domingo, 11 de setembro de 2016

Casal desempregado e com 8 filhos rejeita habitação social...


... por não ter uma sala de jantar nem pelo menos seis quartos, cada um com duas camas, para se poder viver confortavelmente!
Segundo o Daily Mail, eles preferiram manter-se na habitação onde já residiam, em Luton, no Reino Unido, cujas condições são "terríveis", dizem eles, mas que aparentemente não tem "falta de espaço" como a nova casa que a Segurança Social quis dar...
Estão desempregados, vivem com dificuldades mas têm oito filhos... Como é que os racistas que trabalham na Segurança Social lá do desenvolvidíssimo e super progressista Reino Unido (hello, what about the british que vivem com dificuldades ou os british hobos?) conseguem cometer a suprema ousadia de não lhes dar uma casa que preenche as suas exigências?! Isso roça a sacrilégio, pá!
Não deixa de ser interessante o comentário da senhora Rosie Da Cunha, que é negra (logo, isenta de qualquer tipo de racismo), sobre esta notícia: "Na África vivem uns em cima dos outros ou em cubatas agora aqui querem vida de luxo. Vão lá trabalhar como eu faço é mtos inglês que trabalham e nem têm o direito de ter casa do council vivendo em casa caras trabalhando longas horas pagando impostos altos para sustentar essa gente que fica em casa e a fazer compras. Ainda por cima ele como estudante universitário recebe allawnce e grant para. Disgusting ppl make me sick i am so mad and ungry. ����if ou not happy go back where you came from".
E que dizer do comentário 100% racista do Francisco Ferreira, que não tem foto disponível no seu perfil? "Dizem que o casal não trabalha? eu acho que estão a ser muito injustos com eles, os pobres trabalham como escravos..... só que na cama e a prova está na quantidade de filhos que têm. Devem estar toda a noite a bombar, a pobre da preta não deve ter descanso, vocês falam mal, mas é por inveja e a inveja é pecado".

8 comentários:

Anónimo disse...

Os racistas white pride tao tudo com inveja, pois os pretos tem filhos, e eles nao. Ai depois revlamam que o mundo é/vai ser preto. Mas nós mal temos filhos, ora pois..

Anónimo disse...

Os pretos/indianos/nao-brancos estao la, a todo vapor. Tendo seus 3 filhos pra cima. Verao o lucro de tanto "trabalho" no fim da vida, ou seria no final do século?
Boa noite

FireHead disse...

Anónimo da 10:50,

Eu também já cheguei a fazer uso deste argumento. Se não querem ser ultrapassados na sua terra, que façam filhos. Mas depois eles dizem "ah, mas nós não temos as mesmas condições que dão aos que vêm de fora", o que também não deixa de ser verdade. Os cidadãos nacionais é que deviam ser prioritários, sempre, e não os que vêm de fora. Como é possível situações como a desta posta existirem???

FireHead disse...

Anónimo das 10:54,

Quando os brancos forem minoritários nas suas próprias terras, o que é que serão delas? E como é que será um mundo sem brancos? Os chineses e os indianos substituí-los-ão?

Afonso de Portugal disse...

«Se não querem ser ultrapassados na sua terra, que façam filhos.»

Este argumento é fraquinho. Os brancos não têm mais filhos porque não são uma cambada de irresponsáveis como os pretos, que criam os seus filhos de qualquer forma e feitio. Não é por acaso que há mais mães solteiras entre a comunidade negra. E também é por isso que as prisões ocidentais estão cheias de escurinhos. Sem condições adequadas, é impossível formar cidadãos cumpridores.

O único argumento sério nesta questão é fechar as portas à iminvasão. O que está mal são sobretudo as entradas massivas de alógenos, não são só as taxas de natalidade dos nativos.

FireHead disse...

Afonso de Portugal,

O que tu dizes não me tira a razão. Se aos cidadãos nacionais fossem concedidas as mesmas abébias que muitos estrangeiros têm, como por exemplo aos que vêm de África ou os ciganos, possivelmente os brancos fariam mais filhos.

Mesmo entre os brancos também há muita irresponsabilidade. E também muitos são, e cada vez mais, os brancos que nem sequer casam. Muitas gajas optam por ser bem sucedidas a nível profissional e adiam ao máximo a maternidade. Nem todos são pessoas com capacidade de sustentar uma grande prole como por exemplo o José Pinto-Coelho, que deve defender as famílias numerosas muito possivelmente influenciado pela Opus Dei.

O problema é que a imigração massiva não vai parar. Se mesmo agora com a imigração massiva que já existe parece que a população continua em declínio, as elites vão continuar a apostar em mais e mais imigração que é para a população não diminuir. Esquecem-se que o continente já não tem capacidade para os absorver nem há trabalho para todos eles, o que só vai arranjar ainda mais chatices, maior sobrecarga dos contribuintes, mais desigualdades sociais, conflitos, etc.

Afonso de Portugal disse...

«O problema é que a imigração massiva não vai parar.»

Esse é que é o verdadeiro problema. Se não fosse isso, a população europeia acabaria por recuperar porque as sociedades precisam de jovens que trabalhem. A procura por jovens nativos faria a natalidade crescer novamente, porque esses jovens seriam necessários e valorizados.

Só que a imigração distorce tudo. Como é mais fácil ir buscar jovens ao estrangeiro, nunca se chega a sentir o peso do declínio demográfico. Antes pelo contrário, há tanta mão-de-obra no país que os jovens valem cada vez menos e têm cada vez menos emprego. É por isso que quando me aparecem "inteligentes" a culpar apenas a esquerda pela imigração, eu acho completamente ridículo. A direita capitalista é tão culpada como a esquerda.

Quanto aos brancos, tudo isso que dizes foi deliberado. As elites, tanto à esquerda como à direita, quiseram que os brancos tivessem menos filhos para poderem importar os não-brancos. E vai daí, promoveram os feminismos, os anti-masculinismos, a feminização dos homens, a promiscuidade sexual, o homossexualismo, o ódio aos valores da família, da maternidade, da fidelidade etc.

FireHead disse...

Eu não sou contra a imigração. Nunca fui nem nunca serei. Sou apenas a favor de um controlo. Eu penso assim: para que é que vamos buscar alguém para fazer uma determinada coisa se entre nós há quem pode perfeitamente fazer? Ir lá fora buscar alguém, só se for para acrescentar e contribuir para melhorar. Buscar só se for alguém que faz algo que nós não fazemos para suprir as lacunas.

O que tu chamas direita capitalista eu chamo capitalismo selvagem. E o capitalismo selvagem é outra bela merda como a esquerda, pois são ambos desumanos.

Quanto ao teu último parágrafo, pode simplesmente ser resumido ao seguinte: enfraquecimento do Cristianismo.