quinta-feira, 30 de junho de 2016

Ex-muçulmano diz que é preciso banir o islão para haver segurança


Ibn Q. al-Rasooli, um exilado iraquiano que abandonou o islão e que se debruçou sobre o estudo do islão e também do Cristianismo durante vários anos, disse, num programa de pastores protestantes americanos em directo a propósito do massacre de Orlando, que o atirador era gay e que procurava agradar a Alá matando outros gays e morrendo como mártir para conseguir as tais 72 virgens no paraíso. De acordo com Ibn Q. al-Rassoli, que está radicado no Reino Unido, todos os muçulmanos, mesmo os que se dizem «moderados», apoiam a jihad e querem a sharia. Os «moderados» mentem praticando a taqiyya (تقیة), isto é, a dissimulação islâmica que o próprio Maomé ensinou aos seus seguidores. O Barack Hussein Obama também não foi poupado: "Obama é tudo taqiyya. Ele mente para proteger o islão. Ele tem andado a mentir para proteger o islão há oito anos. Oito anos. Isto chama-se taqiyya".
Em baixo, duas intervenções de Ibn Q. al-Rassooli, que tem que andar mascarado em público por causa de possíveis represálias, feitas há uns anos atrás:

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2 comentários:

Anónimo disse...

Hahahhaaahaaha muito bom! Mais um ex muçulmano q agora é islamofóbico. Medo..

FireHead disse...

É porque ele nunca foi um verdadeiro muçulmano quando "rezava" a Alá. Se tivesse sido um verdadeiro muçulmano, ainda hoje seria muçulmano, e estaria a espalhar a mensagem de que o islão é só peace & love. :)