sábado, 9 de julho de 2016

Simbologia da bandeira portuguesa


Cor verde: esperança do povo português; território português
Cor vermelha: sangue dos que morreram servindo a nação; conquista, virilidade e alegria
Escudo: defesa do território
Esfera armilar: os descobrimentos portugueses
Quinas: as cinco chagas de Cristo; Cristianismo
Besantes: as moedas de prata da traição de Judas
Castelos: vitórias portuguesas sobre os mouros

Portugal nasceu à sombra da Igreja e a religião católica foi desde o começo elemento formativo da alma da Nação e traço dominante do carácter do povo português. Nas suas andanças pelo Mundo – a descobrir, a mercadejar, a propagar a fé – impôs-se sem hesitações a conclusão: português, logo católico. Tiveram o restrito significado de lutas políticas, e não de questão religiosa, os dissídios dos primeiros séculos entre os reis e os bispos e os que mais tarde envolveram os governos e a Cúria. Na nossa história nem heresias nem cismas; apenas vagas superficiais, que, se atingiam por vezes a disciplina, não chegavam a perturbar a profunda tranquilidade da fé. A adesão da generalidade das consciências aos princípios de uma só religião e aos ditames de uma só moral, digamos, a uniformidade católica do País foi assim, através dos séculos, um dos mais poderosos factores de unidade e coesão da Nação Portuguesa. Portanto, factor político da maior transcendência; e por esse lado nos interessa (António de Oliveira Salazar).

6 comentários:

wind disse...

Resto de bom fim de semana :)

FireHead disse...

Obrigado. Um bom domingo. :)

Ivan Baptista disse...

Vamos la ver se e desta que bamos ganhar

PORTUGAL PORTUGAL PORTUGAL

FireHead disse...

Ganhámos, carago!! Depois de mais de 40 anos sempre a levarmos na pá com aqueles gajos!! Uma vingança mais que saborosa, pois foi em França e ainda por cima a jogar um futebol que mete nojo e praticamente sem o contributo do Ronaldo!! Os Platinis da vida airada agora andam com uma azia brutal, mesmo os franceses que vivem aqui em Macau. Um bom melão ajuda a passar a dor, pois até porque estamos no Verão...

Anónimo disse...

Isso da religião é coisa do passado. Qualquer ser minimamente inteligente devia era ser ateu ou agnóstico. Logo, Portugal está ultrapassado por ainda estar ligado à Igreja. Para Portugal deixar de estar efetivamente ligado à Igreja é preciso mudar muita coisa, a começar pelas quinas da bandeira e a acabar na remoção dos feriados católicos, nos nomes dos santos das cidades, hospitais, escolas, etc. Ainda há muito caminho pela frente na direcção da descristianização. Só assim é que Portugal pode tornar-se um país verdadeiramente moderno, só assim o povo português pode libertar-se das correntes da superstição - se bem que países mais secularizados e com mais ateus tendem a crer em fantochadas como as fadas (ex: Islândia) - e passar à etapa seguinte da evolução, coisa que os comunistas (os verdadeiros) já alcançaram. Estar contra a religião é estar do lado certo da história, pois as religiões só trazem desgraças, misérias e guerras. O ateísmo e o agnosticismo é que são libertadores. Já dizia muito bem o Marx que a religião é o ópio do povo e Nietsche escreveu que Deus morreu. Nada como não ter nenhuma religião e não crer em divindade nenhuma.

FireHead disse...

Pois, as religiões trazem desgraças, misérias e guerras. Mas há uma só religião que criou toda uma civilização, criou a rede de escolas por ter fundado o ensino, desenvolveu a ciência, influenciou o Direito, a moral...

Vê lá o que é que o ateísmo trouxe de bom à humanidade. As maiores matanças do mundo aconteceram precisamente na famosa Idade da Razão. Porque será? E não adianta nada virem agora dizer que o comunismo é uma coisa e o ateísmo é outra coisa. É irrelevante. O comunismo é ateu e foi em nome do ateísmo que se perseguiu as religiões e matou-se religiosos. Basta lembrarmo-nos do caso do Enver Hoxha.

Quanto ao Karl Marx, ele era um apanhadinho. E o Nietzcshe é que já está morto e bem morto, tendo morrido depois de se ter enlouquecido. Talvez tenha sido vítima de alguma maldição... divina, quiçá? A questão é que ele já está morto e Deus, que estaria morto segundo ele, ainda continua a ser discutido. Acreditar ou não em Deus é com cada um.