terça-feira, 20 de setembro de 2016

Cardeal fala da conquista islâmica da Europa


Já aqui cheguei a colocar alguns exemplos de membros da Igreja que não afinam pelo mesmo diapasão do politicamente correcto nem papam grupos só mesmo naquela de escarrapachar aqui bem escarrapachadinho que os que acreditam e defendem, tendo possivelmente até sonhos molhados com isso, que o Cristianismo quer a destruição da superior civilização do Ocidente (o que seria uma suprema ironia, pois não existiria nenhuma superior civilização do Ocidente se não fosse por causa do Cristianismo, mas adiante...) andam a propagadar uma enormíssima peta.
Graças a um camarada da blogosfera, soube aqui desta notícia que fala de um cardeal do qual eu já tinha tomado conhecimento através do blogue do meu amigo católico Pedro Erik. Falamos do cardeal austríaco Christoph Schönborn, o arcebispo de Viena, que avisou que os europeus estão em perigo por terem perdido a sua herança cristã e que existe efectivamente uma conquista islâmica da Europa. Ou seja, um cardeal consciente que apenas e só alertou para o que está de facto a acontecer no mundo real. Não é também por acaso que os países europeus que mais se opõem a esta invasão islâmica e que já alegaram publicamente a defesa da cultura cristã (a nacionalista católica Polónia, a Hungria de Viktor Orbán, a Eslováquia de Robert Fico ou precisamente a Áustria do cardeal Schönborn) estão numa de formar uma frente de resistência.
"As palavras do cardeal são as mesmas que muitos bispos e santos cristãos disseram sobre o Islão ao longo da História. Os cristãos lutaram contra os avanços militares dos muçulmanos desde Maomé. Como será a próxima luta contra os muçulmanos, já que os muçulmanos moram nos mesmos países que os cristãos, são vizinhos, e por vezes estão em maior número em cidades de países cristãos?", interroga Pedro Erik, que analisou alguns eventos importantes que ocorreram em dias 11 de Setembro.

2 comentários:

Afonso de Portugal disse...

Este sim, dariam um bom papa. Já o anormal do Bergoglio devia ser apedrejado à boa maneira islâmica, de preferência pelos "pobres coitadinhos" a quem ele lavou e beijocou os pés!

FireHead disse...

Numa das últimas entrevistas que o Papa Bento XVI concedeu podemos ficar a saber que a eleição do Papa Francisco surpreendeu muito o Papa alemão, que não contava com isso. Só isso já explica muito.

Diziam que o Papa Bento XVI era o "Papa da transição". Mas qual transição? O que de melhor o Papa Bento XVI representou, em linha crescente após o ecuménico Papa João Paulo II, este Papa já deu cabo e está a levar a nau a rumar em sentido contrário.

Cardeal Shönborn para Papa? Porque não? Só acreditarei nessa possibilidade quando o Papa Francisco deixar de ser Papa...