domingo, 21 de agosto de 2016

Anúncio de aeroporto turco diz que a Suécia tem a maior taxa de violações do mundo


O aerporto internacional de Istambul tem um anúncio que adverte que a Suécia tem "a maior taxa de violações do mundo", dias depois de Estocolmo ter acusado a Turquia de legalizar o sexo com menores. Escrito em inglês e em turco, o anúncio, exibido num écrã na área das partidas, diz o seguinte: "Alerta de viagem! Sabia que a Suécia tem a maior taxa de violações em todo o mundo?" Também o jornal pró-governo turco Günes disse na primeira página o seguinte: "Suécia, país de violações".
Antes disso, a ministra dos Negócios Estrangeiros da Suécia, Margot Wallström, criticou a Turquia devido a mexidas na legislação sobre crimes sexuais. "A decisão turca de permitir sexo com crianças com menos de 15 anos deve ser revertida", escreveu no Twitter, o que mereceu o repúdio da sua homóloga turca, Mevlut Cavusoglu, que qualificou o seu comentário de "inaceitável" e afirmou que Margot Wallström deveria ter agido "responsavelmente". 
O tribunal constitucional da Turquia anulou, em Julho, uma disposição do Código Penal que punia como "abuso sexual" todos os actos sexuais envolvendo crianças com idade inferior a 15 anos, e deu ao parlamento um período de seis meses para elaborar as novas disposições legais com base na sua decisão. A decisão judicial desencadeou críticas entre activistas de que pode abrir caminho à impunidade em caso de abuso sexual de menores... mas fazer o quê? Para o islão a pedofilia é permitida e a Turquia é um país muçulmano!
Tomei conhecimento desta notícia do anúncio quando via o telejornal da TDM e fiquei duplamente surpreendido. Primeiro porque agora até os mé®dia parecem já passarem a notícia de que a Suécia já é de facto a capital das violações (embora seja do Ocidente e não de todo o mundo, credo!) e segundo porque... a Turquia reconhece que é graças à imigração islâmica que a Suécia está como está? Será que o governo turco - sim, que a agência noticiosa responsável pelo anúncio, Anadolu, também é pró-governo do Recep Tayyip Erdoğan - também anda a sacar notícias de "fontes tendenciosas" como o Gatestone Institute??

5 comentários:

Adilson disse...

Tá aí uma coisa que aprovo. Isso deveria se aplicado aos aeroportos ocidentais com relação aos países islâmicos. Uma faixa com dizeres de alerta sobre a sharia contra os infiéis seria de grande ajuda.

Adilson disse...

Aliás, quem será o mais cretino e o mais safado e monstrengo: Margot Wallström ou o presidente da Turquia? Ora, ambos sabem o que acontece em seus países. Ao Erdogan dá pra dá um desconto, afinal ele é um muslin e praticar pedofilia é normal para sua religião bárbara. Agora quanto a Margot ela deveria é tomar vergonha na cara, pois permite que as mulheres do país que des-governa sejam abusadas por muslins!

FireHead disse...

Sim, mas também não é preciso mentir. A Suécia não é o país com a mais alta taxa de violações no mundo, isso é um exagero. Da Europa eu ainda acredito (se não contarmos com a Rússia), mas do mundo não é claramente quando existem países como a Índia e também países muçulmanos cujas estatísticas sobre a criminalidade são sempre um pouco dúbias.

Eu vejo aqui uma espécie de paradoxo. Será que a Turquia tem a noção de que a alta taxa de violações na Suécia se deve quase exclusivamente aos seus "irmãos da fé"? É que, já agora, seria bonito o anúncio acrescentar esse pequeno grande pormenor... Mas ah, falar mal do islão? O Erdogan não permitiria!

Portuguesinha disse...

Bolas.
A suécia é assim um dos poucos países onde gostaria de experimentar viver...
Mas digamos que esse lado da sociedade não parece nada apelativo.

FireHead disse...

Se calhar haverias era de gostar de viver na Suécia há uns 20 ou 30 anos atrás, quando era um país da vanguarda e socialmente quase perfeito. Agora que aquilo virou uma cloaca multiculturalista e terceiro-mundista - a própria ONU já admitiu esta possibilidade (que é para os carneiros islamófilos, relativistas ou politicamente correctos não virem acom merdices) -, aconselho-te a não ir para lá.