sexta-feira, 10 de junho de 2016

O suicídio da Suécia


Há políticos suecos que dizem que o islão é definitivamente compatível com a democracia. Mas quantos dos 57 países islâmicos que fazem parte da Organização da Cooperação Islâmica são verdadeiramente democráticos, com liberdade de expressão e direitos humanos?


Em 1985, a população sueca era bastante homogénea e na rua não se via pessoas vestidas como se estivessem no Médio Oriente. Já nessa altura, um diplomata de nome Dan Sebastian Ahlander já se mostrava preocupado com a imigração islâmica, pois já sabia que ela traria problemas à sociedade sueca.


Muitos políticos parece que têm medo de dizer a verdade sobre o islão. Parece que fazem de tudo para evitar dar uma resposta quanto a isso. Mas também, como é que uma pessoa pode falar a verdade sobre o islão se, caso o faça, é logo considerada uma "islamofóbica", "racista" (como se o islão fosse uma raça) e, pior, pode levar com uma fatwa em cima, como aconteceu com o artista Lars Vilks?


O povo sueco está altamente secularizado e isso é a fonte do problema. Ao apostatarem, isto é, ao abandonarem a fé cristã que possibilitou o surgimento da sua identidade nacional, os suecos tornaram-se vítimas da ditadura do relativismo, um dos grandes inimigos do Ocidente detectado pelo Papa Bento XVI, e como tal aceitam o islão, que começou por ser algo exótico, como uma coisa normal, ou melhor, como se fosse mais uma religião, igual a todas as outras.




A única maneira de a Suécia conseguir reverter a tendência das coisas é colocando o partido nacionalista Democratas Suecos (SD) no poder - e mesmo assim, nesta altura do campeonato, não é certo que se salve. Seja como for, o líder dos SD, Jimmie Åkesson, encara a islamização da Suécia como a maior ameaça desde a Segunda Grande Guerra e prometeu fazer tudo o que está ao seu alcance para reverter a situação caso seja eleito.

4 comentários:

CENSURADO AGAIN disse...

CREDO É CARA BICHA FEIA

FireHead disse...

Hahaha, um comentário teu que eu deixei passar. :)

Lura do Grilo disse...

Estive na Suécia há 24 anos: aquilo parecia decente. Agora dizem-me que é extremamente perigoso devido aos bandos de maometanos. Em Malmo há tiroteios, granadas a explodir .. é um sub-mundo terceiro-mundista.

FireHead disse...

Você tem a certeza disso, meu caro? É que há gente que teima em dizer que estas coisas más que nós costumamos denunciar nos nossos blogues não passam de mentiras e que até deveríamos ser respondidos judicialmente por andarmos a propagar o ódio e estas coisas todas... XD