domingo, 10 de julho de 2016

Declaração de um historiador agnóstico

Sempre e por toda a parte, desde há mil e oitocentos anos, quando o Cristianismo desfalece, os costumes públicos e privados degradam-se. Na Itália, durante a Renascença, na Inglaterra, sob a Restauração, em França, durante a Convenção e o Directório, viu-se o homem tornar-se pagão como nos primeiros séculos. Achava-se como no tempo de Augusto ou de Tibério, voluptuoso e duro. Abusava dos outros e de si próprio. O egoísmo brutal e calculista tomara o ascendente. Faziam estendal a crueldade e a sensualidade. A sociedade convertia-se numa Falperra e em lugar suspeito.

Hippolyte Taine, citado por Jacques Ploncard d'Assac in «Três Estudos Políticos» - via Acção Integral

2 comentários:

Adilson disse...

Desconhecia tal historiador.
É bom saber. Basta olhar ao nosso redor e pronto: vemos as palavras desse homem diante de nossos olhos.

FireHead disse...

Se até o "Papa dos ateus", o Dawkins, concorda e acredita que o Cristianismo é a única coisa ideologicamente possível de contrariar e combater a islamização, não é realmente preciso dizer mais nada. Os imbecis anticristãos e os ateuzinhos que não concordam com isto limitam-se aos seus argumentos de caca que não servem para nada.