quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Porque é que há negros que gostam do Che Guevara?

8 comentários:

Anónimo disse...

Simples. É porque eles são burros.

FireHead disse...

Que racista que tu és, pá! Não se pode generalizar! Também há brancos que são burros, daí existirem brancos que são comunistas! :)

Adilson disse...

Há negros que gostam do Che Guevara pelo mesmo motivo que muitos brancos )e põe muito nisso!), ou seja, doutrinação ideológica. Os comunistas são inimigos da verdade e da lógica, daí o interesse doentio deles em apagar a história, distorcer os fatos destruir o bom ensino. Ora, aqui no Brasil grande parte dos professores de base e universitários são brancos (poucos são mestiços) e vivem a mentir ou falar asneiras contra as nações colonizadoras como Portugal e Espanha e os republicanos.

Anónimo disse...

E meio-brancos complexados com problemas de identidade que são xenófobos? Esses então nem se fala.

FireHead disse...

Adilson,

Pois é, é um ódio tremendo à verdade. É como os muçulmanos, já agora, que dizem que o Maomé era um profeta da paz e que pregou o amor e a tolerância quando na verdade escravizou, matou, mandou matar, pilhou, saqueou, violou e ainda pedofilou.

FireHead disse...

Anónimo,

Porque é que não se fala? Eu conheço por exemplo mulatos que são assim e também mulatos que são pró-negros e anti-brancos. E também conheço gente com fronha de chinês e que não gosta dos chineses. Muitos até são, imagina só, patriotas portugueses. Há de tudo. Afinal de contas alguém com aparência de chinês mas descendente de portugueses pode perfeitamente identificar-se como sendo português devido à sua herança cultural e mesmo sanguínea (embora já mais diluída). Bem, na verdade também há portugueses que são chineses 100% étnicos e culturais. Este tema da identidade é sempre bastante complexo para poder ser explicado e mesmo entendido.

Se eu fosse metade branco possivelmente também teria assim alguns complexos, pois não me sentiria nem carne nem peixe e teria que me identificar mais com uma das partes (mau), com as duas ao mesmo tempo (bom) ou, pior, com nenhuma (há casos crónicos como o que acontece com os dekaseguis). Há, felizmente, muitos meio-brancos que não têm problemas com isso, como ser "branco" aqui em Macau ou em África ou "amarelo" ou "preto" lá em Portugal, ou levar com nomes como "rafeiro", "insonso", "arraçado", "cabrito" (à boa maneira angolana)... Aqui em Macau muitos mestiços de primeira geração (misturas de branco com amarelo) agora até já começaram a ser ofendidos com o "sei tou sáng".

Já dizia uma senhora que foi minha professora de História no liceu que há as boas misturas mas também há as más misturas. E as más misturas, coitadas... Bem, mas isso também é como tudo. Também há brancos feios, amarelos feios ou vermelhos feios, portanto é lógico que também haja mestiços feios. Ah, mas isso não importa na verdade, o que importa é que haja quem goste ou seja capaz de gostar deles. :)

No fundo eu acredito que a aparência conta imenso. E essa coisa da genética tem muito que se lhe diga. Conheço mestiços filhos de chinesas que têm uma aparência quase completamente ocidental e esses escapam, mas, lá está, são "cuai lous" apesar das suas origens. Entre os ditos macaenses o que não falta é diversidade neste aspecto: vai desde os que têm cara de chinês aos que têm aspecto de ocidental, passando por aparências intermédias. Do mesmo modo, conheço portugueses brancos que têm filhos que nasceram quase 100% amarelos (embora não sendo mesmo 100% amarelos geneticamente, daí a diferença entre fenótipo e genótipo). É verdade, são coisas que acontecem.

Portuguesinha disse...

Negros ou não-negros... Che Guevara é um mito.
Mais fabricado que outra coisa. (Também graças aos muitos bons documentários que vi). Ele é um ideal, um conceito. E esse pode ser partilhado por todos... A figura que dá o rosto a um ideal pouco importa se correspondia em todos os seus actos a esse ideal ou não. Bastou alguém pegar numa coisa e esquecer outras e pronto... Temos ídolo.

FireHead disse...

Portuguesinha,

É tipo o Mao Tsé-tung ou o Adolf Hitler, que continuam a ser visto como heróis pela escumalha.