo. A maioria dos mexicanos honestos, que querem ganhar a sua vida honestamente nos EUA, são os que mais sofrem da imigração desordenada. Esta gente é colocada a salto nos EUA por quantias exorbitantes, os homens são explorados em regime de escravatura, muitos são feitos prisioneiros para realizar a extorsão das famílias (e mortos se não pagarem), as mulheres são exploradas em redes de prostituição, outros são encarregados de distribuição de droga, outros são angariados para roubos e a maioria é severamente maltratada em qualquer circunstância. Quem realiza estas benfeitorias? São gangs de mexicanos. 
Trump pensa de uma forma linear e clara! Sem rodeios apresenta as verdades tal qual são sem floreados nem falsas ilusões. As pessoas estão cansadas da mentira e do engano. 
Assim acontecerá na Europa mais cedo ou mais tarde. Esperemos que não seja demasiado tarde.

«Noiva em digressão» violada e assassinada


Esta notícia tornou-se viral nestes dias, mas pelo visto já é de 2008: uma artista italiana de nome Giuseppina Pasqualino di Marineo, mais conhecida por Pippa Bacca, na altura com 33 anos, foi encontrada violada e morta num bosque perto da cidade turca de Gebze depois de ter andado à boleia vestida de noiva para promover a paz mundial e provar que se pode ter fé em todas as pessoas. Pippa viajava no âmbito do projecto Brides on Tour, ou, em português, "Noivas em Digressão", com uma outra amiga artista italiana, Silvia Moro, mas as duas separaram-se em Istambul e planeavam encontrar-se novamente em Beirute. Apesar de não terem afirmado directamente, a intenção das duas artistas era claramente a de provar ao mundo que os muçulmanos são um povo fixe e confiável e deu no que deu. Na altura, a polícia turca deteve um homem suspeito do homicídio e que já tinha antecedentes criminais.
Já sei o que muita gente está a pensar: ah e tal, o que aconteceu foi só mais um de inúmeros casos isolados, logo não quer dizer rigorosamente nada...

Alógeno tranca e ataca sexualmente uma menor num supermercado na Brandoa


Na Brandoa, que fica na africanizada Amadora, uma menor de 16 anos disse à PSP que foi trancada e atacada sexualmente por um imigrante ilegal num supermercado. O suspeito, que trabalha na loja e tem 27 anos, já foi detido e presente a tribunal. A vítima vive na zona e contou que, assim que entrou no supermercado do seu bairro para fazer compras, o suspeito fechou a porta e começou a atacá-la sexualmente. A adolescente resistiu e conseguiu fugir, deixando os bens pessoas para trás, e dirigiu-se à esquadra da PSP para apresentar queixa.
Será que o imigrante ilegal vai ser deportado? Será que o caso, além de já ter chegado ao SEF, já chegou também aos ouvidos da maralha do SOS Racismo (partindo do princípio que a vítima não é alguém de "cor")? Será que a malta irracionalmente esquerdista que defende que "ninguém é ilegal" já tem conhecimento disto??

«Macau, só de férias»

O antigo intérprete-tradutor do sub-gabinete da Interpol da Polícia Judiciária de Macau e ex-presidente da Associação de Amizade Macau-Timor, António Mota, de 65 anos, deixou Macau depois de ter chegado ao território em 1991. O motivo que levou ao agora reformado a deixar esta terra prende-se com as expectativas de futuro, pois, disse ao semanário católico O Clarim, "a qualidade de vida está cada vez pior em Macau, os preços das casas são exorbitantes e não há muitas alternativas para que as pessoas da minha idade ocupem os seus tempos livres. Para quem está reformado, Macau não é vida". Em Portugal, António Mota tem "um apartamento pago, um T2 confortável e espaçoso. Custou-me muito menos do que um parque de estacionamento na RAEM". Filho de um português ribatejano e de uma mestiça timorense-moçambicana, o homem considerou ainda a "descaracterização do território em contraste com a simplicidade de outrora" como outro dos motivos que o levaram a deixar Macau. "Macau, só de férias", continuou, garantindo que o território "também fica no coração".
Macau não é uma terra para velhos. E pronto, sã assi.

Expatriados: “Choque cultural afecta” crianças portuguesas e macaenses

Terra de todos e de ninguém

São crianças quase sem terra obrigadas a mudar de escola, de casa e de país com frequência devido ao trabalho dos pais. Essas mudanças repentinas a que são sujeitas na idade de desenvolvimento físico e cognitivo fazem delas crianças expostas a uma terceira cultura (são Third Culture Kids - TCK) e também a alterações do foro psicológico. Foi este o tema da tese de doutoramento de Anastasia Lijadi, docente do Departamento de Psicologia da Universidade de Macau (UM) que em Janeiro foi distinguida pela Universidade de Alberta, Canadá. A tese intitula-se “Bloom where you are planted: Place identity construction of TCK”. 
Ao HM, a docente defendeu que as crianças nascidas no seio de famílias portuguesas e macaenses, que se mudaram para a RAEM recentemente, não podem ser consideradas TCK, embora possam sentir “desafios semelhantes” quando chegam a Macau, apesar das parecenças culturais existentes. 
“As crianças macaenses ou portuguesas são expostas a uma diferente cultura (são Cross Culture Kids – CCK). Contudo, podem sentir desafios semelhantes às crianças TCK, em termos de perda de identidade ou confusão de identidade. Podem ainda sentir o reverso do choque cultural, pois quando visitam Portugal chegam à conclusão de que pensam e agem de forma diferente em relação às crianças que não saíram de Portugal”, defendeu a docente, numa resposta por e-mail. 
Durante o doutoramento, concluído o ano passado, Anastasia Lijadi conheceu casos de crianças que nasceram em Macau ou que “se mudaram para Macau durante a sua infância e só conhecem o seu país graças ao passaporte ou férias de Verão”. “As razões pelas quais os pais se mudaram para Macau são várias, sendo que a maioria trabalha na área da advocacia ou no Governo. São crianças CCK, porque interagem ou vivem em dois ou mais ambientes culturais diferentes durante um significante período de tempo, durante os anos de desenvolvimento”, explicou ainda. 

Anastasia Aldelina Lijadi
Pouco foco no problema 

O trabalho de investigação realizado para a sua tese permitiu a Anastasia Lijadi chegar à conclusão de que, em Macau, a maioria das crianças TCK são filhas de pais que trabalham em multinacionais na área financeira, construção, turismo, aviação ou entretenimento, mas também na área da educação. 
Perda de identidade, confusão sobre a sua origem e até solidão são os problemas mais comuns neste tipo de crianças. “As crianças TCK não têm apenas de renegociar a sua etnicidade junto das comunidades local e global, como também têm de reavaliar toda a sua construção de identidade incorporando os diversos elementos dos sítios por onde vão passando”, frisou a académica. “A noção de maturidade e de experiência das crianças TCK pode ser exagerada, já que uma criança TCK pode ter aprendido os costumes de muitas culturas, mas pode não ter interiorizado uma única cultura”, disse Anastasia Lijadi. 
Apesar de considerar que a oferta educativa é variada em Macau para as famílias expatriadas, Anastasia Lijadi considera que a falta de psicólogos que dominem outra língua que não o Chinês pode não ajudar na resolução destes problemas. 
“Há poucos psicólogos que dominam o Inglês em Macau e não estão focados nos problemas sentidos por estas crianças. Contudo, sugiro que a melhor forma de dar apoio a estas crianças TCK é fazer ajustamentos no novo lugar envolvendo as partes mais importantes da sua vida, os pais e a escola. O professor, psicólogo ou conselheiro escolar devem trabalhar em conjunto para garantir a prevenção de problemas e criar programas de intervenção. Mas os pais não devem permitir que o problema seja unicamente resolvido pela escola”, defendeu a docente. 
Para receberem os alunos vindos de outros países, as escolas de Macau fazem “ajustes académicos”, como aulas adicionais e consultas aos pais, sendo ainda pedido o apoio do docente ou dos colegas a nível da integração social.

A questão do Mandarim

Anastasia Lijadi revelou ainda que a maioria das crianças TCK ou CCK, apesar de terem “a oportunidade de interagir com crianças locais”, acabam por estar sempre um pouco à parte da sociedade. E a culpa é do ensino do Mandarim. 
“As escolas internacionais e as escolas secundárias com o ensino do Inglês ensinam o Mandarim. Por comparação, as escolas locais usam o Cantonês como língua de ensino e como base de conversação. É fácil afirmar que as crianças TCK em Macau estão a aprender a falar Mandarim, mas não a língua local, então é muito difícil para estas crianças interagir com a maioria da sociedade no seu dia-a-dia. Depois de viver aqui oito anos, sinto-me envergonhada pelo facto do meu Cantonês não ter melhorado, mas falo melhor Mandarim porque aprendo todos os dias com as minhas duas filhas”, disse a docente. 
Anastasia Lijadi defendeu ainda que, para as crianças, “a comunidade falante de Inglês em Macau deveria conseguir misturar-se mais com a comunidade expatriada”, sendo que “muitas vezes a sociedade tenta integrar as crianças TCK no seu modelo monocultural”. A docente acredita que o passado e experiências anteriores das crianças são muitas vezes esquecidas em prol da sua nova fase de integração social. 

Crianças da Escola Portuguesa de Macau
Macau “não estava preparada” para famílias expatriadas 

A viver em Macau há oito anos, a docente da UM, com um mestrado pela Universidade de São José (USJ), defende que Macau “não é um lugar comum para as famílias expatriadas”. “Só muito recentemente é que as famílias de expatriados se começaram a mostrar em Macau. O território não estava preparado e não antecipou a procura de um determinado estilo de vida pelos expatriados e aqui refiro-me às questões interculturais, como a interacção no dia-a-dia, comunicação, informação e valores sociais. A maioria das famílias expatriadas decidiram mudar-se e viver em Macau devido aos elevados salários, baixos impostos e alguns privilégios que não tinham na sua terra natal. Isso faz com que seja difícil saírem de Macau”, explicou. 
Anastasia Lijadi não deixou de falar das barreiras culturais entre macaenses, portugueses e chineses. “Macau tem vindo a abraçar o multiculturalismo nos últimos anos e, tanto os portugueses, como os macaenses têm feito parte da população. Mas como alguém que está de fora, e depois de muitos anos a viver aqui, penso que existe uma parede transparente que separa os chineses de Macau, os macaenses e os portugueses. É muito raro vê-los a jantar juntos numa mesa, a não ser que estejam ligados pelo trabalho ou outra organização”, rematou. 


Andreia Sofia Silva
in Hoje Macau

Não há futuro para a identidade da "comunidade macaense"?

Roy Xavier
Sem papas na língua, o académico de ascendência lusa de Macau Roy Eric Xavier criticou os líderes da "comunidade macaense" pela sua "incapacidade de chegar a uma conclusão" sobre a definição do papel desta mesma comunidade e sobre a "identidade macaense". O director do projecto de estudos macaenses e portugueses e professor no Instituto de Estudos Sociais da Universidade da Califórnia, em Berkeley, acusou os líderes macaios de terem "um sério nível de alheamento" e "miopia cultural" em relação à realidade de Macau actual.
Em entrevista ao jornal Hoje Macau, Roy Xavier acusou os "líderes da comunidade macaense" de basearem a preservação da "cultura de Macau" na ideia de que certas práticas conseguem ser passadas para as gerações mais jovens, sendo incapazes de "reconhecer as raízes multiculturais de Macau". "As tentativas de determinar a cultura de Macau com ênfase no passado colonial português poderá isolá-los ainda mais da comunidade geral", defendeu. A insistência no uso do português "define uma pequena comunidade maquista", mas a "falta de acção" dos "líderes da comunidade" poderá ter "repercussões a longo prazo na relação entre Macau e a China, bem como colocar em risco a capacidade da China de continuar a usar Macau como porta de saída comercial". Para ele, "uma resolução para as questões da identidade macaense é admitidamente difícil de atingir dadas as pressões em Macau e na China no século XXI". Parte do problema "é a existência de agendas étnicas que tendem a determinar a alocação de recursos públicos, que até agora eram abundantes", fazendo questão de referir que a "discussão sobre a identidade continua desligada das preocupações locais apesar das associações macaenses beneficiarem do financiamento do Governo", tanto no território como no estrangeiro. "Este apoio é baseado na ideia de que o património e a história de Macau devem ser preservados através da orientação dos macaenses locais", afirmou, salientando que há também a expectativa de que Macau vai continuar a ser uma plataforma para a lusofonia e talvez para países de língua inglesa onde muitos "descendentes de macaenses" vivem. No entanto, lamentou o "pouco progresso" que tem acontecido em ambas as frentes.
Miguel Senna Fernandes
A reacção não se fez esperar: Miguel Senna Fernandes, o presidente da Associação dos Macaenses, disse que não sabe "se Roy Xavier está em Macau, se percebe de Macau ou da comunidade macaense". "Ele tem uma noção de macaenses com a qual não concordo e nem sequer dá a conhecer o que é, para si, ser macaense. Fala da diáspora e de muitas outras coisas, mas não levo as críticas com a mínima seriedade", disse em declarações ao mesmo jornal, acrescentando que Roy Xavier "não sabe o que a comunidade macaense tem feito desde a transferência de soberania", fazendo as suas considerações "de ânimo leve e gratuitamente", pelo que estas "não devem ser levadas a sério". "Ele conhece tanto da comunidade macaense como eu dos índios da América", ironizou. "Se nos chama de culturalmente míopes, ele deve sofrer de hipermetropia, que é olhar as coisas de longe e ver mal. Seja como for, respeito as críticas, só que se nota um certo desconhecimento sobre aquilo que está a ser feito em Macau e que não está no segredo dos deuses. (...) Ninguém está a fazer um apelo ao uso da língua. O discurso da comunidade, e isso ele não sabe, não é o de que um macaense tem que falar português (nota: Roy Xavier não fala português). O que a comunidade defende é que não nos esqueçamos da língua portuguesa porque, em última instância, é sempre um veículo de cultura", frisou.
Francisco Manhão
Por sua vez, Francisco Manhão, presidente da Associação dos Aposentados, Reformados e Pensionistas de Macau, disse não ter gostado das ideias apresentadas por Roy Xavier, ressalvando que cada pessoa tem as suas visões: "Cada um tem a sua forma de pensar e diz o que quiser. Ele fala dos líderes da comunidade macaense, e eu não sou um líder, mas não entendo a realidade dessa maneira. Não gostei (das críticas), mas cada um sabe de si. Agora quero ver é se os líderes macaenses vão responder".
António José de Freitas
"Denota-se uma preocupação que acho que é de todos nós e que tem a ver com o contexto da própria comunidade macaense, por isso, não penso que esta questão seja apenas uma responsabilidade dos considerados líderes da comunidade", disse outra figura "ilustre", António José de Freitas, o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Macau, ao sustentar que essa reflexão deve ser geral, incluindo pessoas que, embora não tenham nascido em Macau, aqui estão radicadas (nota: macaenses não nascidos em Macau é uma contradição em termos). Ainda assim, António José de Freitas acredita que seria útil que Roy Xavier definisse o que ele entende por "cultura macaense" e apontasse medidas concretas que deveriam ser adoptadas tendo em vista a sua preservação.
Enquanto continuar a haver gente que continua a confundir "comunidade portuguesa de Macau" ou "comunidade portuguesa macaense" com simplesmente "comunidade macaense", tendo assim diferentes conceitos sobre o que é o macaense quando na verdade não há diferentes conceitos porque só há um conceito sobre o macaense (nota: o macaense é pura e simplesmente a pessoa de Macau, ou seja, a pessoa nascida em Macau, independentemente da sua nacionalidade, raça, língua materna, cultura ou credo; é como um bávaro que é uma pessoa da Baviera, um transmontano que é uma pessoa de Trás-os-Montes, ou um siberiano que é alguém da Sibéria: não são nacionalidades), fica difícil debater. Mas pronto, Macau sã assi e a malta daqui gosta muito de inventar e arranjar problemas só mesmo por arranjar, sã nunca??

Let's Get It On

Eis o novo som dos três jovens cantores macaenses mais famosos do momento: Josie Ho, Hyper Lo e AJ (Adriano Jorge).

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Só o Sp. Braga continua na Liga Europa!

O Sporting de Braga é a única equipa portuguesa que estará presente nos oitavos-de-final da Liga Europa depois de ter empatado em casa a duas bolas com o Sion. Isto porque tanto o Sporting como o fcp voltaram a perder nos seus respectivos jogos na eliminatória: os lagartos perderam em Leverkusen por 1-3 e os Andrades perderam em casa com um golo, o único marcado pelos alemães, a ser muito contestado. Também a Fiorentina de Paulo Sousa e o Olympiakos de Marco Silva foram despachados.
Na BayArena, o germano-marroquino Karim Bellarabi voltou a ser o herói ao apontar dois golos. João Mário ainda igualou a partida na primeira parte, mas coube ao turco Hakan Çalhanoğlu fechar a contagem favorável ao Bayer. Jorge Jesus pode agora ser acusado de ter apostado em segundas linhas em ambos os jogos da eliminatória, ele que nunca quis ganhar a Liga Europa porque a prioridade, como ele sempre defendeu, é o campeonato. E por causa dessa prioridade, já foram a Taça de Portugal, a Taça da Liga e agora também a Liga Europa. Mas não faz mal: mesmo que não ganhe o campeonato, pelo menos já conquistou a supertaça frente ao Benfica e ainda por cima já ganhou mais dois jogos ao bicampeão nacional...


No Porto não houve São Iker Casillas a defender tudo, pelo contrário: o guarda-redes espanhol acabou por ser o próprio marcador do Borússia de Dortmund, aos 23', ao ajeitar a bola para dentro da sua baliza depois de ter defendido um remate do franco-gabonês Pierre-Emerick Emiliano François Aubameyang. O jogador da equipa alemã estava, no entanto, em fora de jogo, uma "facada grande" como disse José Peseiro depois do jogo. 
Sim, foi uma "facada grande" mesmo. Faz-me lembrar aquela "facada grande" que houve na Luz há uns anos atrás. O autor dessa "facada grande", ainda por cima decisiva para as contas de um campeonato, o brasileiro Maicon, é que parece que já não está lá para os lados do Dragão...


As 16 equipas apuradas para os oitavos-de-final são: Sporting de Braga (PORTUGAL), Fenerbahçe (Turquia), Valência (Espanha), Liverpool (Inglaterra), Sparta de Praga (República Checa), Lázio (Itália), Shakhtar Donetsk (Ucrânia), Athletic Bilbao (Espanha), Bayer Leverkusen (Alemanha), Borússia de Dortmund (Alemanha), Manchester United (Inglaterra), Sevilha (Espanha), Villarreal (Espanha), Basileia (Suíça), Tottenham (Inglaterra) e Anderlecht (Bélgica).

Necrofilia e incesto para a Suécia!


Não contente com o facto de ser já o país do Ocidente com a mais alta taxa de violações, cometidas sobretudo por alógenos, a Suécia prepara-se para legalizar a necrofilia! Tudo porque "o indivíduo tem o direito de decidir sobre o seu corpo, mesmo depois da morte"! E parece que os esquerdistas suecos querem fazer o mesmo em relação ao incesto!
Isto, meus caros, é progressismo puro e duro! É mais uma vitória sem espinhas do esquerdume! Coisas como o aborto, a homossexualidade, a eutanásia e a necrofilia vão garantir o futuro da humanidade, pois com certeza que sim!

"Black Lives Matter"? Uma negra fala sobre a violência negreira


A afro-americana Peggy Hubbard é uma mulher valente por dizer a verdade sobre o que se passa na sua cidade, Ferguson. Sem papas na língua, Peggy condena os que se manifestam a favor dos criminosos negros abatidos pela polícia, afirmando que a polícia só faz o seu trabalho, e critica os negros que se esquecem dos inúmeros crimes cometidos por negros contra os próprios negros. "Brutalidade policial? E que tal brutalidade negra? Vocês, negros, minha gente negra, são os mother fuckers mais violentos que já vi na vida..."
E quem fala assim certamente não gagueja! Abaixo o racismo e mais apoio à polícia que faz o seu trabalho!

Estudantes sul-africanos negros queimam coisas dos brancos


Isso mesmo. Livros, literatura, arte, etc. relacionados com a raça branca, ou melhor, o "demónio branco", foram queimados enquanto os negros dançavam à volta da fogueira. Uma espécie de vitória simbólica sobre o colonialismo ocidental e a "opressão branca". Isto aconteceu na Cidade do Cabo. Os social justice warriors de plantão devem andar muito felizes com a descolonização total de África e com o preço que a raça branca tem de pagar por isso: a sua extinção. A começar, claro, pelos sul-africanos brancos e estrangeiros, que já são constantemente vítimas da opressão negreira. Ups, eu escrevi "opressão negreira"? Isso não existe, é claro. Toda a gente já sabe que o racismo só existe quando os racistas são os brancos. Aliás, se tivesse acontecido o contrário, isto é, se fossem brancos a destruir coisas dos negros, aqui d'El Rey, seria o regresso do Apartheid e o legado do bandido do Nelson Mandela teria ficado sem efeito...

«Nós continuaremos a vir aqui em centenas de milhões até a Europa virar negra!»

O comentador, blogueiro e analista Sukant Chandan, um tremendo activista anti-imperialista e anti-colonialista de nacionalidade britânica, disse que os negros e os asiáticos devem continuar a ir para a Europa porque o imperialismo ocidental roubou a riqueza e destruiu os seus países. É preciso que centenas de milhões de extra-europeus continuem a ir para a Europa para, como dizia o Muammar Khadafi, tornar a Europa negra! É um longo processo, mas a Europa há-de lá chegar...


Só não consigo perceber qual é a parte do anti-imperialista e anti-colonialista ele é depois de ter dito isto. De resto, é o marxismo cultural no seu melhor...

#01 SPEAK | Portugal

Uma ucraniana, uma líbia negra muçulmana e um togolês ensinam, respectivamente, russo, árabe e francês em Portugal. Tal tornou-se possível graças a um projecto de nome SPEAK e que promove o intercâmbio linguístico e cultural.


Além disso, o SPEAK visa combater a intolerância através da promoção da diversidade.

Islão: o que os outros dizem


Já tinha falado aqui no blogue que o primeiro-ministro súcia (e suicida) de Portugal, António Costa, quer mais "refugiados" no país, aumentando o número de vagas para 10 mil. O sítio EuroActiv falou também disso e disse ainda coisas que muitos dos principais órgãos de comunicação social portugueses não disseram: Portugal quer mais "refugiados" para contrariar o envelhecimento da população (por este andar, Portugal perderá 20% da sua população até 2060), fazer subir a taxa de natalidade (que é das mais baixas ou mesmo a mais baixa dos países da União Europeia), aumentar a mão-de-obra (escrava) e combater a desertificação do interior. Isto porque muitos portugueses emigram e, como tal, é preciso que certas regiões voltem a "ganhar vida".
E voltam a ganhar vida como? Sim, colocando lá potenciais criminosos alógenos. Os novos emigram, deixam os seus entes queridos mais velhos em Portugal, nas suas terrinhas, e estes vão passar a correr riscos com os alógenos como vizinhos. E como há trabalho para os imigrantes se nem há para os portugueses? Ou é como diz a estúpida da Teresa Tito Morais, do Conselho Português para os Refugiados, há trabalhos que os portugueses não querem? Sim, é verdade que nenhum português quer fazer tapetes de Arraiolos, daí serem agora os tailandeses ou os vietnamitas a fazerem-nos...


O blogue Totalitarismo Universalista, sempre muito próximo do que se passa com o Partido Nacionalista Renovador (PNR) ou não fosse o seu dono um apoiante do mesmo, colocou uma posta com o discurso proferido pelo líder nacionalista português, o católico José Pinto-Coelho, que eu por acaso desconfio que é da Opus Dei, durante o protesto contra a islamização que o PNR efectuou no Martim Moniz no passado dia 13.
Coloco aqui um excerto do discurso:

"Estamos, no tempo presente, perante uma ameaça gravíssima e por demais evidente, que é a islamização da Europa, agravada agora com esta invasão dos denominados 'refugiados'. A Europa está a deixar-se invadir, a meter cá dentro um perfeito 'cavalo de Tróia' e os primeiros culpados são precisamente os nossos governantes. Os de dentro! Traidores e criminosos, são os responsáveis directos pelo genocídio futuro dos nossos povos!
Os governantes europeus e ocidentais, cometeram um grave erro que consistiu num abuso, na intromissão em nações soberanas, promovendo as chamadas 'Primaveras Árabes', dando cabo dos regimes existentes nesses países, os únicos capazes de garantir a ordem e agora o resultado está à vista: mergulharam tais nações em guerras, conflitos tribais, desordem e caos. Não contentes com isso, cometem um erro ainda maior, ao permitir e até incentivar a invasão maciça de gente a quem chamam 'refugiados', o que não deixa de ser um contra-senso, pois destituíram regimes de onde não se fugia para criarem 'paraísos' de onde se foge.
Esta nova vaga invasora vem agravar, ainda mais, o drama de tantas nações, sobretudo do centro da Europa, já tão destruídas pelo multiculturalismo e pelo desmantelamento progressivo das suas identidades. A Europa, por culpa dos seus próprios dirigentes e de uma parte da população, submissa e cúmplice, está a suicidar-se e a assistir a uma autêntica substituição populacional. É um crime contra os nossos!
Em Portugal, se o cenário não é sequer aproximado ao dos países mais afectados, isso é só por enquanto. Alguém duvida que dentro de poucos anos estaremos iguais? Basta vermos como todos os partidos com assento parlamentar apoiam a vinda dos 'refugiados' e tudo o que isso implica.
E vejamos os casos recentes, bem elucidativos da mentalidade dominante. O facto de o primeiro-ministro ter ido 'dar graxa' à Merkel com a promessa de ofertas de 2000 vagas no ensino superior e ainda no sector agrícola, destinados a esta gente. E que dizer da mensagem da secretária de Estado, Catarina Marcelino, ao defender a vinda de muitos imigrantes muçulmanos para resolver o problema demográfico do país? Ou seja, está assumidamente a promover a substituição populacional. Isto tem um nome: crime de traição!
E que dizer, também, da Câmara Municipal de Lisboa que vai gastar 3 milhões de euros (se não forem bem mais!) com a construção de uma mesquita no coração da nossa capital? O Estado laico não deveria, antes, gastar o dinheiro com os seus, em lugar de alimentar o crescimento da comunidade muçulmana? Isto é uma vergonha!
Mesmo pondo de lado esta injustiça para com o nosso próprio povo, importa denunciar que a importação de islâmicos compromete o nosso futuro, a nossa identidade e a segurança interna".


O número de muçulmanos já ultrapassou o número de católicos em Bruxelas, a capital da Bélgica e também da União Europeia (The Economist)! Se a tendência continuar, também metade do sul da Bélgica será de maioria islâmica. Áreas como Molenbeek e Anderlecht já estão referenciadas como zonas de alógenos muçulmanos que não se integram e que se radicalizam. Como afirmou um respeitado sociólogo belga, Felice Dassetto, tratam-se de muçulmanos que não nasceram ontem ou nos meses passados no contexto do Estado Islâmico (EI). Eles são filhos e netos de 50 anos de ideologia radical e jihadismo. E daqui a 50 anos é muito provável que Bruxelas deixe de existir para passar a haver um Estado islâmico lá.
O quê, o coração da União (Maçónica) Europeia já é uma cidade de maioria muçulmana? Onde é que andam os bandalhos que dizem que a islamização do Ocidente é a porra de um mito, pá??


E depois como é que querem que a "horrível" extrema-direita, islamofóbica pois com certeza, não cresça para os males dos pecados dos islamófilos e politiqueiros correctos totós? No vídeo de cima, disponibilizado pelo sítio Vlad Tepes, podemos ouvir a mais recente entrevista do líder do Partido da Liberdade da Holanda (20 de Fevereiro), Geert Wilders, ele que lidera as preferências da população holandesa nas sondagens. Se ele não tornar-se no próximo primeiro-ministro holandês, a Holanda deverá deixar-se islamizar por completo em menos de 20 anos.


Mas enquanto a Holanda não é governada pelos nacionalistas nem vira um país islâmico, vão já continuando a acontecer coisas maravilhosas relacionadas com o islão como esta: em Roterdão foi finalmente condenado um gangue muçulmano de violadores composto por três irmãos de origem paquistanesa e de apelido Hussein (The Times). O grupo forçou também as suas vítimas à prostituição durante anos, havendo até entre elas meninas de 11 anos...
É assim o enriquecimento cultural! Quem é que mandou a sociedade holandesa ser tão cinzenta assim? Os holandeses ou votam no Geert Wilders para se acabar duma vez por todas com estas maravilhas ou então sujeitam-se a que elas continuem a ir acontecendo até ao dia em que lhes tocar pessoalmente...


O presidente checo Miloš Zeman afirmou, no vídeo que podemos ver em cima e que foi disponibilizado na página da FreedomPost.org, que a crise dos refugiados foi criada pela Organização para Cooperação Islâmica da ONU e financiada pelos petrodólares, destacando-se o contributo da Irmandade Muçulmana pela qual o presidente americano mulato Barack Hussein Obama tem simpatia.


Informa os meios informativos como a Reuters que lá no Irão a recompensa para quem matar o escritor Salman Rushdie, o autor do famoso livro "Os Versículos Satânicos", publicado em 1988, foi reforçada: organizações do regime de Teerão oferecem agora 3,6 milhões de euros.
Salman Rushdie, um indiano de nacionalidade britânica agora com 68 anos, escreveu a obra baseada, como o próprio título indica, nos famosos versículos que Maomé primeiro admitiu e depois eliminou do Alcorão. Esses versículos provam o paganismo que é o islamismo, daí Maomé (Que A Merda Esteja Sobre Ele), assim que se apercebeu da borrada que fez (permitiu a intercessão das filhas de Alá), tratou logo de afirmar que tinha sido inspirado por Satanás, coisa que na verdade todo o Alcorão foi...


Meios informativos como o Diário de Notícias informam-nos que uma adolescente sueca de 16 anos e de nome Marilyn Stefanie Nevalainen, que se tinha juntado ao EI com o seu namorado, foi resgatada pelas forças especiais curdas na semana passada. A rapariga, que pariu durante os seis meses em que esteve no Iraque com o seu namorado, com quem entretanto se casou numa "cerimónia islâmica", disse que foi "enganada" por um membro do EI na Suécia. "Então ele disse que queria juntar-se ao Estado Islâmico e eu disse ok, sem problemas, porque eu não sabia o que era aquilo, o que era o islão... nada", lembrou Marilyn à Kurdistan 24, um canal de televisão curdo. Os militantes do Estado Islâmico "meteram-nos" num autocarro com outros homens e mulheres em direcção à cidade iraquiana de Mossul e arranjaram-lhes uma casa, que não tinha água ou electricidade. "Eu não tinha dinheiro, era uma vida muito dura. Na Suécia temos tudo e quando eu estava lá não tínhamos nada", acrescentou a parvinha, que está agora à espera de regressar ao seu país, toda arrependida, coitadinha.
Vá lá, mesmo assim teve sorte, pois podia ter ido com os porcos como a outra austríaca de ascendência bósnia que foi espancada até à morte pelos jihadistas.


Os terroristas da Al-Nusra, uma filial da Al-Qaeda, pediram à ONU para que haja "tréguas de duas a três semanas", caso contrário o grupo será destruído. Quem o diz é o jornal alemão Deutsche Wirtschafts Nachrichten. A Al-Nusra é financiada pelos Estados Unidos do mulato Barack Hussein Obama e pelo seu aliado que é a Arábia Saudita, ao passo que os russos, que apoiam o exército sírio, fiel a Bashar al-Assad, continuam a atacar tanto a Al-Nusra como o EI, não pretendendo negociar com os terroristas.
Onde é que já se viu isto? Com que então os terroristas da Al-Nusra pedem tréguas que é para não serem destruídos? Ainda bem que os russos não vão em cantigas! É para acabar com eles todos, Vladimir Putin!


O sítio MENRI, que acompanha os discursos feitos mundialmente por muçulmanos, dá-nos a saber que no Canadá, país agora governado pelo idiota útil esquerdista do Justin Trudeau, um imã do relacionou Constantinopla, a antiga capital do Império Romano do Oriente conquistada pelos muçulmanos em 1453, com o Vaticano, que chama de "coração do Cristianismo". Ele diz que Maomé previu que os muçulmanos iriam conquistar Constantinopla e relaciona essa previsão com Roma, especificamente com o Vaticano, para dizer que a previsão continua mantém-se inalterada.
O que esse imã diz é a mais pura das verdades. É isto que o islão quer. É isto que o Maomé queria. Daí os verdadeiros muçulmanos, como todos os jihadistas do EI, da Al-Qaeda, da Al-Nusra, da Irmandade Muçulmana, do Hamas, do Hezbollah, do Abu Sayyaf, do Al-Shabaab, do Boko Haram, da Sharia4UK, etc. concordarem com isso.

Nietzsche e os nacionalistas

Mais uma pequena achega, agora que ando a reler umas coisas do genial pensador alemão: ainda não percebi muito bem como é que há nacionalistas, racialistas ou seja lá o que se considerem, que vêem em Nietzsche uma referência. Um indivíduo que erigia o cosmopolitismo como valor não pode ser um marco para quem tem o solo e o culto dos ancestrais como referências. Naturalmente, aqueles que o incensam são os que mal o leram ou, então, os pagãos que à boleia do anticristianismo do tresloucado alemão fazem todos os malabarismos possíveis e imaginários por adequar a filosofia do homem ao seu pensamento distorcido. De facto, o que essa gente procura em Nietzsche é apenas uma confirmação das suas teses anticristãs. Quanto ao resto, os neopagãos não dão para mais. Pedir-lhes coerência intelectual é excessivo para quem não vê incoerências num autor filossemita, pró-islâmico, cosmopolita, anti-germânico e mais umas coisas ao mesmo tempo. Nietzsche, relativista, é ainda uma das referências para a pós-modernidade a qual, na desconstrução que faz do sujeito, se ergue contra o mesmo no seu enraizamento comunitário possibilitando assim a emergência das diversas formas de totalitarismo. Mas para os adoradores de ídolos uma boa parada militar compensa tudo.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Paganismo e semitismos

De seguida, um curioso artigo que casca na merdenca que é o paganismo e que eu descobri no blogue Gang da ervilha. Apesar de, aparentemente, ser um blogue de alguém que se alimenta da conspiração anti-judaica (logo, negacionista do Holocausto e pró-causa palestiniana) e do mito do arianismo (racialista), pelo menos é também pró-cristão e anti-pagão. Há com certeza muita informação importante a reter aí que é para os verdadeiros patriotas ocidentais (cristãos) usarem como arma de arremesso contra os divertidos e atrasados adoradores de paus, pedras e ídolos imundos com correspondências internacionais conforme a latitude. Se a descristianização e o reavivar do paganismo no Ocidente são um facto, coisa que agrada deveras aos anticristãos, então porque é que o Ocidente está decadente e a caminhar para a ruína? É precisamente por causa da descristianização da superior civilização ocidental e do reavivar do paganismo que se está a destruir o Ocidente e a conduzi-lo de volta à verdadeira Idade das Trevas! E depois ainda há quem diga estupidamente que o Cristianismo é inimigo do nacionalismo (os polacos, por exemplo, que o digam)! É preciso acabar com o revisionismo histórico típico da esquerdalha que os pagãos do século XXI insistem estupidamente em fazer.


Paganismo e semitismos


Encontramos uma aversão tão forte ao Cristianismo por parte dos pagãos, de um modo geral, que somos obrigados a questionar esta coisa de "paganismo". É que escutando os argumentos e declarações de pagãos e judeus, perguntamos-nos qual a diferença? Não são assim tão diferentes de um judeu ou de um filosemita como Nietzsche. Este último via na Igreja o mal da humanidade mas não se sentia minimamente importunado com os inúmeros judeus e rabinos que viviam à sua volta na Alemanha. É ocasião para interrogarmos-nos o porquê de ser neste pensador do séc. XIX (entre muitos outros) que muitos pagãos encontram inspiração? 

Não significa que todos sejam assim, mas de uma maneira geral a maioria professa, talvez sem o saber, o mesmo ódio para com o Cristianismo que os judeus igualmente professam. Isto é curioso. Talvez seja lícito pensarmos como o Abade Meinville: "O paganismo está de retorno, mas sob a tutela do Judaísmo." 

De Nietzsche a Benoist 

Tomemos o exemplo de Nietzsche à letra, que pouco ou nada critica o Judaísmo ou o judeu salvo para acabar sempre e sempre a descarrilar o seu ódio contra o cristão. Críticas ao Cristianismo vocês vão encontrá-las em abundância, apenas teriam dificuldades em escolher uma se a isso fossem obrigados. Mas se por um lado não encontramos críticas aos judeus, excepto para bem centrar o seu ódio, para já vamos conseguir enxergar alguns elogios ao "povo eleito" aqui e ali, meio dissimulados: "... respeito perante o Antigo Testamento! Nele encontro grandes homens, uma paisagem heróica e algo raríssimo sobre a terra, a incomparável ingenuidade do coração forte; mais ainda, encontro um povo. No Novo, porém, nada senão pequeninas manobras de seitas, nada senão rococó da alma, nada senão volutas, tortuosidades e bizarrias, mero ar de conventículo, não esquecendo ainda um ocasional sopro de doçura bucólica, próprio da época (e da província romana) e não tanto judeu quanto helenístico." [1]. 

E detestava odiosamente todos os anti-semitas: "... tampouco me agradam esses novos especuladores em idealismo, os anti-semitas, que hoje reviram os olhos de modo cristão-ariano-homem-de-bem, e, através do abuso exasperante do mais barato meio de agitação, a afectação moral, buscam incitar o gado de chifres que há no povo..." [1]. Mais uma: "Nós artistas entre os espectadores e os filósofos nos sentimos reconhecidos por isso — aos judeus." [2] 

Hitler admirava este homem? Em que sentido? Estes pequenos extractos de Nietzsche são apenas uns poucos no meio de tantos. Hervé Ryssen, um historiador e talentoso escritor, examinou toda a obra de Nietzsche e chega a esta conclusão: "Em cada um dos seus livros, Nietzsche balança os seus aforismos em desordem, a granel, sem dar a impressão de nenhuma acção de sequência no seu pensamento, e, na maior parte do tempo, sem nada explicar ao leitor. É por isso que você balbucia, ao ler a sua prosa. "Descartes é superficial", escreve ele por exemplo, sem nenhuma explicação [3]. Seus leitores vão assim pensar estar a lidar com um génio. [...] O sucesso de Nietzsche, obviamente, gozou da complacência das autoridades morais dominantes, que viram nele principalmente um meio de enfraquecer a Igreja" (Ryssen apenas considera "Zarasthrouta" como uma excepção, uma obra de arte da literatura). 

E aqui vemos como um escritor vulgar, fica um génio graças ao domínio judeu sobre a Alemanha, que esse mesmo Nietzsche reconhece. O mais intrigante é que vamos encontrar Hitler como um grande admirador deste puro anti-cristão e filosemita! Mas que viu Hitler que nós não vimos? 

Avançando, não será hora de nos questionarmos sobre este movimento pagão? Se houver dúvidas, vejamos um outro grande pensador da nossa época, Alain de Benoist, um grande íntimo do falecido judeu Arthur Koestler (Arrrgh! Mais um pagão influenciado por um semita! [4]). Este, do qual temos muitas conferências e artigos disponíveis na web, vamos encontrar igualmente muitas críticas ao Cristianismo, num estilo mais correcto, menos grosseiro que Nietzsche. Benoist é um grande defensor da cultura europeia, sem dúvidas, mas apesar de tudo e, tal e qual como Nietzsche, não vamos encontrar uma só critica ao Judaísmo nem ao judeu. Mas porque será? Porventura é o Cristianismo que domina a oligarquia financeira apátrida? Porventura é o Cristianismo que abriu as portas a toda esta imigração? Porventura é o Cristianismo o causador dos milhões de mortos da 1ª e 2ª guerra mundiais? Dos milhões de mortos do bolchevismo? É ele o causador dos transtornos em todo o Médio Oriente? Foi ele que roubou a terra aos palestinianos? 

Não quero com isto lançar duras críticas ao paganismo ou neo-paganismo ou lá o que lhe desejem chamar. Mas eu não estou de acordo com esses movimentos pagãos ou no mínimo olhá-los com desconfiança, e pessoalmente sou anti-pagão e pró-cristão. Isto não me desobriga de admirar a pertinência de certos pensadores como Alain de Benoist, uma mente brilhante em suma. Não me impede de ler e ter o gosto da mitologia pagã. Mas não sabemos o porquê, o judeu e o Judaísmo ficam sempre esquecidos ao contrário do cristão e Cristianismo que são sempre e constantemente criticados. 

Algo não está certo com estes movimentos. Pelo passado, onde o judeu tenha surgido, sempre criou os mesmos problemas seja em que época for e em relação com qualquer que seja a crença dominante. Isto é perfeitamente verificável se lermos os historiadores da antiga Grécia e alguns do Império Romano. Mas a tendência do pagão e ateu é o de sempre acusar o cristão de todos os males do judeu. Levando qualquer pessoa menos advertida a pensar que o Cristianismo é a causa da propagação do câncer talmudista. Na antiga Grécia, o Cristianismo não existia. Mas talvez um pagão há-de sair algum dia com a seguinte: "Vocês é que foram os culpados!"; ou talvez se encontre um manuscrito da antiga Grécia a culpar os cristãos (sic). 

No tempo do Império Romano, o Cristianismo começa-se a difundir e aos poucos os pagãos romanos vão tal e qual como Nietzsche e Benoist na nossa época, esquecer os judeus. É curioso isto! Nós vamos mesmo encontrar os judeus muito próximos de alguns imperadores romanos, do menos com a influência necessária de maneira a incentivá-los a matar cristãos. Esta influência é de tal maneira que a sociedade romana acaba por favorecer a comunidade judaica como o constata o historiador Jean Juster: "Mas a sua característica é, de um ponto de vista político, a defesa dos judeus e aprovação do seu particularismo nacional..." [5]. Para não sairmos fora de contexto com esta citação de Juster, a "característica" à qual ele se refere, diz respeito aos ataques lançados contra o Cristianismo. Justifica-se então a razão pela qual certos historiadores afirmam que a comunidade judaica detinha alguma influência junto às autoridades romanas, chegando como citado acima, a influenciar certos imperadores. Diz-se mesmo, por exemplo, que a esposa de Nero era judia [6]. 

Hitler e o paganismo 

Tem de se esclarecer muitos mitos à volta do paganismo de Hitler ou da Alemanha nazi. Os NS (nacionais-socialistas) actuais reclamam-se herdeiros do neo-paganismo supostamente emanante da Alemanha nazi. Ora, particularmente, se observarmos sobretudo o começo do NSDAP, observamos que isto não é verdade [7]. Em claro o partido de Hitler nunca se reclamou de alguma crença pagã seja ela qual for. Pelo contrário, parece que se tiver de se reclamar de alguma crença, ele declara pertencer a um “Cristianismo positivo” sem alegar alguma confissão em particular. [8] 

Deve-se considerar que quase todos os dirigentes NS eram cristãos. A grande maioria dos soldados alemães eram cristãos. Não são raras as vezes em que os arqueólogos encontram restos de soldados alemães mortos há mais de 70 anos em que não tenham uma cruz nos seus haveres. 

Alguns podem alegar que tal e tal dirigente NS tenha criticado o Cristianismo, isto é certo, mas não nos leva a concluir que o NSDAP era anti-cristão e pró-pagão. Nem os problemas existentes a uma época entre a Igreja e a Alemanha nos permitem afirmar tal coisa. Por testemunho temos o artº 24 do programa do partido que contraria esta visão que alguns desejam ou desejariam inculcar por conveniência à Alemanha hitleriana. 

O 1º sionista-messiânico de todos os tempos: um pagão! 

Foi aliás, e pode-se dizer com uma certa ironia, que o primeiro grande sionista-messiânico deste mundo foi um imperador romano pagão: Júlio, o Apóstata. Este assim que lhe foi possível assumir o poder, instaurou o paganismo. E o curioso desta história é que se resolveu a construir o templo dos judeus, para além de os admirar. E as obras de construção do templo começaram, mas infelizmente para os judeus, pararam assim que o imperador morreu. É curioso não? Ficaríamos menos espantados se fosse um judeu a fazê-lo, mas não, foi um pagão o primeiro grande sionista-messiânico! Se julgava que fosse um cristão, um budista, um ateu, um judeu... enganou-se completamente. Era um pagão! Talvez não seja exagerado qualificarmos Júlio, o Apóstata como o pai do sionismo-messiânico, pelo menos o seu grande precursor. Exagerando um pouco, perguntamos-nos então com que autoridade um pagão pode-se dizer anti-sionista se o primeiro dos sionistas da história da humanidade foi precisamente um pagão? Imaginem só, Júlio, o Apóstata e Joseph Nasi terem vivido à mesma época? Juntar-se ia a fome com a vontade de comer. 

Isto dito, nem sempre o paganismo viu com maus olhos o Cristianismo, como é o caso sobretudo do paganismo nórdico e celta dos então ditos "bárbaros". O factor "judiofílico" não estava presente ou misturado entre os pagãos bárbaros, daí a relativa e fácil compreensão. Como então poderia um pagão reivindicar-se legitimamente anti-cristão se os ancestrais pagãos europeus acolheram de mãos abertas o Cristianismo? 

Poderíamos aprofundar a história do paganismo e a sua relação com os judeus com mais precisão. Por exemplo lembro-me de uma excepcional que me vem à mente: cada vez que os gregos e cristãos importunavam as festas judaicas, eram punidos pelos dirigentes romanos com trabalho forçado nas minas. [9] Ai de aquele que criasse confusão numa festa judaica! O paganismo greco-romano tratava logo de o punir, fosse ele pagão ou cristão! Contava sobretudo não importunar os talmudistas. 

Pode-se questionar o paganismo de mil e uma maneiras e pôr em destaque a sua estreita colaboração com o semitismo. Coisa que estes não cansam de acusar o Cristianismo como se tivessem as mãos limpas. Olhemos para alguns deuses semitas do panteão greco-romano a título de exemplo: Mitra, Sérapis, Taweret... Que pensar deste semitismo nas divindades greco-romanas? Existem várias divindades semitas no paganismo greco-romano. Alguns dirão: mas não são divindades judaicas. Certo, mas são deuses semitas, tal e qual os judeus ou egípcios o são. O sangue é o mesmo. Não é por um português ser português ou por um grego ser grego que deixam de ter sangue ariano, certo? 

Origens do melting-pot ocidental: o paganismo greco-romano 

Parece também, que foi na época do greco-romanismo que assistimos a uma espécie de cosmopolitismo, e certamente a 2ª civilização, após a egípcia, a pôr em prática o melting-pot à americana. Tal e qual como Barack Obama surge à frente dos USA, nós vimos um árabe surgir à frente do Império Romano. A um momento é dada a nacionalidade romana a todas as populações dentro do território, fossem eles de que raça fossem. Razão pela qual vamos encontrar um árabe como imperador: Filipe, o Árabe. Este é o mesmo processo que os judeus hoje utilizam para todos os imigrantes que desembarcam na Europa, dar-se-lhes a nacionalidade dos autóctones e seguidamente oferecer-lhes cargos de relevo. É caso para ousarmos dizer que o melting-pot à americana inspirou-se nas "virtudes" pagãs melting-potianas do greco-romanismo. 

Conclusão 

À parte as minhas incisões algo provocatórias ao paganismo, que nada mais são que uma maneira de demonstrar que se pode facilmente retornar contra os actuais movimentos neo-pagãos o que estes incessantemente culpabilizam o Cristianismo, de ser uma via do semitismo talmúdico. Como pretender a esta acusação se foi do meio do paganismo que surgiu o primeiro sionista-messiânico? Como ousar acusar os cristãos como a causa do melting-pot se a nossa civilização actual herdou do paganismo greco-romano esse mesmo melting-pot? Obviamente reconheço em toda a sinceridade que estes casos todos não significam que tenham sido causados pelo paganismo em si. Mas eles desenvolveram-se num ambiente pagão. Isto é factual. E tocamos somente em alguns pontos, porque a matéria daria para escrever um longo livro. [10] Não é por acaso que um cristão olhe com uma certa desconfiança para estes movimentos pagãos. 

Os neo-pagãos devem reconhecer sucintamente, que apenas estão a fazer o jogo dos cabalo-talmudistas a cada vez que acusam o Cristianismo disto e daquilo. A maioria das acusações são apenas simples mentiras que se propagaram desde a época iluminista até aos nossos dias. 


Autor: Gang2 Ervilha 

Notas: 

[4] http://files.alaindebenoist.com/alaindebenoist/pdf/entretien_sur_le_paganisme.pdf - "Eu devo por exemplo a Arthur Koestler, que recebeu-me várias vezes em Londres nos seus últimos anos de vida, de me ter introduzido a uma crítica rigorosa de todas as formas de reducionismo." 
[8] Por "confissão em particular" entenda-se entre Catolicismo, protestantismo, ortodoxismo, etc, etc. 
[9] «Protecção das reuniões judaicas. 
Os gregos pertubavam, de facto, ou interdiam por leis, decretos especiais; mais tarde, os cristãos, com a sua propaganda, suscitavam tumultos. A autoridade romana sempre se manteve do lado dos judeus: ela fez retirar às cidades os seus decretos especiais e punir os gregos e cristãos pertubadores. Neste caso, estes eram culpados de injúria extrema que terminava por serem enviados para as minas (nota: assim o futuro Papa Calisto foi enviado para as minas da Sardenha por ter perturbado uma reunião judaica...).» Ver aqui
Les juifs dans l'Empire Romain, p. 412 
[10] Já agora olhemos para alguns dos versos nórdicos de "Wola, a Sábia", para constatarmos mais "semitismos" (sic): 

«1- Escutai-me, filhos de Heimdall, inteligências santas, superiores e inferiores! Quereis que vos conte os prodígios feitos pelo pai das predestinações? Eu aprendi cedo o antigo canto sobre os homens. 

2- Eu lembro-me dos gigantes nascidos com o nascer dos dias, esses gigantes que em tempos me ensinaram a sabedoria. Eu lembro-me dos nove mundos, dos nove céus; eu vi brilhar a primeira matéria ainda enterrada na terra. 

(Bíblia: os gigantes assemelham-se aos Nephilims de Gén. e no livro de Enoch é dito que os gigantes ensinaram a sabedoria aos humanos. Arrrrgh! Um semitismo!) 

3- A manhã pertencia ao tempo, logo que Ymer se pôs a construir; não havia areia, não havia mar, nem vagas frescas. A terra não existia, nem o céu elevado; não havia erva, mas somente o abismo de Ginnung. 

(Bíblia: Gn 1:2 - Era a terra sem forma e vazia; trevas co­briam a face do abismo. Arrrrgh!! Ora aqui está um outro semitismo!) 

4- Até ao momento em que a abóboda celeste foi levantada pelos filhos de Boer, essas criaturas magnificas de Midgard; o sol até lá só enviava os seus raios sobre as montanhas geladas; e desde então as plantas verdes cresciam no solo. 

5- O sol, esse amigo da lua, estendia com vivacidade a sua mão direita para o sul, sobre os cavalos do céu. Ele não sabia onde estavam as suas casas, as estrelas não sabiam onde se fixar, a lua ignorava o poder que dispunha. 

6- Então todas as potências, os deuses santos, dirigiram-se para os seus tronos para entrar em deliberação. Eles deram nomes à Noite e aos seus filhos. A Manhã, a Tarde e o Anoitecer foram encarregados de contar os anos. 

(Biblia: Gn 1:5 - Deus chamou à luz dia, e às trevas cha­mou noite. Passaram-se a tarde ­e a manhã; esse foi o primeiro dia. Arrrrrrrrgh! Ora aqui está mais outro semitismo!) 

Tomei a liberdade de usar um tom sarcástico, mas podemos ver quantos "semitismos" quisermos e desejarmos seja qual for o recito nórdico-pagão. E a verdade é que existem muitas e muitas semelhanças que levantam muitas questões sobre uma antiguidade comum desconhecida. Obviamente não significam que sejam "semitismos", é só para demonstrar que "semitismos" existem em todo o lado, basta utilizar as ginásticas retóricas dos neo-pagãos e revertê-las contra eles mesmos.