quinta-feira, 9 de junho de 2016

Mãe mata a sua filha adolescente por escolher marido

Mais um "crime de honra" que aconteceu no Merdistão, digo Paquistão, mais precisamente na cidade de Lahore, e que veio a público através dos média convencionais: Zeenat Rafiq, de 17 anos, foi assassinada pela sua própria progenitora, Parveen Rafiq, na passada quarta-feira porque a adolescente casou com um homem que tinha escolhido. Paarven regou Zeenat com querosene e queimou-a viva para limpar a "honra" da família, que queria que a rapariga se casasse com um outro homem. "Eu não sinto remorsos nenhuns", disse assim Parveen às autoridades depois de ter sido detida.
No Merdistão, digo Paquistão, é muito frequente essa coisa dos "crimes de honra" (centenas de mulheres morrem todos os anos por causa disso). Este foi o terceiro em apenas três meses. Na semana passada, Maria Sadagat, de 19 anos, foi torturada e queimada por um grupo de pessoas numa localidade próxima da capital, Islamabad, por recusar uma proposta de casamento. Outra rapariga, entre os 16 e os 18 anos, foi drogada, estrangulada e queimada às ordens de um conselho de aldeia (jirga) no noroeste do país, no final de Abril, alegadamente por ter ajudado uma amiga a fugir com o seu namorado.
À luz do politicamente correcto e da vaca sagrada que é o multiculturalismo, que implicam a existência da tolerância em relação a tudo o que é diferente sob o pretexto da igualdade, os "crimes de honra" não podem ser entendidos como crimes de verdade, pois tratam-se apenas duma manifestação cultural. Não podemos andar para aqui a dar vivas à diversidade e à multiculturalidade para depois andarmos a dizer "ah e tal, que chatice que é haver quem queime as suas próprias filhas até à morte"... Esta escumalha que tem estes hábitos e que depois, ao imigrar para o Ocidente, traz consigo a sua "cultura" e não se integra, tem que ser acarinhada, compreendida, apoiada... caso contrário, sim, é isso mesmo, estaremos apenas a ser uma cambada de racistas e xenófobos!

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