quinta-feira, 14 de julho de 2016

Ieshia Evans, o símbolo da tensão racial nos EUA, e a verdade sobre o grupo 'Black Lives Matter'


A afro-americana Ieshia Evans, uma enfermeira e mãe de 28 anos, foi eleita símbolo da tensão racial nos Estados Unidos pelo politicamente correcto depois de ter sido detida pela polícia numa manifestação em Baton Rouge, Louisiana, contra a suposta excessiva violência policial contra os negros. A jovem, de Brooklyn, esteve presa durante 24 horas simplesmente por caminhar calmamente em direcção à equipa de intervenção. As imagens da sua detenção correram mundo.




E como não se pode falar dessa tensão racial nos EUA sem falar do grupo de bandalhos conhecido por Black Lives Matter, eis aqui uns vídeos interessantes precisamente sobre essa organização de malfeitores. Black Pigeon Speaks abre aqui as hostilidades, dizendo que há negros que festejaram a morte dos cinco polícias em Dallas e mostrando-nos umas estatísticas um bocado preocupantes. Um bocado é a favor, é claro.

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Também Paul Joseph Watson diz a verdade sobre os agitadores do Black Lives Matter. Até eu que não sou fã do Martin Luther King sou obrigado a concordar com o britânico: os tipos do Black Lives Matter traem o exemplo do activista e comunista negro que tinha um sonho. Além disso, Paul Joseph Watson também apresenta umas estatísticas interessantes.

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Uns dias mais tarde, Paul Joseph Watson atirou-se à hipócrita da cantora afro-americana Beyoncé, que dá a cara aos racistas do Black Lives Matter.

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O Black Lives Matter é o novo Ku Klux Klan, diz a loiraça Tomi Lahren. Entretanto, a Rússia considerou o Black Lives Matter... racista e colocou-o na lista oficial do terrorismo.

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O racismo está em todo o lado, tal como nos factos...

10 comentários:

Anónimo disse...

Estes gajos falam da violência dos polícias contra os pretos mas nunca falam da violência dos pretos contra os que não são pretos e também, pior que isso, da violência dos pretos contra os próprios pretos.
Hipócritas é o que eles são.

FireHead disse...

Porque nestes casos não existe racismo. Só existe racismo quando é o branco que mata ou faz mal ao preto. E quando é um polícia preto a fazer mal ou a matar um preto como é que é?

Diana Fonseca disse...

Eu acho que o mal é por um, pagarem todos.

FireHead disse...

Exactamente, não se pode generalizar. Eu já me cansei de chamar a atenção para isso.

Adilson disse...

Black Lives Matter são os cães dos democratas. Esse grupo radical e violento (e terrorista) ressurge e cresce poderosamente num momento, olha só, em que Obama (e tinha de ser) se tornou presidente dos EUA. Do jeitinho que os criadores de Obama desejaram e planejaram. Quais criadores de Obama? Cito apenas um em especial: Saul Alinsky. Eis uma bomba que Trump, caso vença, terá de enfrentar!

FireHead disse...

É apenas mais um grupelho de terroristas camuflados como a malta dos Black Panthers ou do CAIR. Sim, aquele grupelho de muçulmanos que lançaram o Islamophobin.

Portuguesinha disse...

Estou para fazer um poste sobre este assunto faz sé-cus-los. Até lá deixei um quase poste com o título "ai que nervos, isto dos tiros!". Mas ninguém "soprou" o assunto. (Só dias depois).
Pessoalmente sinto o mesmo. Partilho da mesma leitura. E concordo que estas pessoas envergonham Martin Luther King. Esse, pelo pouco que sei, até começou mal, pelo lado do radicalismo (e tinha então mais justificações para as suas acções que estes que vivem na era da liberdade! Porque eram realmente caçados) mas depois teve uma epifania e percebeu que o caminho da paz era todos se darem bem e não odiarem-se uns aos outros e ficar em guerra.

Mas a america - os media em particular, parecem-me não quer abordar esse lado da questão. Andava assustada com este radicalismo e falta de bom senso, pois penso que pode conduzir a uma guerra civil se não ganharem juizo. Mas depois comecei a verificar algumas pessoas a manterem-se firmes na sua crença de que não estão certas estas atitudes de show-off, desnecessárias, para "inglês ver" com base em suposições com poucas ou nenhumas bases de fundamento.

FireHead disse...

A presidência do Barack Hussein Obama, que está quase a terminar (graças a Deus!), está a ser fortemente marcada por estes episódios racistas e anti-autoridades, penso eu mesmo mais do que nunca até, pelo menos na história mais recente dos EUA. Isso demonstra a impotência do mulato enquanto presidente daquela que é ainda a nação mais poderosa do mundo (se a Hillary ganhar as eleições, pode ser, ou melhor, tenho a certeza que as coisas vão continuar pelo mesmo caminho). Vamos lá ver se as coisas mudam de forma radical de uma vez por todas. Com o Donald Trump, é claro.

Portuguesinha disse...

Eu não conheço a política com profundidade suficiente para poder argumentar se este ou aquele foi um bom presidente. Decerto que alguns se espalham ao comprido nuns assuntos, acertam noutros...

Em relação ainda ao jovem de 16 anos que apoia Trump (e que o único problema para os negros era ele também o ser) eu já havia visto numas entrevistas de rua sobre a intenção de voto um homem adulto, negro, a dizer que votava em Trump. Na altura fiquei um pouco surpresa devido ao alarido que faziam sobre Trump ser racista. Mas ele expôs o seu ponto de vista e respeitei. Disse ele que o Trump tem umas ideias com as quais não concorda muito mas que ao menos aquilo que é não esconde. E por isso, ia votar nele :P

FireHead disse...

Eu aqui no blogue já coloquei argumentos mais que suficientes do porquê os americanos deverem votar no Donald Trump e não na Hillary Clinton. Desde logo porque a Hillary Clinton é uma democrata e é da onda do Barack Hussein Obama.

Isso do Trump ser racista é uma invenção. Onde foi que ele demonstrou ser racista? Muito pelo contrário, até vieram os defensores dele, entre eles negros, provarem que a empresa dele nessa coisa de política de contratações é bastante multirracial e compararam-na com outras de democratas e de supostos antirras.

O Trump tem uma vantagem que a Hillary, e todos o outros, não tem: ele fala directamente para a população sem artifícios. Enquanto que outros fazem uso da retórica e escondem o que não querem que se saiba deles, o Trump tem sido transparente e directo, coisa que incomoda os politicamente correctos porque nestas coisas da política é sempre necessário dourar a pílula e não ir directo ao âmago dos assuntos porque pode chocar. Mas o Trump está-se a cagar literamente para isso até porque ele não é um político de carreira, mas sim um empresário bem sucedido, logo não é hipócrita.