terça-feira, 2 de agosto de 2016

«Deixei a igreja (seita) quando tinha 6 anos porque se opunha ao aborto»


A filha da encornada da Hillary Clinton, pró-abortista e candidata democrata à presidência dos EUA que segue a onda do falhado Barack Hussein Obama, afirmou numa entrevista que deixou a seita baptista quando tinha apenas seis anos de idade por causa da sua forte posição abortista. Disse ela, Chelsea Clinton, que ficava muito triste por os professores protestantes lhe dizerem aos domingos que o aborto é errado e tem a distinta lata de dizer que é insultante questionarem a fé dela e também dos seus pais por serem uma família de abortistas. Chelsea, que curiosamente até foi criada como metodista, outra variante seitosa protestante, saiu, portanto, ainda muito pequenina da seita baptista, antes mesmo do seu pai abandonar a mesma seita.
A Chelsea Clinton é um exemplo perfeito da insanidade precoce. Como é possível ela ainda nem sequer saber o que é que é o sexo e já saber o que é que é o aborto? E é gente desta que os americanos vão votar? (Se forem burros?) Porque é que a fortemente abortista Hillary Clinton não abortou a Chelsea? E porque é que a Chelsea não abortou os seus dois filhos? (Talvez por o marido dela ser judeu?) Epá, a sério, se o Donald Trump não for presidente... então que seja a Monica Lewinsky!!

12 comentários:

Afonso de Portugal disse...

«A Chelsea Clinton é um exemplo perfeito da insanidade precoce. Como é possível ela ainda nem sequer saber o que é que é o sexo e já saber o que é que é o aborto? »

É a lavagem cerebral poderosa do Marxismo Cultural...

FireHead disse...

E depois há quem diga que lá nos Estados Unidos não há esquerda e que mesmo a esquerda que possa por lá haver é muito mais à direita do que a esquerda europeia... Então desde quando é que ser abortista é ser de direita??

Adilson disse...

Por será que não tô surpreso? Ora, essa filhote de um casal de depravado poderia produzir algo diferente do que pratica? Eis a elite porca da esquerda americana! Essa gente é tão monstrenga que chega a rir de desgraça humana para a qual trabalha!

noticiasdofront disse...

Com todo respeito aos católicos, que se saiba, os protestantes não andam querendo degola-los ou explodi-los. Conselho de amigo: Um olho no papa de vocês e o outro nas escrituras. No mais, um forte abraço do Brasil!
E, ah! Sou protestante, me perdoem!!!

FireHead disse...

Adilson,

Os democratas são claramente os esquerdistas da América, por muito que nos tentem vender a ideia de que lá na América mesmo os esquerdistas são mais à direita que os esquerdistas da Europa!

FireHead disse...

noticiasdofront,

Sim, felizmente os protestantes não andam a querer degolar-nos ou explodir-nos. Aceito muito melhor um protestante que um muçulmano, é lógico, mas importa-me acima de tudo o civismo e a humanidade das pessoas.

Quanto ao "nosso" Papa, eu não gosto dele e já deixei várias vezes bem vincada a minha posição aqui no blogue. Não é por crer na Igreja Católica que eu estou obrigado por alguma espécie de lei ou moral de gostar e obedecer ao o que um Papa imbecil diz. Antes pelo contrário, quem crê verdadeiramente da doutrina da Igreja está obrigado é a opor-se a qualquer Papa que atente contra a Igreja. E Papas que foram enfrentados pelos fiéis nunca faltaram no passado.

Portuguesinha disse...

Nossa. Não consegui passar para além das tuas referencias tendenciosas no texto. Para aí na 5º linha desisti. Está certo que não és a favor da Clinton mas a cada oportunidade lá colocas um adjectivo pejorativo. Assim não dá eheh. Tá no teu direito mas perde a credibilidade informativa, julgo eu.

FireHead disse...

Portuguesinha,

Cada qual é livre de fazer as suas interpretações. Eu aqui apenas comento o que eu acho e para mim não é de todo normal uma pitinha de seis anos poder racionalmente saber o que é que é o flagelo do aborto.

Por acaso a Hillary Clinton fez alguma coisa que possa ser considerada boa? Se sim, agradecia que tu (ou outra pessoa) me dissesse. Estou a ver que muita gente vai votar nela, não porque ela pode ser uma boa presidente (coisa que não seria, tenho a certeza), mas sim simplesmente porque não gramam o Donald Trump. A propósito, vale a pena ler a opinião do realizador Clint Eastwood sobre o Donald Trump e o porquê dele votar no magnata.

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/08/1798917-clint-eastwood-declara-voto-em-trump-e-o-defende-de-acusacoes-de-racismo.shtml (o DN diz que ele vai votar no Trump)

O politicamente correcto é um forte aliado do esquerdismo e ambos são um enorme cancro que pode ser incurável.

Portuguesinha disse...


Até essa parte li e fiquei na dúvida se a informação estaria correta. Pois claro que penso que, aos seis anos, sabe-se lá o que é um aborto! Nem uma gravidez.... Ao menos é assim que deve ser. Quando não é, é preocupante...

Acho que estás a temer à toa que Hilary saia vencedora. Eu pouco entendo de política mas se o meu instinto sobre os EUA está correto, o que é pomposo, dá nas vistas etc, é o que o povo quer. Nesse aspecto Hilary nunca teve boa publicidade, não é carismática. Já o Trump vive praticamente disso. Ele vive nos media, sabe alimentá-los, tirar proveito, usar...

Vou espreitar a opinião do Clint só por curiosidade. Não que o ache um grande entendedor de política, não sei se é ou não. Mas uma vez ouvi-o dizer algo com que concordei (a respeito de hoje em dia, se se chamar alguém por algum nome isso é logo considerado ofensivo e ele defendeu que tal não faz sentido algum).

Eu não sou politicamente correta, sou só correta :) Acho eu. Não me incomodo de ir contra o algo vigente, só porque é conveniente. Concordo com o perigo do "politicamente correto".

FireHead disse...

Bem, sinceramente, lá bem no fundo, eu não temo a Hillary. Primeiro porque eu não sou americano. Se ela ganhar, quanto muito as coisas continuam na mesma, ou então piorem, mas tudo dentro do previsto. Ela seria a continuação do Barack Hussein Obama e os EUA assim continuariam a decair, mas continuarão a ser uma potência. Acredito é que com o Trump as coisas mudem radicalmente e todo o mundo vai passar a olhar para os EUA de forma diferente. Apesar da maneira como o tratam, Trump diz muitas coisas acertadas e as pessoas que votam nele, vão fazê-lo porque vêem que ele fala directamente para as pessoas, estando-se a cagar para o que o politicamente correcto impinge. Muitas das coisas que ele propõe pode soar a ridículo, mas pelo menos ele di-las, não tem problemas com isso e o povo quer que alguém diga as coisas com o coração, em vez de estar sujeito a premissas maradas das politiquices. Ah, e outra coisa, o Trump não é nenhum político de carreira. Ele é um empresário de sucesso. Podem acusá-lo de várias coisas, mas ele tem um império. É um magnata. E um país pode ser regido como se fosse uma grande empresa, da mesma maneira que a economia significa o mesmo que lidar com as contas de uma casa particular. E outro dos motivos que me levam a apoiar o Trump foi a enorme e tremenda sacanice que lhe fizeram desde o início da sua campanha, com quase todo o mundo a gozar com ele e a criticá-lo, desprezando-o e considerando-o um lunático que não teria minimamente hipóteses de chegar onde ele agora está, no lugar de candidato republicano e com todas as possibilidades de se tornar presidente norte-americano. A Hillary até pode ter voltado a ter vantagem nas sondanges, mas nota-se muito medo da parte dela e de todos os anti-Trumps. Faz lembrar um pouco a caminhada vitoriosa de Portugal no Euro 2016, foi uma barreira superada atrás da outra. :)

Portuguesinha disse...

Não vejo a Hillary com nenhuma vantagem em termos de popularidade ou defensores. Vantagem vi no Trump. Nunca senti a Hillary como forte candidata. Ele sim, desde o início. Pelas razões que já apontei.
Apoiares-o pelas ideias e postura, tudo bem. Pela "canalhice" no início da candidatura é que não me parece válido, visto que todos são vítimas do mesmo jogo sujo e gozado ele sempre foi, durante anos, por vários motivos, em toda a comunicação social e sempre aproveitou isso para se promover. Até sei o que queres dizer com o que dizes dele. E vou contar-te uma coisa que desconheces. Há uns anos eu via na sic radical aquele programa "You're fired" - o Apprentice e depois vi umas séries do celebrity apprentice. Num determinado instante achei que ele podia vir a candidatar-se à presidência dos EUA. Fiz um post no facebook a introduzir essa ideia para os «amigos» americanos verem. Mas ninguém comentou e acabei por apagar o post, sem saber se seria algo que lhes agradaria ou não. A forma como Trump se posicionava, fazia o programa... acho que já estava a alimentar essa grandeza.

Mas sempre tive cá para mim que era uma questão de tempo. Saberemos mais para a frente se sim, ou se não.

FireHead disse...

Eu sei. É claro que nestas coisas, tal como no resto, todos têm telhados de vidro. Mas, a sério, entre o Trump e a Hillary eu não tenho mesmo outra alternativa. O que mais me irrita é saber que muitos vão votar na Hillary simplesmente por estarem contra o Trump e não propriamente por quererem que a Hillary vença. Andar a ler aqui na blogosfera gente que eu até sempre tive em boa conta e a escrever coisas parolas como "o Trump não pode ganhar", "o Trump vai fazer isto ou aquilo" ou indo ainda mais longe e dizer "se o Trump ganhar é porque a América é só estúpidos" é demasiado preocupante. Desde logo porque está-se a pôr em causa a democracia e até parece que se esquecem que em termos de democracia os americanos estão muito mais à frente e têm imensas lições para ensinar aos europeus.

Seja como for, o Trump já deliciou muita gente e creio que ele próprio também deve estar muito surpreendido por estar agora onde está. Se ninguém apostava que ele conseguisse chegar onde ele chegou, a esta hora já deve andar muito espantado e aflito. De maneira que agora temos o seguinte: se a Hillary Clinton ganhar, será algo que até poderá ser considerado "normal" apesar de se tornar na primeira mulher presidente dos EUA. No entanto, se o "anormal" do Trump ganha, aí sim, aí é que vão ser elas...