quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Re.


Mais três dias de trabalho e novo fim-de-semana prolongado.

4 comentários:

wind disse...

Tens cá uma sorte!:)

FireHead disse...

Não tenho culpa de aqui em Macau haver tantos feriados. :)

Portuguesinha disse...

Mas porquê não se pode ter homogeneidade e não homogeneidade? Simplesmente deixar que seja o progresso a ditar essas coisas? Há países homogeneos (africanos) em que a sociedade é um caos, há multiculturais em que a sociedade é um enorme caos... Não devem é «mexer muito» com coisas que resultam. Integração sim, «invasão» forçada, não. Principalmente se não existir vontade dos de fora se integrarem - o que sempre diferenciou a imigração de sucesso.

FireHead disse...

Hehehe, acho que te enganaste na posta. :)

Sabes, nestas coisas devemos ir sempre pelo q.b. Eu não sou pelas minorias, mas sim pelas maiorias, o que não quer dizer que eu não defenda a existência de minorias. Entendo que cada país, como Estado soberano, tem todo o dever e moral de dar preferência primeiro aos seus e só depois aos outros. E os outros, que procuram melhores vidas através da imigração, precisam necessariamente de se integrar, isto é, de obedecer às regras dos anfitriões. Num país verdadeiramente civilizado não podem ser permitidas ditaduras de minorias. Não é isso que acontece na Arábia Saudita ou no Irão. Então porque é que se as mulheres não-muçulmanas estão obrigadas a cobrir a cabeça quando vão para o Irão, as muçulmanas podem ter a liberdade de usar o burkini nas praias ocidentais?? Não conhecem o ditado "Em Roma, sê romano?"

Eu sou a favor da multicuturalidade. Sim, a sério que sou. Por muito que isso deixe alguém estranhado. E também não sou racista, tanto assim é que acho bem que existam gente de diferentes raças em todos os países. A questão é que isso tem que ser q.b. e não uma regra imposta. Por exemplo, no dia em que os países europeus tiverem uma população maioritariamente negra então o que é que os distinguirá dos países africanos (onde a população branca não cresce)? É bom nós podemos comer comida chinesa ou japonesa em Portugal sem precisarmos de ir até à China ou ao Japão, mas também não é andarmos numa rua qualquer em Portugal e vermos restaurantes chineses ou japoneses a dar com o pau e não existir por lá um único restaurante português. E pronto, podia continua aqui a desenvolver o meu ponto de vista...