domingo, 31 de julho de 2016

O Papa Francisco continua burro em relação ao islão

Ignatius Youssef III Younan
O Papa afirmou recentemente que o terrorismo é uma questão económica (e ambiental), o que levou o patriarca católico sírio, Ignatius Youssef III Younan (na foto), a negá-lo e dizer que o problema é simplesmente o islão, pois ele conhece muito de perto o desespero de católicos na Síria, como eles morrem e perdem os seus bens num conflito interminável.
Em entrevista ao The National Catholic Register, o patriarca de uma das igrejas sui juris da Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica disse as seguintes coisas: o Alcorão promove a violência e a morte, o problema na Síria é o conflito islâmico entre sunitas e xiítas (dos quais sobressaem os alawitas, subseita à qual pertence o Bashar al-Assad), os EUA e a Europa têm culpa por se terem juntado à Arábia Saudita e ao Qatar para destruir a paz na Síria, a democracia não pode ser exportada para a cultura islâmica, os líderes ocidentais não estão verdadeiramente preocupados com o povo sírio, o Obama mente em dizer que existe uma oposição "moderada" ao regime de Bashar al-Assad quando na verdade os opositores são terroristas, os média mentem sobre a situação na Síria e é importante que "o povo católico se levante sobre os princípios dos Santos Padres fundadores da religião e defenda a Verdade frente ao países islâmicos".
Maomé
O Papa Francisco disse ainda que todas as religiões querem a paz. Acontece que isto é uma mentira cabeluda, pois bem sabemos que o islão não é nenhuma "religião da paz".
Como escreveu Donald R. McClarey, do The American Catholic, "a característica mais marcante do pontificado de Francisco é a maneira sorridente com que o Papa diz coisas que são mentiras repetidas vezes". O autor do blogue disse ainda que "o Papa, a menos que seja um completo idiota, deve saber que nem toda a religião quer a paz. E se ele sabe disso, ele está mentindo. Se ele realmente acredita no que ele diz, depois de tantas evidências em contrário, então temos ainda mais razões para ficar preocupados".
No islão, o que sustenta quase 100% dos ataques terroristas do mundo, o ser humano perfeito, aquele que deve ser imitado por todos os muçulmanos, é um pseudo-profeta esquizofrénico, pedófilo e exterminador em massa que se chamava Maomé. Ele deve ser imitado em tudo porque ele é o muçulmano perfeito e o Alcorão segue a vida dele, seguindo o que ele disse que é certo. Alá fala por Maomé e vice-versa. Na internet, no site Wikislam, há uma lista de mortes que Maomé ordenou ou apoiou. São centenas de mortes. O site colocou a razão das mortes e a fonte (Alcorão ou Hadith, que conta a vida de Maomé). Se todos os muçulmanos seguissem o exemplo de Maomé que mundo teríamos?

Nota: informações retiradas do blogue THYSELF O LORD.

4 comentários:

Anónimo disse...

Burro ele é, mas
neste caso é o
viés esquerdista
dele que manda ele
agir assim.

FireHead disse...

Se ele é esquerdista ou não, não importa mais. Ele é burro. Ponto final.

Se for esquerdista então é duplamente burro, pois não sabe que a esquerda é inimiga da Igreja.

Afonso de Portugal disse...

Já eu acho que ele não tem nada de burro. Está simplesmente a cumprir as funções de que foi incumbido!

FireHead disse...

Pois é. Quando ele, pouco depois de ter sido eleito, pediu desculpa aos cardeais que o elegeram precisamente por o terem eleito, fiquei logo com um mau presságio.

Seja como for, ele até pode ser um líder, mas não tem a mesma força que tem um Obama ou se calhar até mesmo o Ban Ki-moon. Considero estes últimos bem mais influentes, logo mais perigosos.