terça-feira, 12 de julho de 2016

Casal alemão perseguido e multado por criar página no Facebook que critica governo por causa dos "invasores"


Um casal alemão criou uma página no Facebook que critica a política do governo de Angela Merkel em deixar entrar carradas de "refugiados" na Alemanha, entre eles violadores, terroristas e chulos, e como consequência foi condenado por proferir um "discurso de ódio". Peter M., de 27 anos, e a sua esposa Melanie M., de Vierkirchen, não pertencem a nenhum grupo nacionalista nem tampouco são nazis; simplesmente demonstravam preocupação com a entrada maciça de imigrantes de culturas muito diferentes das do Ocidente. "A guerra e os refugiados económicos estão a invadir o país. Eles trazem o terror, o medo e o sofrimento. Eles violam as nossas mulheres e põem as nossas crianças em risco", podia ler-se na primeira mensagem que o casal deixou no grupo, o suficiente para ser levado a tribunal e interrogado.


Há uns meses atrás, a jovem Bibi Wilhailm queixou-se no Facebook que temia pela sua segurança por causa dos "refugiados" (notícia referida aqui no blogue em tempo oportuno), o que levou a polícia de Berlim a visitar dez apartamentos por causa de pessoas que fazem comentários adversos à imigração em massa nas redes sociais.


"Uma pessoa não pode expressar a sua opinião crítica sobre os refugiados sem ser catalogado de nazi. Eu quis criar um fórum de discussão onde se pode falar o que se pensa sobre os refugiados", disse Peter M. em sua defesa, acrescentando que não tolera comentários nazis ou radicais. Como a página foi entretanto eliminada do Facebook, ele não pôde apresentar as provas do que defende em tribunal. Peter M. acabou por apanhar uma pena suspensa de nove meses de prisão e a sua mulher foi multada em 1200 euros. "Espero que vocês entendam a seriedade da situação. Se vocês se sentarem de novo à minha frente, vocês irão para a prisão", ameaçou-lhes assim o juiz.

8 comentários:

Anónimo disse...

Onde isto vai parar?


Interessante é que essa escumalha politicamente correta pensa que não é fascista, mas os outros sim.

wind disse...

Hoje com pressa...Bom resto de dia:)

FireHead disse...

Anónimo,

Como é evidente, existem limites para a liberdade de expressão. Falar mal do islão é para ser condenado; já falar mal do Cristianismo é válido e incentivado. Falar mal dos brancos colonizadores do passado é válido; falar dos colonizadores não-brancos no Ocidente é preconceito. Emitir uma opinião que não agrade ao politicamente correcto é crime de ódio ou incentivo ao ódio, portanto há que ter muito cuidado com o que dizemos. Só podemos ser meninos bem comportados se todos nós pensarmos de maneira igual.

FireHead disse...

Wind,

Então com pressa continuas! Hehehe. Beijinhos. :)

Anónimo disse...

Ainda não apareceu por aí o teu amiguinho a dizer que isso do casal alemão não é liberdade de expressão? Heehehehhehehehe.

FireHead disse...

Anónimo,

A liberdade de expressão tem regras!! Se tu não gostas de comer laranjas, não podes dizer que não gostas de laranjas porque isso faz de ti um laranjófolo ou lá como é que isso se diz. Vivemos numa época em que as fobias e as filias andam aos pulinhos. Há-de chegar a altura em que tu não podes dizer que não gostas de pretas, aliás, tu vais ter mesmo um dia que gostar e de arranjar uma preta como mulher porque senão ainda és acusado de ser um racista filho da mãe. Por este anar, para que todos os brancos não sejam acusados de racismo é preciso que todos os brancos arranjem mulheres não-brancas e procriarem-se com elas. Já os doutras raças, esses podem arranjar os da mesma raça à vontade, que isso é apenas sinal de orgulho na sua própria raça e no seu próprio povo, além de que é uma questão de afirmação racial e identitário, ou então arranjar também brancas, em nome da diversidade.

Portuguesinha disse...

Não existe liberdade de imprensa....
Acusam-nos de agredir o estado...
Mas se fossem radicais e andassem a colocar bombas aí já era outra coisa.

Qual será a opinião dos Anonymous nesta coisa terrorista?

FireHead disse...

Portuguesa,

Por falar nos Anonymous, onde é que eles andam?