domingo, 11 de setembro de 2016

91% de crianças muçulmanas numa escola é diversidade?


Ainda em França, o presidente da câmara de Béziers, Robert Ménard, disse em relação ao início de mais um ano lectivo em declarações à estação televisiva LCI que "Numa escola na cidade onde moro 91% das crianças são muçulmanas. Evidentemente que isto é um problema, há níveis de tolerância. Vocês não colocam lá os vossos filhos a estudar, vão procurar uma escola privada". Além disso, citou o general Charles de Gaulle para quem "ser francês é ser europeu, branco e católico".
As palavras de Robert mereceram, como não podia deixar de ser, o repúdio da esquerdaria, no caso da ministra Ericka Bareigts, filha do ultramar francês, que disse que "essa França já não existe" e que se opõe aos que sonham com a uniformidade com a riqueza da diversidade.
Se o Charles de Gaulle tinha ou não realmente esta opinião sobre os franceses, eu não sei e duvido um pouco, pois ele, além de nacionalista e católico devoto que era, manteve o império ultramarino francês e procurou livrá-lo das influências norte-americanas e britânicas. Agora haver quem possa considerar uma "riqueza da diversidade" o facto de numa escola em França 91% das crianças serem muçulmanas, algo está profundamente errado. Até porque diversidade é uma coisa que não rima com o islão.

2 comentários:

Afonso de Portugal disse...

A "diversidade" é uma palavra de código para o genocídio branco. Esta é apenas mais uma confirmação. Escolas com 91% de muçulmanos só deviam existir no Médio Oriente.

FireHead disse...

Lembras-te daquela célebre imagem "islamofóbica" que mostra mulheres de diferentes países e culturas vestidas com os seus trajes tradicionais de um lado e mulheres muçulmanas de diferentes países todas de "niqab" que nem sacos de lixo de outro? De um lado a diversidade e de outro lado a tal uniformidade (islâmica) defendida pela esquerdaria?