sábado, 16 de julho de 2016

Islão: o que os outros dizem

Il Giornale: um jovem magrebino, quase de certeza muçulmano, entrou na igreja de São Jeremias, em Cannaregio, Veneza, e partiu o braço de uma imagem de Jesus Cristo na cruz. De acordo com um guarda, o jovem passou-se quando entrou na igreja, tentou atravessar o altar e disse que "algo estava mal"...

O crucifixo é do século XVII
Breitbart: na cidade britânica de Manchester, as caixas de correio andam ou andaram a ser inundadas de panfletos que apelam à limitação da presença de cães nas ruas, que é para as mesmas ficarem "puras" para os muçulmanos. O islão considera os cães "impuros" tal como os porcos e os britânicos têm mais é que "aprender a compreender e a respeitar a cultura dos muçulmanos" numa "nação multicultural"!

Será que o politicamente correcto não acusa os muçulmanos de cinofobia?
Lei Islâmica em Acção: o antropólogo e economista franco-senegalês Tidiane N'Diaye, autor de numerosas publicações sobre a África negra e a diáspora africana, publicou há uns anos atrás um interessante livro intitulado Le génocide voilé (O genocídio velado) que aborda a escravização de negros às mãos dos muçulmanos. O sistema escravocrata das sociedades islâmicas em África foi, segundo alguns entendidos, quatro vezes maior que o ocidental. Isto não deixa de ser um contributo importante para a História, pois os muçulmanos gostam de acusar os ocidentais de serem escravizadores, ao mesmo tempo que nos querem impingir mentiras como isso dos muçulmanos terem tratado bem os não-muçulmanos nos seus califados, como se a sharia não considerasse os não-muçulmanos como infiéis e cidadãos de segunda obrigados a pagar a jizya...

Pode-se ler aqui um comentário em português do Brasil sobre o livro de Tidiane N'Diaye
BIRMINGHAM CRUSADER ENGLAND: no vídeo de baixo podemos ver o quão fácil é para um pregador islâmico negro, que deve ser descendente de negros que foram escravizados pelos seus amos muçulmanos, intimidar um agente da polícia no centro de Birmingham. A quantidade de estrangeiros ou gente de origem estrangeira que aparece a assistir à cena não deixa também de ser impressionante.

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O que se espera quando a polícia não anda armada?

Saad Salman: o Youtuber Saad Kooza Salman, um ex-muçulmano convertido ao Cristianismo emigrado nos EUA e que apoia o Donald Trump (cheguei a falar dele aqui), não tem dúvidas: o islão é o problema!

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Saad Salman agora identifica-se como o Americano Infiel SS

Diversity Macht Frei: a imagem que se segue é a ilustração politicamente correcta da noite de agressões sexuais da passagem de ano em Colónia. Já agora, parece que o número de abusadas nessa noite foi muito superior aos 359 ataques reportados inicialmente: mais de 1200 mulheres foram atacadas sexualmente e a própria polícia alemã admite que os crimes estão relacionados com o aumento da imigração! Estão a ser obrigados a abrir finalmente a pestana ou quê? É que as violações na Alemanha não têm parado de aumentar!

Porque será que nesta ilustração os agressores são alemães e não imigrantes?
Die Welt: a Alemanha recebeu em 2015, isso de acordo com dados oficiais, mais de 2 milhões de refugiados, superando os 1,139 milhões de refugiados recebidos em 2014. O dado mais curioso é que pouco mais de 300 mil desses refugiados são sírios, portanto a ideia de que a crise migratória se deve à guerra na Síria não passa de um pretexto. Já agora, para os que teimam em acreditar que a imigração dá uma mãozinha ao Estado Social, poucos são os migrantes que querem mesmo trabalhar.

A questão agora é saber se esses refugiados um dia voltam ou não para a terra deles
CNN Verde: um muçulmano ameaçou cortar a cabeça a um alemão na via pública e disse que a Al-Qaeda é o melhor que há...

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Eis o fruto do diálogo e da construção de pontes de entendimento...

The Local: um centro de acolhimento de refugiados em Liezen, na Áustria, foi acusado de ter encoberto um caso de abuso sexual a um menor de seis anos. Este, o filho de uma iraniana, foi entregue aos cuidados de homem de 23 anos, também ele iraniano, que o pedofilou homossexualmente no passado dia 7 de Junho. Os responsáveis pelo centro de acolhimento ainda tiveram a distinta lata de dizer à iraniana para não se queixar disso...

No Irão a pedofilia é legal. O iraniano apenas levou a sua cultura para a Áustria...
Breitbart: em Nybro, Småland, na Suécia, foram encontrados em lugares públicos uns autocolantes que apelam à substituição da democracia pela sharia e também às mulheres para usarem o véu que é para não serem violadas...

Suécia: de um exemplo de Estado Social a uma cloaca multiculturalista

6 comentários:

Adilson disse...

Sobre o livro 'Le génocide voilé' (de Tidiane N'Diaye) Olavo de Carvalho já havia citado não apenas ele, mas outras dezenas durante um debate (por escrito) com um professorzinho esquerdista tagarela que insistia em acusar o Ocidente de ser culpado pela escravidão. Aliás, é isso que aqui no Brasil milhares de 'professores' sustentado pelo estado bem professores em escolas privadas impõe na cabeça das crianças. NENHUM livro didático brasileiro não falam da escravidão islâmica que foi superior e mais monstruosa do que a escravidão praticada por muçulmanos contra os negros. A bestialidade esquerdistas no ensino brasileiro é tão perversa que ocultam até os nomes dos escritores negros quando são conservadores. É de doer a alma. O artigo é longo e contem cinco partes; foi produzido em 2012. Há também o vídeo, que ainda mais divertido, onde o Olavo o chama de burro. Eis o link para o artigo e para o vídeo, para os que desejarem dá uma analisada.

http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/13281-criando-uma-celebridade.html
https://www.youtube.com/watch?v=73RYmARDG1k

FireHead disse...

Para eles a escravatura foi um exclusivo dos brancos... e cristãos.

Quanto ao Orlando de Carvalho, nada a acrescentar.

Adilson disse...

Apenas para acrescentar. Estou relendo cada uma das notas dessa postagem. São várias. Como me sobrou um tempinho hoje, estou relendo cada uma das notas. No caso dos abusos sexuais praticados pelos porcos de maomé, e que este blog noticiou exaustivamente, quero acrescentar: acredito mesmo que a sociopatia foi potencializada pelo intelectualismo e contribuída pelo jornalismo esquerdista. É de fato uma loucura e uma miséria o que estão fazendo contra os alemães. Estes por sua vez, parecem estar anestesiados mesmos. Um muçulmano pode cometer estupros contra alemãs e nada lhes acontece, ao passo que o mesmo crime pode ser atribuído aos alemães. E essa raça ainda tem a ousadia de criticar os regimes totalitaristas do passado. Pô, o que estão fazendo é coisa de totalitarismo.

Adilson disse...

Acabei de ver o vídeo em que um muçulmano ameaça cortar a cabeça de cidadão alemão. Realmente, o muçulmano mostra-se muito abusado. Mas o que realmente me chocou foi duas coisas: 1) a passividade quase doentia do alemão que entrevista e dá bastante espaço para o muslim falar. Eis uma prova de que até mesmo a bravura de silenciar um porco que o está ameaçando foi tirado dos alemães. Triste. 2) Ao final do vídeo, vemos vários alemães, quase que balançando o rabo, dando tapinha nas costas de um cretino que lhes ameaçou arrancar-lhe a cabeça. O povo alemão deve estar doente mesmo.

FireHead disse...

Vamos acreditar que ainda há esperança para a Alemanha. A Alternativa para a Alemanha (AfD) está a crescer em termos de popularidade, o que significa que está a ganhar batalhas no país, coisa que está a enlouquecer a escumalha esquerdista. E, como todos sabemos, quando os esquerdistas estão loucos e preocupados é porque é um excelente sinal. E não nos esqueçamos que a AfD não tem o mesmo percurso histórico que tem por exemplo a Frente Nacional em França ou o Partido da Liberdade da Holanda ou da Áustria. É um partido recente com uma ascenção meteórica. E é assim que esperemos que continue, até chegar ao poder e finalmente colocar ordem no país.

Adilson disse...

Meu nobre FireHead, bem dissestes. Fico feliz. Vou me esforçar por acompanhar notícias sobre essa tal de AfD (Alternativa para a Alemanha). Bem poderia, a qualquer hora dessas, postar o link de uma versão aportuguesa ou de um site representante(em Portugal)da AfD.