sexta-feira, 20 de maio de 2016

Actualidade: o que os outros dizem

Como podem ver na imagem, os supermercados na Venezuela estão a abarrotar de abundância...
Temo que isto que hoje ocorre na Venezuela, possa vir a ser o futuro em Portugal. Precisamente por sermos um dos países da Europa onde a extrema-esquerda tem mais força. Mas quem tem a culpa de toda esta força que a esquerda possui no nosso País e que ameaça seriamente transformar Portugal numa Venezuela um destes dias, são essencialmente os media e a elite universitária. Eu ando a dizer há anos que isto é um verdadeiro perigo, pois temos as redacções dos jornais, das televisões e as universidades empestadas de marxistas e/ou simpatizantes de marxistas, que criaram um clima de pensamento único, não só altamente tóxico, como também extremamente prejudicial a nível político-social. Se um destes dias esta gente tomar o poder e as incubadoras dos hospitais deixarem de funcionar por falta de electricidade e deixar de haver comida nos supermercados, depois não se queixem. Eu nessa altura já não irei cá estar de certeza absoluta, porque das duas uma: ou já terei partido para o exílio, ou então já me terei suicidado para não ter de assistir a tamanha miséria (João José Horta Nobre, História Maximus).

Vejamos o bom exemplo da Venezuela. Lembro-me de ver Francisco Louçã na TV, aquando de um plesbicito fantoche de Chávez, a elogiar a vitória de tão magnífico líder. E Louçã já tinha idade de o fazer por convicção, em vez de para imitar os ídolos militantes de Hollywood como Sean Penn, Michael Moore e Oliver Stone – todos grandes amigos de Chávez e do seu glorioso trabalho a escaqueirar a Venezuela. Em 2013 o BE fez suas as palavras do Partido da Esquerda Europeia, informando que a Venezuela chavista era ‘caracterizada pela justiça social, solidariedade e outra redistribuição da riqueza, do acesso à educação, saúde e cultura’. E que ‘enquanto que na Europa a democracia está a falhar, na Venezuela a democracia participativa tornou-se num sinal de identidade’. (Estão a bater palmas?) Como se vê, corre sempre tudo bem nas experiências socialistas, lideradas por esses semideuses que são os políticos amigos dos pobres. A Venezuela está finalmente liberta da tirania dos luxos capitalistas (aquilo que por cá chamamos bens de primeira necessidade). Estou certa que a comunicação social não deixará de pedir comentários ao BE e a Louçã sobre os bons sucessos daquele país. Afinal BE e Louçã nem andam escondidos, até apoiam o (des)governo (Maria João Marques, Observador).

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As contradições de Costa e Centeno sobre as 35 horas. O mais notável é que ambas foram proferidas no mesmo dia (Miguel Noronha, O Insurgente).

Há em Portugal uma geração enganada: os filhos da adesão, com cerca de 30 anos, sofrem enorme divergência entre o que esperavam e o que vivem. Aqueles que nasceram depois, os filhos do euro, já cresceram sem ilusões, educados em clima de austeridade, realismo e desconfiança. Os únicos ludibriados são os filhos da adesão. (...) A nossa democracia viveu duas fases muito diferentes. A geração que fez a revolução e aderiu à Europa deixou uma democracia a funcionar. A geração seguinte, a minha, endividou e bloqueou a economia, deixando um país doente. Os filhos da adesão, a terceira geração da democracia, têm agora justas razões de queixa. Mas eles detêm também a solução. Se conseguirem recuperar o capital e libertar a economia de interesses e regulamentos paralisantes, poderão retomar o lugar digno de Portugal na Europa. São eles quem nos pode salvar (João César das Neves, Diário de Notícias).

Há 100 anos, em Verdun, combateu-se durante dez meses no mesmo campo de batalha, como se franceses e alemães tivessem marcado um encontro para imolar 70 mil vítimas por mês. No fim, a conta: 700 mil. Hollande e Merkel vão encontrar-se e redimir os seus povos, ali, a 29 de Maio. Black M, um jovem rapper parisiense, foi convidado pelo governo socialista para dar um espectáculo. Que já não vai acontecer: uma polémica nacional levou ao cancelamento do convite. Recapitulando. Já leram a data redonda (centenário), a enormidade do acontecimento (700 mil vítimas) e o nome histórico (Verdun). Vejam, agora, a ligeireza do convite a Black M. Este pertence a um conjunto de rap chamado Sexion d'Assaut, uma alusão a Section d'Assaut, em alemão Sturmabteilung, as SA nazis. Acresce que o grupo tem canções, como é comum no rap, com letras que não são gentis até com a França. Tem ainda letras contra os homossexuais ou que insultam os judeus, de youpins, e os franceses não muçulmanos, de kouffars. A Frente Nacional de Marine Le Pen liderou o repúdio contra Black M em Verdun. A escolha, para ali, de um rapper com tal currículo estava a pedi-las. Claro, o facto de o cantor ser negro e muçulmano pesou na campanha da extrema-direita mas ela nem precisou de demonstrar o seu racismo. Bastou-lhe aproveitar a falta de senso do governo socialista. Em Verdun, do bom símbolo, a mão-na-mão com Merkel, Hollande passou ao mau presságio: ajudinha a Marine Le Pen (Ferreira Fernandes, Diário de Notícias).

4 comentários:

João José Horta Nobre disse...

Obrigado pela divulgação.

Abraço ;)

FireHead disse...

De nada. Vou estando atento ao que escrevem. :P

Abraço.

Vic disse...

OS COMUNISTAS SÃO ALIADOS DO ISLÃ, BASTA?

FireHead disse...

E não só. Os pagãos também, por muito que insistam em negar esta realidade. Afinal de contas, o islão não deixa de ser uma idolatria e estão de mãos dadas com os esquerdistas com o mesmo objectivo: acabar com o Cristianismo e destruir a superior civilização ocidental.