segunda-feira, 18 de julho de 2016

Médica deixou de ser abortista depois de ver ultra-som da sua filha


Segundo o ACI Digital, a obstetra e ginecologista americana Yvonne Frank Moore deixou de "ajudar" mulheres a fazer o aborto depois de ver o ultra-som da sua própria filha. O seu testemunho foi apresentado na página pró-vida dirigida a adolescentes Teenbreaks.
Yvonne, que impediu o nascimento de cerca de 180 seres humanos, diz que começou a realizar abortos quando era residente na Universidade de Tennessee devido a motivos económicos (o aborto é um negócio lucrativo) e tornou-se médica residente sénior responsável por um dos centros de aborto locais. Além disso, dava formação de defesa do aborto em seminários até que ficou grávida e começou a rever a sua posição acerca dos aspectos morais do aborto. "Demorei mais de um ano para ficar grávida da minha filha. A primeira vez que vi o pequeno lampejo dos batimentos do coração dela na tela da ultrassonografia, fiquei completamente apaixonada por ela. Finalmente, cheguei à conclusão de que a única coisa que fez com que a minha filha fosse diferente dos outros bebés que assassinei foi o facto de que a desejava. Era como se tivesse tirado uma venda dos meus olhos e pudesse perceber o que antes não conseguia ver em tantos anos por ter acabado com novas vidas", conta Yvonne, comparando a sua conversão à de São Paulo quando este estava a caminho de Damasco depois de muitos anos a perseguir cristãos.
Hoje Yvonne lidera a formação de voluntários num centro de recursos para a gestação, partilhando os seus conhecimentos médicos a fim de ajudar as mulheres a mudarem a mentalidade a respeito do crime horrendo que é o aborto.

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