terça-feira, 23 de agosto de 2016

COI queixa-se do "100% JESUS"


Tal como aconteceu depois de uma final da Liga dos Campeões conquistada pelo Barcelona, Neymar voltou a usar uma faixa na cabeça com a inscrição "100% JESUS" depois da inédita vitória da selecção brasileira de futebol nos Jogos Olímpicos, algo que enfureceu, desta vez não a FIFA mas sim o COI (Comité Olímpico Internacional) que ficou ofendido com o sucedido porque o seu regulamento diz que "nenhuma manifestação de cunho religioso, comercial ou político seja realizada durante os eventos do COI".
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, as autoridades brasileiras já se apressaram a dizer que o gesto do Neymar foi apenas um "deslize" e que o jogador protestante, que não tinha sido previamente alertado para os possíveis problemas que daí adviriam, não será punido.
E lá continua a perseguição implacável ao Cristianismo... ou nem por isso. Mas então e se esse Jesus da faixa não for o Cristo, mas sim um outro Jesus, tipo o Jorge Jesus? Também seria "propaganda religiosa"? 

4 comentários:

Anónimo disse...

Excelente artigo do Padre Paulo Ricardo sobre este assunto:

"Não é a primeira vez que a faixa "100% JESUS", usada pelo jogador Neymar, causa incômodos no meio esportivo.
Quando o Barcelona venceu a Liga dos Campeões da Europa, há pouco mais de um ano, o mesmo jogador foi fortemente criticado por fazer referência a Jesus Cristo durante a comemoração do título.
Para entender o verdadeiro motivo dessas reações, revisite conosco esta matéria ATUALÍSSIMA, que publicamos naquela ocasião:

https://padrepauloricardo.org/blog/jamais-tocar-no-nome-de-deus?utm_content=buffer05c6f&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer "

FireHead disse...

A última parte do artigo está simplesmente demais:

Os dois comentários, vindos do mundo dos esportes, só confirmam a ideia que se enunciou acima. Neymar não pediu que ninguém se convertesse à fé cristã, nem fez algum discurso eloquente em defesa de Cristo. Seu único crime foi estampar o nome de Jesus em sua cabeça.

A acusação que pesa sobre o jogador é de "proselitismo religioso". "Internautas tacharam a mensagem de 'ridícula' e criticaram a tentativa do brasileiro de 'impor' sua religião aos outros", diz a notícia. De que modo Neymar estaria impondo o Cristianismo aos outros, é coisa que os veículos de comunicação não explicam. Talvez o jogador devesse ser um pouco mais comedido em sua comemoração. Ao invés de "100% Jesus", uma faixa mais larga com "50% Jesus", dando a outra metade para Baal, Buda ou Zoroastro; quem sabe, uma com alguma mensagem mais palatável ao crivo dos ateus, como "Deus está morto", ou com uma inscrição exaltando Maomé – que, certamente, passaria ilesa pela crítica jornalística.

Seja como for, o problema aqui é com uma religião específica: o Cristianismo. Não se suportam nem crucifixos nos tribunais, nem educação confessional nas escolas, nem menção a Cristo nos estádios de futebol. Vai-se configurando, entre os próprios cristãos, o que o Papa João Paulo II chamou de uma "apostasia silenciosa", em que as pessoas já não são mais capazes de anunciar a boa nova do Evangelho, seja porque sequer acreditam que esta seja uma "boa nova", seja porque não a veem mais como algo "verdadeiro".

De fato, se os cristãos realmente acreditassem em Cristo, não ficariam calados; se verdadeiramente compreendessem a mensagem de salvação que porta o Evangelho, não a guardariam para si; se entendessem o impacto da vida eterna, não permaneceriam em silêncio. Seria, na verdade, uma tremenda falta de caridade, que, preenchidos com a felicidade divina – que nenhuma criatura pode oferecer ao homem –, eles fechassem a boca e não anunciassem Cristo ao mundo.

Por isso, a religião cristã é essencialmente pública, porque a verdade não se pode encerrar num cubículo, assim como "não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha, nem se acender uma luz para colocá-la debaixo do alqueire" (Mt 5, 14-15). O ser humano só pode ser plenamente saciado por Deus, e inquieto está enquanto não repousa n'Ele. Ainda que queiram abolir o Seu santíssimo nome das cabeças dos atletas ou das paredes dos prédios, ele está inscrito no mais íntimo do coração humano e, daí, jamais – por nenhuma força humana ou angélica – poderá ser apagado.


Grande Pe. Paulo Ricardo, novamente em grande! E os que estão contra o Cristianismo que se reduzam à sua insignificância.

Anónimo disse...

É proibido fazer politica /defender agendas diz o COI.O engraçado é que a cerimonia de abertura seguiu claramente as diretrizes da agenda mundialista,tendo o proprio diretor da mesma ,fernando meireles ,reconhecendo o teor politico da cerimonia ao afirmar que a mesma servia como alfinetada a tipos como donald trump.

FireHead disse...

Só para não dizer que as atletas muçulmanas competiram com o véu e com o corpo coberto. E não, não se trata de liberdade das mulheres de se vestirem como querem. Existem regras e as regras foram alteradas por causa do islão.