quinta-feira, 21 de julho de 2016

As novas invasões

O já famoso sacerdote espanhol Jesús Calvo, sempre sem papas na língua, escreveu no seu recente artigo no Alerta Digital que "os ciclos da História repetem-se na mesma medida em que a Europa se descristianiza e esquece os perigos latentes que a ameaçam: as hordas bárbaras ancoradas no seu paganismo". Estas hordas bárbaras de agora "já não invadem o mundo, que eles chamam de infiel, com cimitarras e meias-luas, mas usam o cavalo de Tróia" que existe por causa da imigração e de falsos refugiados de escumalha islâmica devido a uma "ingenuidade da filantropia naturalista" e "falsa caridade sentimentalista" que nos metem o inimigo na nossa própria casa.
Para Pe. Jesús Calvo não restam dúvidas: "Esta invasão, com a etiqueta de legalidade e humanitarismo maçónico, deixa indefesa a Cristandade, que padecerá às mãos de sádicos e fanáticos, de delinquentes de toda a laia amparados nos falsos direitos humanos, por obra e graça de uma Amnistia Internacional, concebida e parida pelos inimigos de Deus e das pátrias" (curiosa e ironicamente, a Amnistia Internacional foi fundada por um inglês que se converteu ao Catolicismo - deve ser do género do ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair...).
É urgentemente necessária uma recristianização porque "todas as fórmulas jurídicas e policiais serão insuficientes, posto que sem consciência religiosa, de acordo com a lei de Deus, o mundo estará incontrolável à força de decretos e anti-decretos". "Toda a liberdade sem Deus conduz-nos aos absurdos, contradições e barbáries que estamos a colher, tão só por crer que o homem pode tudo sem a ordem implementada pelo seu Criador. O orgulho leva-nos a uma organização mundana, temporal e anti-humana, de tão curta visão que nos encerra nesse beco sem saída da autodestruição. A natureza não pode tudo nem é suficiente em si mesma". E terminou assim o seu texto: "Nada sem Deus!"
Ainda bem que ainda existem sacerdotes como o Pe. Jesús Calvo!

4 comentários:

Dr. No disse...

Mesmo sem papas na língua!!!

FireHead disse...

E depois ainda há quem continue iludido com a ideia de que o Cristianismo é anti-nacionalista ou anti-patriota por ser, imagina, um "culto semita"...

Anónimo disse...

O pseudo-mestrado em história, o tal que se faz passar por um tal de Nobre, chegou a afirmar-se agnóstico mas parece que se excita todo quando o assunto é o paganismo. Bajula muito o paganismo como o outro do gladius e juntos atacam o cristianismo como se não houvesse amanhã.
Dizem que o cristianismo é contra o nacionalismo e enquanto que um adora citar justino o mártir para justificar a sua crença de que o cristianismo é anti-nacionalista e que dá a outra face aos alógenos, o outro admira o Salazar e a ditadura que houve em Portugal, como se a mesma não fosse católica.

FireHead disse...

Bah, isso não importa. O Cristianismo está na génese da nação portuguesa e isto é um facto. Como disse Salazar, Portugal nasceu à sombra da Igreja Católica. Ahhh, os lusitanos já adoravam coisas como o Endovélico? Pois, adoravam. Eles nunca conheceram Deus! Mas os lusitanos eram os lusitanos e os portugueses são os portugueses. Uns precedem os outros. Os portugueses já não são mais os lusitanos. Portugal não existia nos tempos do Viriato. Portugal só passou a existir com o D. Afonso de Henriques, que era cristão.

O único tipo de nacionalismo que vigorou em Portugal era baseado na doutrina social da Igreja Católica (Estado Novo). Não era nenhum nacional-socialismo ou comunismo. E muito menos pagão ou agnóstico. A religião oficial de Portugal era a Igreja Católica.

O Cristianismo manda tanto dar a outra face como manda sacudir o pó das sandálias como sinal de protesto contra aqueles que não se convertem. O Cristianismo tanto ensina que se deve perdoar os pecadores como exulta os crentes a exigirem justiça, que é um dos pilares da fé cristã. O que é verdadeiramente nocivo é o paganismo, completamente imoral e amoral, e isso é que se conjuga verdadeiramente com isso de abrir os braços e também as pernas aos alógenos. Não é por haver umas subseitas do paganismo que são declaradamente racialistas, etnicistas e contra as misturas e imigração que faz com que todo o paganismo seja assim. Essa forma de paganismo que certos "nacionalistas" querem fundir com o nacionalismo é uma verdadeira ave rare no universo pagão, logo não pode ser levado em consideração e tomado como um exemplo.