domingo, 24 de julho de 2016

O que leva alguém a tornar-se num extremista islâmico?

Haroon Ullah, conselheiro sénior do Departamento de Estado Norte-Americano e professor de política externa na Universidade de Georgestown, compartilha o que descobriu enquanto viveu no Paquistão:

video

2 comentários:

Afonso de Portugal disse...

Outro grande vídeo! Sim, senhor, tens estado muito bem nos últimos postais!

Este é um argumento em que os "islamófobos" precisam de insistir mais amiúde: os terroristas muçulmanos não são gente simples, pobre e pouco instruída. Pelo contrário, vêm precisamente das classes média e alta. É que o esquerdalho recorre constantemente à falácia da "miséria" para justificar uma luta de classes que não existe. Não é o poder económico dos terroristas que determina o seu ódio aos infiéis.

Já agora, não deixa de ser curioso reparar que as promessas dos islamistas são muito semelhantes às dos marxistas e às do nacional-socialistas: "se fizeres como nós dizemos, tudo ficará bem. A única solução é a via revolucionária".

FireHead disse...

Hehehehe, até me admira ainda não virem para aqui dizer cobras e lagartos do sujeito em questão, pois pelo nome e pela aparência, ocidental não parece ser. :P

Muitos europeus que se convertem ao islão e que posteriormente se tornam terroristas também não são propriamente pobres nem marginalizados...

E sim, não é por acaso que o islão "dá-se tão bem" com a esquerda, pelo menos por enquanto, que para os muçulmanos ainda é só a primeira fase, fase essa em que precisa de se estabelecer de forma segura e com perspectivas de domínio. A verdade diz que nos países onde a islamização já está numa fase bastante avançada até os esquerdistas já começam a sofrer e isso vê-se na forma como os gays e os liberais são tratados pelos muçulmanos que ainda são protegidos pelo esquerdume em nome da diversidade e do marxismo cultural...