quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A polícia de Colónia desvenda finalmente a inaudita onda de crime do Ano Novo

Onda de agressões e saques no Ano Novo em Colónia
Sete meses após as agressões sexuais e rapinas de massa praticadas no fim do ano passado em Colónia e noutras cidades alemãs por imigrantes maometanos, pode-se conhecer toda a extensão da agressão colectiva, informou o “Slate”

O relatório da polícia alemã, agora divulgado, constata que cerca de 2000 homens agrediram sexualmente aproximadamente 1200 mulheres na noite de Ano Novo. 

O número oficialmente reconhecido é quase o dobro das 600 ocorrências por delitos sexuais fornecido pela polícia e autoridades alemãs nos dias dos crimes. 

O relatório foi publicado pelo jornal Süddeutsche Zeitung e ecoado pelo Washington Post. Nele está registrado que a polícia estima que houve 600 agressões sexuais somente em Colónia, por volta de 400 em Hamburgo, e que foram identificados 120 suspeitos. 

Apenas dois homens foram condenados em juízo, mas ainda há vários processos em andamento, segundo o Washington Post

A divulgação do balanço policial gerou muita polémica, pois está ficando cada vez mais claro que o governo alemão praticou uma forma de ocultação dos factos para não comprometer a sua política de favorecimento das invasões islâmicas sob a forma de “Islão pacífico”. 

O procedimento do governo de Bonn e da própria polícia vem sendo fortemente criticado. 

Acresce-se que é mais ou menos certo que muitos agressores não serão condenados, segundo deduziu Holger Münch, presidente da polícia federal alemã: “Nós devemos aguardar que numerosos crimes jamais serão objeto de inquérito algum”, disse.

Wolfgand Albers, chefe da polícia de Colónia agora suspenso, reconheceu o
encobrimento da onda de ataques sexuais talvez pressionado pelos mais altos poderes
No dia 1 de Janeiro, às 8h57, no seu site da Internet, a polícia informava que a noite da São Silvestre tinha transcorrido “calmamente”, “como no ano passado”. 

Foi só três dias depois, em 4 de Janeiro, que o abafamento dos delitos apareceu em toda a sua crueza. Nessa data, após um terramoto nas redes sociais, a polícia concordou em fazer uma conferência de imprensa sobre a onda de agressões. 

“É uma nova dimensão da violência, jamais vimos coisa como essa”, declarou Arnold Plickert, presidente do sindicato da polícia de Renânia-do-Norte-Vestefália. A declaração permite mensurar a dimensão criminosa desencadeada pelos imigrantes islâmicos, mas não explica o abafamento dos factos. 

No dia 8 de Janeiro, o chefe da polícia de Colónia, Wolfgang Albers, foi suspenso das suas funções por disposição do Ministério do Interior do governo estadual de Renânia-do-Norte-Vestefália, por causa da inacção dos seus serviços e do longo tempo que levou para informar os factos. 

Entrementes, prosseguem os crimes de sangue cometidos pelos “asilados” islâmicos, que agem como invasores em terra conquistada, causando mortes e semeando terror num país outrora sede dessa jóia da Cristandade que foi o Sacro Império Romano Alemão.


Fonte: As Cruzadas

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