terça-feira, 12 de julho de 2016

Arquitecto alemão propõe destruir igrejas e substituí-las por mesquitas vistosas...


... para assim poder "integrar" melhor os muçulmanos em solo alemão! Joaquim Reinig, o nome do progressista e proeminente arquitecto, disse isso mesmo no periódico Die Tageszeitung, argumentando que a cidade de Hamburgo precisa de mais mesquitas! "Um minarete (a famosa torre das mesquitas) visível na arquitectura moderna é uma mensagem aos imigrantes: não tenham medo de perder a sua identidade na sociedade", disse, em jeito de recado (pois, os muçulmanos não perdem a sua identidade; já os alemães é que, pronto, é aquela base...). Ainda na entrevista, Reinig observou que um relatório de 2013 que ele tinha co-escrito declarou uma "necessidade urgente" para a construção de mesquitas na região. Ele explicou que, em resposta ao relatório da política dos verdes Stefanie Berg (a tal que disse que em 20/30 anos a população alemã será uma minoria na Alemanha devido à imigração e que isso é uma "coisa boa"!), pediu uma "mesquita em cada bairro". E como não há muito espaço para as mesquitas em Hamburgo, continuou Reinig, "muitas igrejas cristãs na região precisam de ser abandonadas" porque apenas cerca de 3% dos cristãos alemães (23 mil pessoas) é que vão à igreja na região em comparação com os 17 mil muçulmanos que actualmente frequentam as mesquitas em Hamburgo. Para ele, demolir igrejas é mais fácil do que converter os islâmicos, complementando que "judeus, cristãos e muçulmanos, como membros de religiões abraâmicas, são teologicamente irmãos e irmãs (…) como se tem muitas semelhanças, não é preciso ter medo" (falso: o islão não é abraâmico, mas sim pagão).


Nada disto seria possível se não fosse por causa da apostasia. Como grande parte da população ocidental renega a fé cristã, abraçou-se o relativismo e isso o islão agradece.

6 comentários:

Anónimo disse...

Essa puta da Stefanie Berg devia era de ser violada pelos seus queridinhos alógenos do 3º mundo!! Puta q a pariu!

FireHead disse...

Geralmente essas pessoas vivem sempre longe dos problemas que elas próprias criam e fazem questão de impingir aos outros. Achas que existem militantes do PCP ou do Bloco de Esterco a viver nos bairros sociais onde a maioria dos residentes é negra ou cigana?

Adilson disse...

Quanto será que esse inimigo do povo alemão ganhou para propor tamanha canalhice? Não é de duvidar que esse cretino seja um bajulador de pol´tico ou mais um dos milhares que se alimentam em mamilos do governo. Certamente ele um hipócrita safado, como todos da espécie dele. Por que ele não oferece a mulher as filhas dele para dormir com os muçulmanos (certamente brancas) já que há que não há praticamente mulheres loiras entre os imigrantes? Sempre digo: é a era dos sociopatas!

FireHead disse...

Costuma-se dizer que as elites reinantes só aprendem a lição se elas, ou alguém que lhes é querido, forem vítimas da escumalha desejada por eles. Acontece que há momentos em que eu penso que nem mesmo assim as coisas mudariam, pois o síndrome de Estocolmo já está bastante enraízado no pensar da (des)civilização ocidental. Basta lembrarmo-nos dos casos de políticos/deputados/activistas que já foram violados pela escumalha e que, longe de ficar com nojo deles, reforçaram a sua convicção "humanista". Enquanto que para nós a agulha faz doer quando pica, para as elites quando mais lhes batem, mais eles gostam.

Portuguesinha disse...

Estou mesmo a ver onde isto vai parar...
Os europeus-natos vão ser forçados a abandonar a europa e migrar para algum deserto destruído pela guerra e terrorismo... E os de lá passam todos para a europa idílica e maravilhosa, onde vão reiniciar todo o processo e instituir novos sistemas de tirania. Great!

FireHead disse...

Acontece que agora os europeus já não têm para onde fugir nem mesmo para a América porque por este andar as coisas vão-se tornar iguais por lá. Os europeus, que já foram escorraçados dos outros continentes por causa da descolonização, estão agora a ser colonizados pelos ex-colonizados. Para quando uma descolonização europeia? Ah, isso não pode haver, que é sacrilégio... África para os africanos, Ásia para os asiáticos... e o Ocidente para todos, em nome da diversidade e da multiculturalidade vibrante.