sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Duplo critério

20 comentários:

Lura do Grilo disse...

Muito bem!

FireHead disse...

Ainda não vi manifestações esquerdistas contra a (segunda) censura ao Neymar por ter usado a faixa com a inscrição "100% JESUS". Já em relação à oposição ao burkini, há esquerdistas indignados que ainda não se calaram.

Anónimo disse...

os islãmicos nao mais podem usarem burkas ,burquinis ,construir minaretes e praticar o sacrificio halal ( coisa que os judeus sempre puderam na Europa
).Claramente nao é a Europa que esta sendo islamizada ,mas os islãmicos que estao sendo laicizados/ateisados .

Afonso de Portugal disse...

O Cristão devia ter dado a outra face, como mandou o pescador de homens. Isto é, tirava a fita, virava-a ao contrário e voltava a colocá-la na cabeça, mostrando a frase "200% Jesus"!

Douglas Sulzbach disse...

Bem assim que as coisas funcionam, a hipocrisia ocidental no mais alto grau!

FireHead disse...

Anónimo,

Os judeus usam burkas, burkinis, constroem minaretes e praticam o sacrifício 'halal'? LOL, quando é que tu te calas, seu deficiente mental?

Sim, os islâmicos estar a ser laicizados/ateízados, lololol. Começando pela Turquia ou quê?

É com cada anormal que vem aqui parar...

FireHead disse...

Afonso de Portugal,

O pescador de homens disse muitas mais coisas para além de dizer aos outros para darem a outra face. Se só ficássemos nesse pormenor então o Cristianismo não teria florescido de maneira nenhuma, pois os cristãos teriam todos padecido por causa disso. Mas ah, não importa, há-de haver sempre maneiras de dissociar certas coisas do Cristianismo quando não convém. Quando convém, é porque o Cristianismo dá a outra face. Quando não convém, o Cristianismo já é totalitário e não permite a "concorrência".

FireHead disse...

Douglas Sulzbach,

Claro porque o uso de burqas ou burkinis não tem nada de religioso. Afinal de contas não têm letras que formam a palavra "islão" ou "Alá".

E a desculpa que os esquerdistas deram como forma de defender o uso do burkini? Ah e tal, porque antigamente as mulheres ocidentais também iam para a praia quase completamente vestidas porque não podiam mostrar sequer os joelhos e tal... De facto quando o cu começa a ter mesmo algo a ver com as calças, o melhor mesmo é considerarmos certos casos como sendo claramente patológicos.

Mas, pá, o teu compatriota que comenta como anónimo aqui e usa o seu nick noutros blogues acredita que não há nenhuma islamização no Ocidente... E se ele acredita que não há, e ele e muitos outros palermas como ele, então é porque não há mesmo!

Afonso de Portugal disse...

«Se só ficássemos nesse pormenor então o Cristianismo não teria florescido de maneira nenhuma»

Muito bem, entãoo que é que me está a escapar? É que eu também ja fui católico e não me lembro de nenhum evengelho em que o JC mandasse fazer a guerra. Aviva-me a memória, se fazes favor.


«Mas ah, não importa, há-de haver sempre maneiras de dissociar certas coisas do Cristianismo quando não convém. Quando convém, é porque o Cristianismo dá a outra face. Quando não convém, o Cristianismo já é totalitário e não permite a "concorrência".»

Mas tu andas outra vez a ler os blogues do Lá Lá Cardo? É que dá a sensação que tu agora achas que eu sou o Caturo ou o JJHN...

Anónimo disse...


"Os judeus usam burkas, burkinis, constroem minaretes e praticam o sacrifício 'halal'? LOL, quando é que tu te calas, seu deficiente mental?"

o parenteses esta a frente do termo halal ,logo implica que era sobre este conceito que falava quando dava como exemplo os judeus.

Anónimo disse...

"LOL, quando é que tu te calas, seu deficiente mental?
"
Escuta rapaz ,tu nao passa de um fanatico desonesto e cinico que vice a se contradizer . es um coitado.

Douglas Sulzbach disse...

Ué, mas a islamização é um mito, um mito criado pelos brancos opressores do velho continente pra oprimir ainda mais os povos árabes, africanos e muçulmanos. Como se sabe, quem não acha um mito, quem realmente acredita na ameaça islâmica estará sendo racista e precisa ser punido, pelo menos assim pensam os governadores e políticos em geral, do Ocidente.
Mas claro, se eles dizem que não há islamização ou que ela é um mito, então será um mito agora, pois dentro de algumas décadas, aí já nem será mito, será realidade e certamente irreversível, mas tudo bem, os defensores esquerdistas serão os primeiros do paredão quando o mito se tornar realidade!

FireHead disse...

Afonso de Portugal,

O teu problema é teres sido um católico inconsciente. Se nunca leste a Bíblia é normal que não saibas que Jesus nunca se opôs à guerra. De exemplos excelentes sobre a justiça da guerra no Antigo Testamento não vale a pena citar, pois trata-se do livro sagrado dos judeus, pelo que vamos agarrar-nos a exemplos do Novo Testamento. Jesus não disse que veio trazer a paz mas sim a espada, ou seja a guerra. Que por causa d'Ele haveria guerras, gente a odiar, a matar e a morrer por causa do Seu nome. O livro do Apocalipse descreve a segunda vinda de Jesus como sendo sangrenta, com guerra final e Cristo fará guerra com justiça e sem compaixão pelos inimigos. São Paulo escreveu aos romanos que há guerras justas e que a guerra é inevitável. Eclesiastes declara que há tempo para tudo, inclusive para a guerra. Em Filipenses, São Paulo até diz que a coisa mais importante que podemos fazer em um tempo de guerra é orar por sabedoria divina para os líderes, pela segurança dos militares, pela resolução rápida de conflitos e por um número mínimo de vítimas civis.

Como é que o Cristianismo se expandiu, terá sido tudo à base do diálogo e da evangelização? Não terá também havido alguma guerra metida ao barulho? Os espanhóis do Cortez não terão imposto a tiro o Catolicismo aos índios na América?

Não, eu não leio os blogues desse sujeito. Acredites ou não, eu já não vou lá mesmo há muito tempo e estou muito bem assim. O que eu escrevi é apenas uma ironia, pois é precisamente isso que os teus amigos Caturo e João José Horta Nobre adoram escrever sobre o Cristianismo, pois afinal de contas ambos escrevem o que lhes dá na telha. E até desconfio que um deles já chegou a comentar aqui como anónimo mas não vou dizer quem.

FireHead disse...

«"Os judeus usam burkas, burkinis, constroem minaretes e praticam o sacrifício 'halal'? LOL, quando é que tu te calas, seu deficiente mental?"

o parenteses esta a frente do termo halal ,logo implica que era sobre este conceito que falava quando dava como exemplo os judeus.»

O conceito de halal é com os muçulmanos, não com os judeus. Qual é a parte que não percebes? Ou para ti será que halal é igual a kosher?

FireHead disse...

«"LOL, quando é que tu te calas, seu deficiente mental?
"
Escuta rapaz ,tu nao passa de um fanatico desonesto e cinico que vice a se contradizer . es um coitado.»

O coitado és tu por seres um deficiente mental.

FireHead disse...

Douglas Sulzbach,

O problema é que os esquerdistas fazem questão de levar juntamente com eles para a cova todos os anti-esquerdistas como nós. Eles querem morrer mas não querem matar-se, por isso recorrem aos outros (islâmicos) para lhes limparem o sebo. Não contentes com isso, querem que nós lhes façamos companhia.

Afonso de Portugal disse...

«O teu problema é teres sido um católico inconsciente.»

Antes pelo contrário, inconsciente é quem defende que o Catolicismo pode salvar a Europa.


«Se nunca leste a Bíblia é normal que não saibas que Jesus nunca se opôs à guerra.»

Quem claramente nunca leu a bíblia -ou pior, só leu o que lhe convinha- foste tu, porque todas as passagens que transcreveste acima são flagrantemente desonestas. Senão vejamos:


«Jesus não disse que veio trazer a paz mas sim a espada, ou seja a guerra.»

O que tu não dizes, muito convenientemente, é que guerra é essa. Não é uma guerra "invasor" vs "alógeno", nem sequer "cristãos vs. não-cristãos", é uma guerra entre pais e filhos:

«Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada. Pois vim causar divisão entre o filho e seu pai, entre a filha e sua mãe e entre a nora e sua sogra, assim os inimigos do homem serão os da sua própria casa. Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim; e aquele que não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. O que acha a sua vida, perdê-la-á; mas o que perde a sua vida por minha causa, achá-la-á.» (Mateus 10:34-39)

Portanto não, a guerra não é entre cristãos e os outros, é entre as famílias corrompidas pelo Cristianismo.


«O livro do Apocalipse descreve a segunda vinda de Jesus como sendo sangrenta, com guerra final e Cristo fará guerra com justiça e sem compaixão pelos inimigos. São Paulo escreveu aos romanos que há guerras justas e que a guerra é inevitável.»

A interpretação do Livro do Apocalipse não é consensual no Cristianismo. Alguns acham que se refere à perseguição dos cristãos pelo império romano, outros acham que se refere à queda definitiva de Israel e dos Judeus e ainda há quem ache que isso é tudo para levar sentido figurado. É neste último grupo que eu me incluo. Ou tu achas mesmo que os quatro cavaleiros do Apocalipse são para levar em sentido literal? E que o Anti-Cristo vai reinar na Terra? É que eu acho que ele já reina há pelo menos 2000 anos!

Seja como for, nenhum clérigo cristão orienta a sua doutrina pelo fim dos tempos. Orientam-na pela caridae, pela compaixão e pelo amor ao próximo. E claro, pela culpa irremissível, o valor supremo do Cristianismo.

Quanto às cartas de S. Paulo, haver guerras por causa dos cristãos não é o mesmo que haver guerras feitas pelos cristãos. Basta olhar para o Iraque, onde já foram assassinados mais de 750 mil cristãos desde a primeira Guerra do Golfo, para se perceber a diferença.

FireHead disse...

Afonso de Portugal,

«Antes pelo contrário, inconsciente é quem defende que o Catolicismo pode salvar a Europa.»

Não é isso que a História nos ensina. Mas posso dar-te razão se estiveres a referir-te ao "estado oficial" em que desgraçadamente se encontra o Catolicismo.

«Quem claramente nunca leu a bíblia -ou pior, só leu o que lhe convinha- foste tu, porque todas as passagens que transcreveste acima são flagrantemente desonestas. Senão vejamos:»

Eu gosto destes desafios. Não é todos os dias que eu tenho a oportunidade de debater sobre a Bíblia com um ateu. :)

«O que tu não dizes, muito convenientemente, é que guerra é essa. Não é uma guerra "invasor" vs "alógeno", nem sequer "cristãos vs. não-cristãos", é uma guerra entre pais e filhos:»

Eu só estava a dizer que Jesus não é contra a guerra porque não há base bíblica para afirmar tal coisa. Foi isso que eu te disse no meu comentário anterior: "Jesus nunca se opôs à guerra". Ninguém estava a falar dos intervenientes.

«Portanto não, a guerra não é entre cristãos e os outros, é entre as famílias corrompidas pelo Cristianismo.»

Novamente, falei da guerra. Ponto. Não é uma guerra de X contra Y em específico.

«A interpretação do Livro do Apocalipse não é consensual no Cristianismo. Alguns acham que se refere à perseguição dos cristãos pelo império romano, outros acham que se refere à queda definitiva de Israel e dos Judeus e ainda há quem ache que isso é tudo para levar sentido figurado. É neste último grupo que eu me incluo. Ou tu achas mesmo que os quatro cavaleiros do Apocalipse são para levar em sentido literal? E que o Anti-Cristo vai reinar na Terra? É que eu acho que ele já reina há pelo menos 2000 anos!»

Hahahaha, hermenêutica, exegese, interpretação... muito bom! O que interessa, meu caro, é a mensagem que os escritos passam. Se hão-de aparecer mesmo os quatro cavaleiros? Não sei, duvido. Do mesmo modo que eu não acredito que o Adão e a Eva existiram, vê lá tu. Mas nada disso invalida, de novo, o que eu escrevi. Que a guerra não é proibida! E isso independentemente de estar escrito de forma simbólica ou não!

FireHead disse...

«Seja como for, nenhum clérigo cristão orienta a sua doutrina pelo fim dos tempos. Orientam-na pela caridae, pela compaixão e pelo amor ao próximo. E claro, pela culpa irremissível, o valor supremo do Cristianismo.»

Não é bem assim. Se calhar és tu que não conheceste clérigos cristãos suficientes. Isso da "culpa irremissível" com certeza que foste buscar noutras paragens. Mas é como eu farto-me de dizer, muitas pessoas sabem pouco ou nada do Cristianismo e pensam que o Cristianismo é uma religião hippie, dos fracos, dos moles (conforme Adolf Hitler), como certos pagãos acreditam que ele é (e não sabem eles que os hippies eram influenciados por filosofias pagãs do Oriente, essas coisas do peace & love e do Jab bless ya...) porque um dos grandes pilares da fé cristã é a justiça. E será que esses valores da caridade, compaixão, etc. são exclusivos do Cristianismo (então e as nobres virtudes pagãs?)? A Inquisição e as Cruzadas também foram coisas da caridade e do amor ao próximo, ou queres dar razão aos outros e pensares que se trataram de erros de casting? Olha que o Cristianismo também pode ser, como é que é mesmo?, intolerante e fundamentalista... dando a cara aos outros? Evitando a guerra? Se calhar. :)

«Quanto às cartas de S. Paulo, haver guerras por causa dos cristãos não é o mesmo que haver guerras feitas pelos cristãos. Basta olhar para o Iraque, onde já foram assassinados mais de 750 mil cristãos desde a primeira Guerra do Golfo, para se perceber a diferença.»

Um dos argumentos que podem justificar a guerra é a auto-defesa. Foi assim que existiram as Cruzadas, para os cristãos protegerem os seus perante os muçulmanos fora da Europa. Foi assim que a Europa se manteve livre do perigo islâmico também. Hoje em dia, no estado em que se encontra a Igreja, infelizmente não vai haver mais guerra pelo Cristianismo e pela defesa dos seus valores. Os tempos são outros. Além de que, com tanta apostasia, como é que pode haver cruzados? E com tanto silêncio cúmplice, como querem que não esteja a haver genocídios no mundo islâmico?

FireHead disse...

Aliás, se fores honesto contigo próprio e também com a História, saberás muito bem reconhecer que a Europa começou a cavar a sua própria sepultura depois do Homem se colocar no lugar de Deus e de ter abandonado os valores cristãos que foram substituídos por outros valores, anticristãos, como os paridos pelo iluminismo maçónico e o relativismo (provocado também pelo protestantismo, que é a recuperação da Gnose [paganismo] sob uma capa pseudo-cristã). Enquanto o Cristianismo foi dominante, a Europa manteve-se unida e resistente às invasões. Agora que desarmaram o Cristianismo e a própria malta da Igreja ficou "poluída" pelos princípios anticristãos (mas já se sabe que se alguém como eu se atrever a falar do Concílio Vaticano II surgem logo detractores que fazem 30 por uma linha só para explicar que não é bem assim, que já Cristo ordenava que as pessoas dessem a outra face, custe o que custar, e que se auto-aniquilasse aceitando o sagrado alógeno ou o amado outro, etc., dando-nos a entender que afinal o Cristianismo verdadeiro é uma coisa recente e não algo de há quase 2000 anos atrás...) é aquilo que podemos ver.

A esquerda sempre foi contra a Igreja mas curiosamente agora até já há quem diga que a Igreja e a esquerda andam de mãos dadas... O mundo dá tantas voltas e qualquer dia até o branco vira preto... literalmente. É só dar mais tempo ao tempo.

Como ateu que és de certeza que não acreditas nas profecias. Já eu, por muito céptico que possa ser ou vir a ser ainda mais, tenho muita dificuldade em não lhes dar pelo menos o benefício da dúvida, pois os sinais são por demais evidentes e só não vê quem não quer.

Podes não concordar com o que eu escrevo, mas o facto é que os mais nacionalistas que existem neste momento, possivelmente com a excepção da Marine Le Pen (e estou a incluir o ateu do Geert Wilders também), apelaram sempre à defesa dos valores e princípios cristãos da Europa contra a invasão islâmica e a imigração em massa. Todos eles: Fico, Orbán, Putin, Trump e até mesmo, entre vocês, o José Pinto-Coelho. Porquê? Porque só um burro é que não admite que a matriz civilizacional ocidental é cristã. Mas agora vais fazer como o outro e dizer que os partidos nacionalistas não são religiosos, pois dá para todos e mais alguns...