sábado, 16 de julho de 2016

O massacre de Nice e a ameaça islâmica

O atentado de anteontem em Nice provocou 84 mortos, entre eles pelo menos 10 crianças, e mais de 200 feridos. O autor do crime, o franco-tunisino Mohamed (Maomé) Ladouaiej Bouhlel já tinha sido condenado por crimes de violência doméstica e com armas em Março passado. "É o pior drama da história de Nice", disse o presidente da região Provence-Alpes-Côte d'Azur, Christian Estrosi, que já foi presidente da Câmara de Nice.

Mais um ataque terrorista cometido por um muçulmano em França nos últimos tempos
Segundo o jornal britânico The Telegraph, o terrorista, que conduzia um camião sem identificação, tinha sido questionado pela polícia e respondeu que ia sair da Promenade des Anglais "muito brevemente", afirmando que ia distribuir gelados. O camião, de 19 toneladas, estava parado há já algumas horas e quando arrancou fê-lo em direcção à multidão que estava na marginal de Nice. Como é possível, com tantos cuidados e prevenções, as autoridades terem "dado de barato" as palavras de Mohamad Ladouaiej Bouhlel? Um camião sem identificação não é, só por si, suspeito?

Mohamed Ladouaiej Bouhlel, franco-tunisino, 31 anos e pai de três filhos
E enquanto Marcelo Rebelo de Sousa, Barack Hussein Obama e outros líderes políticos enviam condolências à França, Donald Trump pôs o dedo na ferida. "Outro ataque horrível. Muitos mortos e feridos. Quando é que aprendemos? Isto só está a piorar", escreveu assim no Twitter aquele que esperemos que venha a ser o próximo presidente dos EUA.

video
"Nós precisamos de lei e ordem", disse Donald Trump

Os apoiantes do Estado Islâmico celebraram o massacre em França nas redes sociais. "O número de mortos já é de 62 (no momento em que esta mensagem foi escrita) cruzados franceses e infiéis pecaminosos em Nice, França... Allahu Akbar, Allahu Akbar!", podia ler-se no Twitter. Também o muçulmano Asghar Bukhari, estacionado no Reino Unido, partilhou a sua esquizofrenia islâmica nas redes sociais, como podemos ver em seguida:

Aghar Bukhari, como muitos muçulmanos, vibrou com a chacina de "infiéis"...
... e ainda acusou o governo francês de matar "milhões de muçulmanos"...
E aqui algumas imagens da celebração islâmica do massacre de Nice:




O inimigo há muito que está identificado. Mas, ahhhh, qual é que é a preocupação dos líderes políticos? O François Hollande não tem dúvidas: "A verdadeira ameaça é o alastramento do populismo". O presidente súcia francês disse isso antes do que aconteceu em Nice, o que não deixa de ser irónico... Com certeza que os tipos da extrema-direita já mataram tanta gente como os muçulmanos em França só este ano, pois, é isso... Bom, como existe sempre algo de positivo mesmo no meio de coisas más, pode ser que a Marine Le Pen agradeça o medo e a insegurança dos franceses...

De seguida, alguns cartazes de propaganda do Estado Islâmico que incitam os muçulmanos a exterminar os "infiéis":





O que vale é que menos de 24 horas depois do atentado terrorista as coisas já "voltaram ao normal" em Nice. Afinal de contas a vida continua! Para quê preocuparmo-nos com o terrorismo (islâmico) se o melhor que há a fazer nesta altura do ano é ficarmos com um bronzeado bonito?



E ainda bem que o grau de ameaça terrorista em Portugal não sofreu alterações, anunciou o Sistema de Segurança Interna. Os tipos do Estado Islâmico com certeza que acham que ainda não é hora de reclamar o Al-Andalus. Ou então é porque em Portugal só se coloca trancas na porta depois de a casa ser roubada...

10 comentários:

Adilson disse...

Ufa!

O que posso dizer? A postagem acima já diz tudo. Só posso indagar: até quando os políticos esquerdistas (cães do intelectualismo progressista e anti ocidentalista) vão continuar construindo essa mentalidade doentia na cabeça das massas? Toda essa desgraça praticada pelos muçulmanos NUNCA NUNCA NUNCA vai acabar enquanto a esquerda não for detida e excluída do controle político. Ah! E os jornalistas jumentos do politicamente correto tem grande parcela de culpa em tudo isso, já que ajudam a espalhar mentiras e distorcer os fatos. Eles que não se enganem, um dia os muçulmanos hão de bater a porta deles.

FireHead disse...

A esquerda precisa do islão, meu caro. O problema é que o islão aproveita-se disso. Lê isto:

http://amigodeisrael.blogspot.com/2016/07/massacre-de-nice-jornalistas-batem.html

Adilson disse...

De fato meu amigo. Bem observado e indicado. Realmente trata-se de uma degeneração. Estamos sob poderes de verdadeiros sociopatas!

Douglas Sulzbach disse...

Sabe, desde que o grupo começou suas atrocidades, ainda lá no Médio Oriente, eu sempre soube que qualquer país de maioria cristã poderia ser alvo fácil, talvez os ataques conduzidos por países europeus, Japão e EUA pode até ser uma razão para serem atacados com mais intensidade, mas nada impede que países da Oceania, da América Latina e Ásia sofram do mesmo ataque, eles odeiam o mundo e tudo que não siga suas ideologias satânicas.
A situação do Brasil também é preocupante, atletas de todos países inimigos do EI estarão no Rio, todas as cidades grandes correm perigo (talvez até as pequenas do interior, as que recebem bastante turistas por exemplo), é muito difícil prever isso. Eles são doentes e só o extermínio de todos eles para trazer a paz de volta ao mundo.
Quanto ao ataque em Nice, só revolta!

FireHead disse...

Adilson,

É de realçar a vontade esquerdista da auto-aniquilação. O pior é que, como não é suficiente para os esquerdistas aquilo que eles desejam só para eles, os esquerdistas querem também que nós sejamos levados com eles juntamente para a cova.

FireHead disse...

Douglas Sulzbach,

Se a França ou qualquer outro país ocidental seguisse o exemplo das autoridades comunistas chinesas na maneira como estas lidam com o problema islâmico, a esta hora respirar-se-ia mais paz no Ocidente. E como é que as autoridades comunistas respondem ao terrorismo islâmico? Através da lei da bala.

Quanto aos Jogos Olímpicos do Brasil, vamos esperar que tudo corra bem...

Portuguesinha disse...

Esse Aghar Bukhari parece um idiota chapado.
É com mentalidades como essa que a paz nunca se instala.
Se todos forem a cobrar de outros dívidas tidas ou imaginárias, retrocede-se até o tempo dos dinossauros e nada se soluciona, é tudo a tiro e a fogo! Até a extinção da humanidade. Não conhecem palavras como pacifismo, confraternidade, amor ao próximo, solidariedade, perdão, reconhecimento, sei lá... Falta-lhes quase o dicionário inteiro!

FireHead disse...

Portuguesinha,

O mais incrível é que ele está no Reino Unido e que parece que, tal como quase todos os muçulmanos que também emigraram para lá ou para outras partes do Ocidente, não tem a mínima intenção de voltar para o buraco infernal de onde veio e onde tem as suas raízes. É um pouco como a esquerdalha que não gosta do capitalismo e estas coisas todas mas emigrar para um país comunista como o Vietname ou Cuba, está mas é quieto!

Portuguesinha disse...

Verdade. Ontem vi um video no face- daqueles que não consigo tirar até porque o computador sofreu um crash - mas que deve andar também pelo youtube de uma escritora de um país cujo nome já esqueci a dialogar com um entrevistador frances, num cenário descontraido de TV e ela lá esbracejava e defendia os emigrantes. Tudo bem, concordo e discordo com partes do que ela diz. Mas no final ela responde-lhe: "Se não gostas vai-te embora. Eu gosto de aqui estar, eu fico!".

Descontextualizado ou não, deu para reflectir na quantidade de imposições que o tal "Multiculturalismo" europeu acolhe. Não se pode vergar até abaixo ou algo quebra. E estar sempre a ceder, infelizmente, é errado. Não se pode perder as nossas raízes e costumes para que outros prevaleçam. Os dois podem e devem co-existir. Mas se um dos lados exige mais do país que lhes acolhe... é vergar demais. Também fiquei a refletir se não vai acontecer o que ela disse: por superioridade numérica, mais que não fosse. A natalidade entre imigrantes é superior aos naturais. Dizem os números e também já me disseram umas pessoas em viagem à alemanha. E se existem subsídios para sustentar os pobres... não existem ajudas para sustentar os remediados. Então os remediados ficam-se pelo um ou zero filhos. E o pobre é quantos a ausência de contraceptivos deixar...

Quando chegarem a adultos, ainda vão ter a ousadia de se rebeliar, porque os cargos altos estão ocupados pelos "naturais" e isso é discriminação! Quando às vezes não passa de uma simples realidade: o remediado sobrevive apenas do que consegue ganhar mas investe muito na formação do único filho. E o pobre vira remediado mas investe na sobrevivência, não tanto na formação, até porque tem muitos mais filhos. E depois gritam: "racismo, descriminação" - mesmo quando têm no poder presidencial um líder da mesma etnia.

Vai-se lá entender a falta de lógica.
Alguns não gostam desta europa mas de cá não querem sair. É do catano. Podemos todos ter as melhores das intenções e desejar acolher quem precisa. Mas tem de existir cuidados e o compromisso tem de ser mútuo. Nós também somos um povo emigrante, se somos! Estamos por toda a parte. Mas não chegamos - diz-me tu aí em Macau - e decidimos mudar os pilares para que fiquem de acordo com critérios próprios, certo?

FireHead disse...

Também vi esse vídeo, é de uma negra que está em França. Vi alguns amigos meus lá do Facebook a partilhar o vídeo como que a querer demonstrar alguma coisa, talvez alguma filia pelo multiculturalismo ou pelo politicamente correcto, nem que isso precise de atropelar a verdade e escamotear factos.

Isto dos imigrantes (terceiro-mundistas basicamente, entre eles, claro, muçulmanos) possuírem taxas de natalidade superiores às dos nativos é um facto. Está confirmadíssimo. Aliás, se assim não fosse, não andariam os entendidos a dizer que a imigração ajuda a combater o problema da baixa natalidade e da futura falta da mão-de-obra para ajudar a descontar para a providência e essas coisas todas (como se os imigrantes todos estão numa de quererem trabalhar e pagar os seus impostos).

Eu não sou contra o multiculturalismo só por ser contra o multiculturalismo. Eu defendo o multiculturalismo em dose q.b. e não quando as minorias ameaçam a existência das maiorias, colocando em causa a cultura/religião/identidade dominante dos países. Defendo o multiculturalismo q.b. no sentido de que é bom os países possuírem minorias, terem restaurantes estrangeiros, comida estrangeira, coisas estrangeiras. Tudo bem controlado de modo a que as minorias continuem sempre a ser minorias e a maioria, maioria. Agora chegarmos ao ponto das minorias porem em causa os valores da maioria, nativa, isso já não é multiculturalismo, é tentativa de destruição da matriz dos países acolhedores. É por isso que eu aqui falo muitas vezes dos problemas da islamização, que é uma coisa que está de facto a haver no Ocidente e que faz com que os ocidentais nativos estejam a "ser comidos de cebolada" pelos muçulmanos sob pena de serem acusados de "racismo", "xenofobia" ou "islamofobia". O próprio Ocidente criou um monstro ao abandonar as suas raízes e valores, tornando-se terreno fértil para coisas hostis a ele.

É claro que eles não bazam por nada deste mundo da Europa. Na Europa eles têm muitas coisas boas. Na terra deles, há coisas como "crimes de honra" (isso quando eles já não estão em terras ocidentais através da importação), "sharia"...

Ora, os portugueses eram e ainda são um povo de emigrantes. Mas agora estamos a comparar os portugueses aos terceiro-mundistas como os muçulmanos?? Acaso os portugueses quando iam para a França ou para a Suíça no passado, e mesmo agora, andam com exigências como exigirem ser sustentados pelos contribuintes locais? Não fazer nenhum e ter todas as mordomias? Num país de maioria protestante, os portugueses andariam a exigir a construção de igrejas católicas? E a exigir que sejam feias procissões? E obrigar as pessoas a jejuarem na Quaresma? Os portugueses recusam-se a integrar e não aprender as línguas faladas nesses países? Ah, e o mais importante: os portugueses emigram para cometer crimes, tipo violar as mulheres nativas como muitos "refugiados" têm andado a fazer?

Aqui em Macau eu não mando. Os portugueses também já deixaram de cá mandar. Quem quer viver aqui, que viva de acordo com as leis daqui. Do mesmo modo que se tu fores para o Irão estás obrigada a usar o véu na cabeça sempre que saíres de casa.