quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Mulher armada usa filho de 5 anos como escudo e ameaça matar polícias


Em Baltimore, nos EUA, uma mulher negra de 23 anos chamada Korryn Gaines, procurada pela polícia por não ter comparecido em tribunal em que iria responder por conduta desordeira, infracções aos trânsito e resistência à prisão, estava armada e com o seu filho de cinco anos ao colo quando ameaçou disparar contra agentes da polícia no seu apartamento, na segunda-feira de manhã. A polícia abriu fogo, Korryn ripostou e acabou abatida. O seu filho também foi baleado, mas foi transportado para o hospital e está fora de perigo. 
"Se vocês não se forem embora, eu vou matar-vos", ameaçou assim Korryn. Depois disso um dos agentes disparou. "Nós disparámos uma vez. Em resposta ela disparou várias vezes contra nós", explicou o chefe da polícia numa conferência de imprensa, segundo a CNN. "Nós disparámos mais uma vez", continuou. 
Durante as negociações, Korryn fez uns vídeos e publicou-os no Instagram. Num deles, ela perguntou ao filho quem estava lá fora e ele respondeu "a polícia" que está "a tentar matar-nos". Ou seja, Korryn usou o Instagram para se vitimizar. Será que ela fez também algum vídeo que confirma que ela ameaçou a polícia antes da troca de tiros, pondo em risco a vida do seu próprio filho?
E pronto, foi mais um caso de "violência policial contra negros" que já começou a incendiar as redes sociais. Tivesse antes sido um polícia a morrer abatido pela criminosa e a esta hora ninguém pararia a onda de indignação do Police Lives Matter (ah, e existem muitos polícias que são negros!). Mas espera lá, isso do Police Lives Matter por acaso existe?

16 comentários:

Ivan Baptista disse...

Se a mulher corresponder com essa ai da foto.. Então não é negra, só o é se calhar, no seu sobrenome. Mas que mania !!!

Afonso de Portugal disse...

Uma filha de Obama...

Portuguesinha disse...

Isso é tão triste.
Infelizmente acredito que parte da comunidade está a jogar a carta de vitimização, provocando situações que possam ser distorcidas. Claro que essa mãe não devia estar no seu juízo perfeito (alguma vez estarão?)... Arriscar a sua vida e a da criança, fazendo brainwach à criança para odiar a polícia - situação que julgo já vir a acontecer faz décadas. Mas ainda assim, não haveria outra forma? Porque é que todos andam armados nos E dos UA?

Outra coisa: essa mania de se acharem negros por terem um pouco de sangue negro e poderem assim pertencer a uma "classe"... Por essa imagem a senhora era mais branca, e meio latina do que negra. Mas sempre esquecem que o sangue que corre nas veias é uma mistura... A mentalidade de alguns destes fora-da-lei parece ser um vírus. Lamento muito o sucedido.

wind disse...

No meio disto tudo é lamentável ter usado o filho!

Adilson disse...

Baltimore (como Chicago) praticamente já foi dominada pela politicagem socialistas, sem falar no tráfico que é terrível por lá. Triste! Os vermes stalinistas em sociedade com as estratégias da Escola de Frankfurt (que conseguiu escapar de Hitler) já havia prometido que a América (EUA) iria feder!

FireHead disse...

Ivan Baptista,

Sim, é a mulher da foto. E ya, concordo contigo, para mim ela é mais mulata que preta e uma mulata não é nem branca nem preta. Mas já se sabe como é que é o politicamente correcto que faz com que os mulatos como o Barack Hussein Obama se transformem em pretos. E eu acredito que é à pala disso que na verdade existem mais pretos no mundo do que realmente existem. Até porque muitos mulatos se consideram eles próprios pretos.

Logo, desculpa aí ter-me deixado afectar pelo politiquismo correcto da fonte de onde eu tirei esta notícia (Diário de Notícias). :P

FireHead disse...

Afonso de Portugal,

Não, esta não era a Malia nem a outra cujo nome eu nem sei. Mas sim, mais um caso de "racismo" contra os negros a juntar-se a todos outros desta presidência do fantástico e maravilhoso super-presidente norte-americano, Barack Hussein Obama!!

FireHead disse...

Portuguesinha,

Ela era meio latina? De onde tiraste esta informação? :O

Pois, e voltamos a falar da questão das armas...

Eu agora só espero que o puto cresça com juízo e que não seja como a mãe dele.

FireHead disse...

Wind,

Isto é seguramente um pequeno pormenor, pois para a carneirada do Black Lives Matter o que conta é que morreu mais uma preta, ou mulata, às mãos da polícia bandida. Ainda por cima novamente em Baltimore.

FireHead disse...

Adilson,

Pois é e depois ainda querem os totós votar na Hillary Clinton que é para manter o legado do Obama e assim tudo continuar na mesma, ou piorar ainda mais. Não votem no "racista" do Donald Trump, que tem muitos apoiantes negros, que não é preciso! Os EUA, tal como a Europa, está a precisar de alguém com eles no sítio que é para meter ordem na javardice.

Afonso de Portugal disse...

«Não, esta não era a Malia nem a outra cujo nome eu nem sei.»

Não percebeste ou eu não me expliquei bem... eu não quis dizer que ela era filha do Merdama em sentido literal. Quando o mestiço George Zimmerman matou o "pobre coitadinho" Trayvon Martin, o mulato Merdama disse, numa conferência de imprensa, que o Trayvon podia ser seu filho, numa tentativa despudorada de manipular as emoções da audiência.

A partir daí, a direita nacionalista norte-americana passou a gozar com essa pouca-vergonha e, sempre que aparece um preto criminoso, dizem em tom de gozo: "Olha, mais um filho do Obama!" :)

FireHead disse...

Ah, é que eu não estava ao corrente dessa brincadeira da direita nacionalista norte-americana. :)

Portuguesinha disse...

Parece... tem ares de latina.
A questão é que somos todos o resultado de muitos que já cá estiveram antes... Desde o início dos tempos. Não me parece razoável uma pessoa de aparência mista dizer que pertence apenas a uma etnia, ainda mais se por fora parecer ter traços de muitas. Como escolher uma em detrimento de outras que também carregam? Não estará aí um problema em se aceitar?

FireHead disse...

Também acredito que todos nós somos o resultado de cruzamentos, porque ninguém é 100% puro e uma coisa é o fenótipo e outra coisa é o genótipo. Aliás, principalmente no meio racialista branco, já aconteceram muitos casos curiosos, como anti-semitas que vieram a descobrir que afinal têm ascendência judaica e que tiveram que rever as suas posições. Depois há outros que são adeptos de um fixismo histórico, situado não se sabe lá onde, que é para, a partir desse determinado ponto, poderem considerar que as raças existem e que elas possuem as suas próprias características. Eu acredito que as raças existem, mas elas todas têm uma origem comum, tendo surgido com o passar do tempo através da separação geográfica e outros factores.

Pois é, é um ponto interessante que tu focaste. Nunca reparaste que muitos mulatos, eu diria mesmo a maioria deles, identificam-se sempre como negros e nunca como brancos? Poucos devem ser aqueles que dizem mesmo a verdade, ou seja, que não são nem brancos nem pretos. Por acaso tive um colega lá na Módis que é mulato e que, ele sim, sabia perfeitamente que não é nem preto nem branco porque é um mulato.

E chamo a atenção para um outro pormenor que costuma causar muita confusão: uma coisa é a raça ou a etnia e outra coisa é a nacionalidade. Eu não sou adepto do nacionalismo étnico ou rácico. Para mim existem nações que são multirraciais, multiétnicas, multiculturais, multirreligiosas e multilinguísticas. Se fosse como os racialistas étnicos ou rácicos, teria forçosamente que defender que cada porção de terra que tivesse um povo etnicamente, culturalmente e linguisticamente homogéneos fosse, por si só, uma nação. E assim o mundo teria uma quantidade interminável de países. Basta vermos o caso de África com a infinitude de etnias da raça negra. Não conheces a desculpa africana de que os conflitos étnicos e tribais são culpa dos colonizadores brancos que fizeram as fronteiras dos países africanos através da régua e esquadro, sem se preocuparem com as questãos étnicas, religiosas e culturais? Bom, a questão é saber porque é que, agora que a descolonização já aconteceu há um porradão de anos, as coisas por lá continuam a porcaria que é...

Anónimo disse...

Porrada de anos? Sem contar que mesma coisa o que?
E não necessariamente alguém mais claro, ou não se parece com o fenotipo imposto a uma ralça, seja mestiço. A raça caucasiana nem sempre é branca, do mesmo jeito que nem todos da raça negra são pretos, existe os khoisan (que são clarinhos). Se formos levar tudo pelo fenotipo, então os aborigenes e negritos da Asia seria da mesma raça dos negros africanos.
As pessoas se consideram da raça que elas se identificam. Muito não branco se considera branco. É por isso que vou ficar o tempo todo dizendo que eles não são brancos? Claro que não, oras, deixe eles acharem que são brancos. Existe, apenas quatro raças: caucasiana, africana/negra, asiáticos e indigenas. Você sempre vai ter mais sangue de alguma raça. Então se classifique atráves do sangue que você tem mais. Eu não vou dizer para um cara filhos de branco com asiático, o que ele é. Ele decide, seja a partir da aparência ou do sangue que ele tem mais.

FireHead disse...

Sim, a descolonização europeia de África já aconteceu há um porradão de anos. O último país europeu a descolonizar em África foi Portugal. Isto qualquer pessoa que tenha estudado História sabe.

Sim, há muitas nuances nestas coisas das raças. Entre os brancos há sempre os que são mais brancos que outros, tal como entre os negros há também uns que são mais clarinhos e outros que são mais escuros.

Sim, e aproveito também para acrescentar a questão cultural e de pertença a uma nação como factores que ajudam determinada pessoa a considerar-se aquilo que considera ser. Ao contrário dos racialistas brancos, para mim qualquer pessoa pode ser portuguesa desde que aceite a Portugalidade, isto é, saiba falar minimamente o português e identifica-se com Portugal, os seus costumes, tradições e a religião católica. Até te dou um exemplo: Francis Obikwelu. Toda a gente sabe que ele é da Nigéria e não nasceu português, mas adquiriu a nacionalidade portuguesa, tornou-se português. Ele é católico, fala português e até se emocionou quando ganhou uma medalha de prata por Portugal, dizendo que a Nigéria nada lhe deu e que Portugal deu-lhe tudo. É um português por adopção que para mim é muito mais português que muitos portugueses brancos que passam a vida a mandar o seu próprio país abaixo e a dizer barbaridades como querer que Portugal seja engolido pela Espanha só porque o ordenado mínimo espanhol é superior ao de Portugal...