quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Como é o dia-a-dia dos funcionários dos centros de acolhimento de refugiados na Alemanha?

"Eles (os refugiados) sentam-se à minha frente e masturbam-se, e eu sou uma mulher de 50 anos", disse assim uma funcionária alemã de um de muitos centros de acolhimento de migrantes no país da Angela Merkel. "Se eu me queixar aos supervisores, eles chamam-me racista", acrescentou.

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"Dá-me dinheiro", "Eu sou um homem portanto eu fuck you, sua nazi" ou "Tu não usas o hijab portanto tu não és humana" são algumas das coisas que os refugiados dizem. Que enriquecimento cultural mais que vibrante!

2 comentários:

Dr. No disse...

Tive uma ideia: podiam pôr presos violentos, com o objectivo de redução da pena, a tomar conta dos centros de acolhimento de refugiados. Que tal? Havia de ser "interessante".

É melhor não: os presos e os refugiados enriqueciam-se mutuamente na "cultura ao alheio" e era pior para o resto do pessoal...

FireHead disse...

Eu sugeria polícia de intervenção com ordem para disparar caso fosse preciso. Assim a alogenia de certeza que só teria uma opção: comportar-se bem.

Mas ahhhh, isso não, é extremismo, faz lembrar a lei marcial e o caralhal...