domingo, 3 de julho de 2016

Suíça não dá nacionalidade a duas muçulmanas


Segundo os média suíços, as autoridades suíças rejeitaram a aquisição da nacionalidade suíça por parte de duas jovens irmãs muçulmanas, de 14 e 12 anos (identidades não reveladas), que vivem em Basileia por estas se recusarem a ir para a piscina nas aulas de natação obrigatórias por causa dos rapazes. As duas, que já querem adquirir a nacionalidade helvética há vários meses, alegaram a religião como desculpa, mas as autoridades não foram na cantiga e recusaram o pedido delas precisamente por causa da sua incapacidade de cumprir com o currículo escolar. O presidente do comité da naturalização, Stefan Wehrle, disse assim à rádio SRF: "Quem quer que seja que não consegue cumprir estas condições viola a lei e por conseguinte não pode naturalizar-se".


Ao contrário do que acontece em outros países, na Suíça a integração na sociedade é mais importante para a naturalização do que o conhecimento da(s) língua(s) ou da história do país. Em 2014, um americano de nome Irving Dunn, que já vivia na Suíça há quase 40 anos, também não conseguiu obter a nacionalidade suíça porque não foi capaz de dizer um só nome de um dos seus amigos suíços ou das localidades vizinhas. "As respostas do requerente mostraram que o motivo da sua naturalização não tem nada a ver com a integração, mas sim vantagens pessoais que isso confere", como poder votar ou ficar permanentemente no país, disse na altura o comité da naturalização.

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