domingo, 4 de setembro de 2016

Islão: o que os outros dizem

Breitbart: a primeira juíza do conselho da sharia (lei islâmica) no Reino Unido, Amra Bone, disse que "nós não podemos obrigar os muçulmanos a não ter mais do que uma mulher" porque "as pessoas têm o direito de decidir por elas próprias", insinuando que os muçulmanos no Reino Unido podem fazer as coisas conforme o islão e em discordância com as leis britânicas. Por outras palavras, o que ela quer é que a poligamia seja aceite no Reino Unido, até porque por enquanto as esposas de acordo com o islão mas não reconhecidas como tal no Reino Unido não têm os mesmos direitos que as esposas reconhecidas pela lei, o que acaba sempre por ser muito chato para essas esposas ilegais no que diz respeito aos seus direitos (que isso dos deveres não interessa a ninguém). Apesar disso, o número de casamentos poligâmicos conheceu um boom no Reino Unido nos últimos anos. Afinal de contas, o Alcorão permite que cada muçulmano possa ter até quatro esposas... fora as escravas sexuais...

Partilhas o teu marido com quantas mulheres, ó Amra?
Spinzon: a propósito da poligamia, um sírio recebe o equivalente a 32.120 dólares americanos por ano de subsídio por causa das suas três esposas e 20 filhos na Dinamarca! Deham Al Hasan, de 47 anos, alega que não pode trabalhar, inclusive andou a queixar-se de problemas psicológicos enquanto não conseguiu trazer a sua extensa família da Síria para a Dinamarca...

20 a dividir por 3 dá 6,(6), valor que está longe da tal média dos 8 filhos por musla, né?
Breitbart: foram registados 100 casamentos com crianças em Berlim só este ano! As autoridades acreditam que o número vai ainda aumentar, pois claro que sim, porque os migrantes muçulmanos vão continuar a afluir ao país da Angela Merkel que quer que todo o terceiro-mundo se instale por lá! Como se já não bastassem os outros problemas que surgiram à pala disso, como a criminalidade! Mas pronto, é mesmo assim a vida, que se lixe a Alemanha, Flüchtlinge Willkommen (Bem-vindos, refugiados)!

Quem é que ainda não sabe que a pedofilia é legal segundo o islão?
World News Daily Report: na Arábia Saudita, um cavalo de corrida que valia mais de 12 milhões de dólares americanos terá sido executado depois de ter sido apanhado a paneleirar. O cavalo, de quatro anos e chamado Al-Hadiye, que significa "a prenda" em árabe, era do príncipe Alwaleed bin Talal. Segundo o presidente do Comité para a Propagação da Virtude e Prevenção do Vício, Sheik Abdulrahman Al Alsanad, a homossexualidade é uma doença e o reino saudita tem que ser protegido desta infecção. "Faremos qualquer sacrifício necessário para mantermos a pureza deste lugar sagrado", acrescentou.

Gay é gay, não importa se humano ou equídeo
Jihad Watch: na Bósnia, a jornalista Lejla Colak, de Sarajevo, comparou o uso da burqa e do niqab aos brinquedos sexuais à disposição do público e em troca recebeu ameaças de morte e também de violação. Lejla é ateia e disse ainda que a religião é algo íntimo como a sexualidade, logo não pode ser imposta a ninguém.

Ateus e muçulmanos, amigos da esquerdalha...
Express: o Estado Islâmico reivindicou a autoria de um ataque a tiro contra dois agentes da polícia em Christiania, na cidade de Copenhaga, a capital da Dinamarca. O atirador, possivelmente um jovem bósnio, disparou na perna de um dos agentes e na cabeça de outro, estando agora este entre a vida e a morte.

Os bósnios são essencialmente eslavos muçulmanos. Problema do ADN?
Breitbart: o académico de topo Afshin Ellian, de origem iraniana, disse o óbvio sobre os muçulmanos: os seguidores de Maomé aproveitam-se do multiculturalismo existente no Ocidente para islamizarem, ao passo que nas suas terras eles não permitem de maneira nenhuma o multiculturalismo. Ou seja, não há reciprocidade para a muslaria. No Ocidente as minorias ditas oprimidas têm via verde para impor as suas ditaduras enquanto que as minorias, como os cristãos, em terras de maioria islâmica são perseguidas sem dó nem piedade perante o silêncio cúmplice do politicamente correcto e do idiotismo útil do Ocidente.

"O mundo islâmico não é multicultural", disse Ellian. Mas que novidade!
Daily Mail: em Sydney, na Austrália, um professor de geografia e História da escola católica Christian Brothers' High School de Lewisham, Jesse Pittard, lia o Alcorão numa aula de geografia! Os alunos afirmaram que foram obrigados a ouvir as recitações, o que enfureceu os encarregados de educação e a direcção da escola. Uma das mães disse o seguinte: "Nós não mandámos as nossas crianças para uma escola islâmica e nem é uma aula de religião, mas sim de geografia, então o que tem isso a ver com geografia?"; já o director da instituição, Paul Conn, garantiu que a escola está 100% focada na fé católica apesar de ser multicultural e de estar aberta ao diálogo com outras fés (as falsas). "Nós só fazemos orações (católicas) nas aulas de religião, mas nas aulas de geogafia esperávamos entre sete a 10 minutos enquanto ele lia o Alcorão", disse, por sua vez, um aluno. Um outro aluno acrescentou que Jesse punia com falta disciplinar quem lhe dissesse para não ler o Alcorão...

Nas escolas islâmicas também se lê a Bíblia, a Torá ou os Vedas?
Breitbart: e já que falamos no Alcorão, vão ser lidas passagens alcorânicas no funeral da jovem britânica Mia Ayliffe-Chung, que morreu aos 21 anos às mãos de um cidadão muçulmano francês que gritou Allahu Akbar recentemente na Austrália! Porquê? Porque é preciso, como a própria mãe da falecida fez questão de frisar, que ninguém pense negativamente do islão!!

O funeral da Mia será na sua terra natal, Wirksworth, em Derbyshire
Daily Mail: que o nome Mohammad (Maomé) já é o nome mais popular entre as crianças do sexo masculino em Inglaterra e no País de Gales tal não é novidade nenhuma. Contudo, o nome Maomé não está em primeiro lugar do top dos nomes dos rapazes - Oliver é que está em primeiro lugar - porque o nome Maomé pode ser escrito de várias maneiras: Mohammad, Muhammad, Mohammed ou Mohamed. Segundo o Departamento de Estatísticas Nacionais, no ano passado nasceram 7361 Maomés. Está mais que provado que o nome Maomé tem vindo a tornar-se bastante popular por lá desde os anos 20 do século passado. Porque será, terá alguma coisa a ver com a islamização que não existe?

Existem 14 maneiras diferentes de escrever Maomé devido às diferentes pronúncias

6 comentários:

Afonso de Portugal disse...

Poligamia, pedofilia, islamismo nas aulas de geografia, maomés por todo o lado... que vibrante que isto se está a tornar! Com tantas vibrações, vai ser como nos terramotos, vamos acabar todos soterrados!

Lura do Grilo disse...

Nem matando os seus filhos é suficiente para abrir os olhos de alguns!

FireHead disse...

Afonso de Portugal,

O que vale é que estes casos todos são apenas residuais, pois não existe nenhuma islamização. Há quem tenha os dados verdadeiros e que consegue sempre provar que o que nós fazemos por cá é espalhar o medo e o ódio através de fontes tendenciosas ligadas à extrema-direita, coiso e tal...

FireHead disse...

Lura do Grilo,

Nem assim, meu amigo. A doença já está na fase terminal. A mãe da pobre rapariga há-de morrer acreditando piamente que o islão é mesmo a "religião da paz".

Anónimo disse...

Por falar no que os outros dizem, já viste o que o teu amigo escreveu a teu respeito no blogue dele? E vais-te ficar ou tens resposta? Vai ser difícil dares a volta aquilo e o tipo até já partilhou no Twitter e tudo.

FireHead disse...

Anónimo,

Sabes, eu realmente tenho mais que fazer.