quarta-feira, 13 de julho de 2016

Cardeal diz que só se deve acolher refugiados cristãos

O cardeal Dominik Duka, arcebispo de Praga, República Checa, disse numa entrevista ao jornal checo Lidove Noviny que o seu país deixou claro que a sua opinião sobre os imigrantes islâmicos difere do parecer do Papa Francisco. 
De acordo com a Religión Digital, e instado a falar das viagens do Papa para manifestar solidariedade aos refugiados e também da decisão do Sumo Pontífice de acolher alguns refugiados (muçulmanos, todos eles) em Roma, o cardeal checo disse que existe "uma cultura de boas-vindas irreflectida na Europa" que poderá levar a uma "catástrofe humanitária e económica monumental". "Quando alguns dos nossos cidadãos manifestam-se pelo acolhimento de um milhão ou até de um número ilimitado de refugiados, nós deveríamos perguntar-lhes também se estão dispostos a prescindir da quarta parte dos seus ingressos", frisou.
Contrário à posição do Papa Francisco, que recebeu o Prémio Carlos Magno da maçónica União Europeia pela sua pregação em prol dos refugiados, entre eles inúmeros migrantes económicos, violadores ou terroristas ligados ao Estado Islâmico, coisa que gera o "medo" e a "divisão" entre a população (e, claro, faz crescer o "populismo" e o nacionalismo), o cardeal de Praga defendeu que a melhor maneira de ajudar os migrantes "é estabelecer os aparelhos do Estado nos seus países de origem para lhes garantir uma vida digna lá". Obviamente, a proposta do cardeal seria recebida pelas esquerdistas comuno-progressistas como "colonialista" e "imperialista", não obstante tenha dado ótimos frutos no passado. A única excepção que se poderia abrir, no entanto, seria para os cristãos, porque "eles têm uma tradição e uma cultura em plena consonância com as raízes tradicionais europeias", que também são cristãs. "Antes de tudo, temos que aceitar os cristãos, porque são o grupo mais perseguido e teme-se pelas suas vidas", defendeu. 
O cardeal teve ainda tempo para responder às acusações feitas pelos esquerdistas, como as do seu compatriota Tomáš Halík, contra a sua posição anti-acolhimento de refugiados (islâmicos) à barda. Respondeu-lhes dizendo que nos últimos 20 anos a República Checa acolheu "quase meio milhão de novos cidadãos", na sua maioria provenientes do antigo bloco soviético. Mas a grande maioria deles era constituída por europeus cristãos e não por muçulmanos, ou seja, gente de um culto anticristão...
Ora aqui temos mais um membro da Igreja que não vai na cantiga do Papa Francisco, que tem sido um imbecilzeco, e que parece nada querer com as premissas anticristãs do Concílio Vaticano II, como é o caso do "sagrado" ecumenismo...

2 comentários:

Adilson disse...

Certamente este cardeal, Dominik Duka, já deve estar sofrendo na pele os ataques dos cães dos globalistas e de seus idiotas úteis. Rezemos por este servo de Deus e por todos os que falam a verdade.

FireHead disse...

E está, mas também sabe estar à altura. A resposta que ele deu ao esquerdalho Tomáš Halík é muito boa.